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Museu Condé

Museu no Palácio de Chantilly
Museu Condé
Tipo museu de arte
Inauguração 1898 (121 anos)
Visitantes 221 206
Administração
Proprietário(a) Institut de France
http://www.musee-conde.fr/ Website oficial
Geografia
Coordenadas 49° 11' 38.2" N 2° 29' 7.0" E
Logradouro Château de Chantilly
Localização Chantilly
País França

O Museu Condé (Musée Condé) é um museu francês instalado no histórico Castelo de Chantilly, em Chantilly, Oise.

Índice

PalácioEditar

 Ver artigo principal: Castelo de Chantilly

O Château de Chantilly é um monumento histórico da França, composto de dois edifícios principais, o Petit Château, datado de c. 1560, obra de Jean Bullant, e o Grand Château, erguido entre 1719 e 1740 por Jean Aubert. Os jardins foram projetados por André Le Nôtre. Pertenceu a importantes famílias da nobreza francesa, os Montmorency, os Condé e depois se tornou herança da casa de Orleães.

Na Revolução Francesa o Grand Château foi destruído, sendo restaurado no século XIX pelo arquiteto Honoré Daumet para Henrique de Orleães, Duque de Aumale (1822-1897), filho de Luís Filipe I, e um dos maiores colecionadores de sua época. O Duque instalou ali suas coleções de arte e biblioteca, doadas posteriormente para o Institut de France e organizadas sob o nome de Museu Condé.

ColeçõesEditar

O Museu Condé possui uma excepcional coleção de pinturas, em especial de retratos, compondo uma galeria da história da França através da imagem de alguns de seus personagens mais importantes, como Francisco I, Napoleão, Montaigne, e outros personagens da história européia, como Ana Bolena e Lutero. Dos artistas mais notáveis presentes na coleção estão Jean Clouet, Rafael, Antoine Watteau, Antoine-Jean Gros, Ingres, Nicolas de Largillière, Guercino, François Gérard, Eugène Delacroix, Camille Corot e muitos outros.

Também guarda uma preciosa coleção de desenhos, manuscritos e documentos diversos, onde se destacam o Codex de Chantilly, as Très riches Heures du duc de Berry, célebre manuscrito iluminado da Idade Média, pintado pelos irmãos Limbourg para Jean de Berry (1340-1416), um dos filhos de Carlos V, e os igualmente afamados Saltério de Ingeborg e as Heures d'Étienne Chevalier, de Jean Fouquet.

GaleriaEditar

Ligações externasEditar