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Museu de Belas Artes de Dijon
Tipo museu de arte
Inauguração 1787 (232 anos)
Visitantes 150 000
Website oficial
Geografia
Localização Dijon
País França
Palácio dos Duques de Borgonha, sede do Museu de Belas Artes de Dijon

O Museu de Belas Artes é um museu da cidade de Dijon, na França. Está instalado no antigo Palácio dos Duques de Borgonha e em uma ala do Palácio Municipal.

HistóricoEditar

O Palácio dos Duques de Borgonha é um prédio histórico que serviu como residência dos Duques desde 1364 até a época de Carlos, o Temerário. Em 1477 a Borgonha foi anexada aos domínios reais e o palácio passou a ser uma das residências do estado. O Palácio Municipal foi desenhado por Jules Hardouin-Mansart no século XVII, e reformado no século seguinte.

O museu foi criado em 1787 a fim de propiciar um local educativo para os aluno da Escola de Desenho, abrindo ao público em 1799, com dois espaços de exposição, um dedicado a esculturas e outro a pinturas. O acervo foi sendo formado em torno das obras laureadas com o Prêmio de Viagem a Roma, e mais tarde foi enriquecida com peças do Império, com doações do estado e de colecionadores privados.

Por força da limitação de espaço a coleção do museu é exposta apenas parcialmente, e um projeto de ampliação foi lançado em 2006, pretendendo reformar e incorporar diversos ambientes até então não utilizados.

Os espaçosEditar

 
A tumba dos Duques da Borgonha
  • A tumba dos Duques de Borgonha

Preserva a memória e a glória da corte da Borgonha. Originalmente no Monastério de Champmol, a antiga necrópole ducal, foi transferida para o museu em 1827 por Févret de Saint-Mémin, com seus retábulos, tapeçarias e esculturas góticas.

  • A Sala do Capítulo

Reunindo peças provenientes da Sainte-Chapelle e da Ordem do Tosão de Ouro, além de importante coleção de pintura, mobiliário e escultura.

A coleçãoEditar

Pintura da Renascença ao século XVIIIEditar

A seção de pintura é particularmente rica, com obras que vão desde o gótico até o século XVIII com peças de mestres como Konrad Witz, Ambrogio Lorenzetti, Lorenzo Lotto, Veronese, Rubens, Guido Reni, Robert Campin, Georges de la Tour, Jean-Marc Nattier, Jean-Baptiste Greuze e Hubert Robert, e mutos outros.

Pintura e escultura dos séculos XIX e XXEditar

Enfocando em obras de pintura o período do romantismo (Théodore Géricault, Pierre-Paul Prud'hon), os artistas oficiais (Bouguereau, James Tissot), os independentes (Monet, Manet, Sisley), os modernos (Braque, Gris), expressionistas (Rouault) e os pertencentes à Escola de Paris dos anos 50 a 70 (Vieira da Silva, Nicolas de Staël, Étienne Hajdu e Alfred Manessier).

Na escultura se encontram criações, entre outros, de François Rude e Jean Dubois.

Coleção egípciaEditar

Criada a partir da doação o arqueólogo Albert Gayet com cerva de 340 peças escavadas no sítio arqueológico de Antinoé, com destaque para máscaras funerárias greco-romanas e retratos de Faium.

GaleriaEditar

 
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Ligações externasEditar