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Nictofobia ou Noctifobia[1] consiste no medo do escuro ou da noite.

O medo do escuro nem sempre diz respeito à própria escuridão; também pode ser um medo de perigos possíveis ou imaginários ocultados pela escuridão.[2] Algum grau de medo do escuro é natural, especialmente como uma fase do desenvolvimento infantil.[3] A maioria dos observadores relata que o medo do escuro raramente aparece antes dos dois anos de idade.[4] Quando o medo da escuridão atinge um grau que é severo o suficiente para ser considerado patológico, às vezes é chamado escotofobia (de σκότος – "escuridão"), ou ligofobia (de λυγή – "crepúsculo").

Alguns pesquisadores, começando com Sigmund Freud, consideram o medo do escuro como uma manifestação de transtorno ligado à angústia de separação.[5]

Referências

  1. Igor Rafailov (2003). Dicionario Igor de Fobias. [S.l.]: Forum de Fobias. p. 114. ISBN 978-85-903801-1-5 
  2. William Lyons (1985). Emotion. [S.l.: s.n.] p. 75. ISBN 0521316391 
  3. Adele Pillitteri (1995). Maternal and Child Health Nursing. [S.l.: s.n.] ISBN 0397551134 
  4. Jersild, Arthur T. (2007). Children's Fears. [S.l.]: Read Books. p. 173. ISBN 1406758272. Consultado em 5 July 2017  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)]
  5. Sigmund Freud (1916). Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse [Introduction to Psychoanalysis]. [S.l.: s.n.] Certa vez ouvi uma criança que tinha medo da escuridão gritar: 'Tia, fala comigo, estou com medo'. 'Mas que bem isso vai fazer? Você não pode me ver? Ao que a criança respondeu: "Quando alguém fala, fica mais claro". 

Ver tambémEditar

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