Nino Burjanadze

jurista e política georgiana, ex-presidente de seu país
Nino Burjanadze
Nascimento 16 de julho de 1964 (56 anos)
Kutaisi
Cidadania União Soviética, Geórgia
Alma mater Universidade Estatal de Tbilisi, Universidade Estadual de Moscou, Faculdade de Direito, Universidade Estatal de Moscou
Ocupação política, professora universitária, advogada
Empregador Universidade Estatal de Tbilisi
Religião Igreja Ortodoxa Georgiana

Nino Burdjanadze (georgiano: ნინო ბურჯანაძე; russo: Нино́ Бурджана́дзе; Kutaisi, 16 de julho de 1964) é uma jurista e política georgiana, ex-presidente de seu país. Tendo governado, de 2004 até 2005 e 2007 até 2008.

EstudosEditar

Burdjanadze nasceu em Kutaisi, filha de Anzor Burdjanadze. Graduou-se em 1986 na Faculdade de Direito da Universidade Estatal de Tbilisi (TSU) e estudou na Universidade Estatal de Moscou entre 1986 e 1989, onde doutorou-se em Direito Internacional em 1990.

Atividades acadêmicasEditar

Desde 1991 é profesora associada na Faculdade de Direito Internacional na TSU. Destaca-se por sua postura pró-ocidental e já se manifestou pela integração da Geórgia à União Europeia e à OTAN.[carece de fontes?]

Sua postura lhe trouxe diversas críticas por parte de colegas nacionais e também estrangeiros, especialmente da Rússia. A principal crítica é sua insistente postura favorável ao Ocidente, que em momento algum da história teria tido proximidade com a Geórgia.[carece de fontes?]

Cargos políticosEditar

Como parlamentar e líder da oposição, em 2003 encabeçou uma onda de críticas que levou o país a uma severa crise institucional, a qual desencadeou a renúncia de alguns funcionários e a reestruturação de algumas instituições. O conflito se resolveu parcialmente por meio do diálogo proposto pelo governo. Esse conflito é conhecido como Revolução Rosa.

Foi Presidente da Geórgia entre 23 de novembro de 2004 e 25 de janeiro de 2005, depois da renúncia de Eduard Shevardnadze. Em 2006, seu partido ganhou a presidência com 96% dos votos, dando seguimento às políticas do período governado por Burdjanadze.

Sua principal missão na presidência foi pacificar o país, uma vez que a renúncia do Shevardnadze desencadeou diversos protestos e reações policiais que espalharam pânico e ressentimento na sociedade.

Após a eleição de Mikheil Saakashvili para presidente, Burdjanadze retomou a presidência do parlamento georgiano.