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Pathos (do grego πάθος, 'sofrimento' ou 'experiência') é uma palavra grega que significa paixão, excesso, catástrofe, passagem, passividade, sofrimento, assujeitamento, sentimento ou doença. O conceito filosófico foi criado por Descartes para designar tudo o que se faz ou acontece de novo. O conceito está ligado a padecer, pois o que é passivo de um acontecimento, padece desse mesmo acontecimento. Portanto, não existe pathos senão na mobilidade, na imperfeição. Tal termo grego pode transliterado como patia, pata e pato para as línguas neolatinas e anglo-saxãs, sendo eles utilizados como prefixos ou sufixos na composição muitas terminologias.

É uma palavra muito utilizada por Nietzsche em suas obras: "O Pathos da nobreza e da distância, como já disse, o duradouro, dominante sentimento global de uma elevada estirpe senhorial, em sua relação com uma estirpe baixa, com um 'sob' - eis a origem da oposição 'bom' e 'ruim' ".[1]

Ver tambémEditar

Notas e referênciasEditar

  1. (Nietzsche, GM I,2) Nietzsche - Genealogia da moral - Cia das letras (1998)


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