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Pax Britannica (do latim: "paz britânica", copiado de Pax Romana) descreve o período de paz sentido desde o fim das Guerras Napoleónicas[1] que teve como consequência uma maior expansão do Império Britânico. Durante este tempo, a Europa gozava de uma paz relativamente estável com o Império Britânico controlando as principais rotas navais e colocando-se numa posição dominante sobre os mercados estrangeiros, levando o Reino Unido quase a dominar os mercados chineses depois das guerras do ópio.

A presença da Marinha Real Britânica ligados a falta de poder dos restantes países europeus colocaram a Grã-Bretanha numa posição privilegiada sobre o controle das principais rotas comercias marítimas. Em 1905, a Marinha Real tinha mais poder do quaisquer outras duas forças militares navais combinadas.

Devemos considerar, entretanto, que a Inglaterra deteve a supremacia econômica até o inicio do século XX. Essa hegemonia inglesa perdurou por mais de um século (desde meados do século XVIII até o final do século XIX). O período que abarca o boom da industrialização ficou conhecido como Pax Britannica.

A Pax Britannica declinou com o fim da ordem estabelecida no Congresso de Viena, após a Guerra da Crimeia e a consequente formação dos novos estados-nações de Itália e Alemanha resultante da guerra franco-prussiana. A industrialização da Alemanha e dos Estados Unidos contribuíram ainda mais para o declínio da supremacia industrial britânica. Com a Primeira Guerra Mundial ficou ditado o fim desta era, com os Estados Unidos ascendendo a nova potência mundial.

Ver tambémEditar

Referências

  1. John Hobson, The Eastern Origins of Western Civilization (Cambridge UK: Cambridge University Press, 2004), capítulo 11, págs. 244-248