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Pedro Doria
Nascimento 05 de novembro de 1974 (44 anos)
Rio de Janeiro
 Brasil
Ocupação Jornalista e escritor

Pedro Doria (Rio de Janeiro, 5 de novembro de 1974) é um jornalista e escritor brasileiro.

Índice

BiografiaEditar

Trajetória ProfissionalEditar

É cofundador do Canal Meio, empreendimento digital de jornalismo, junto com o empreendedor Vitor Conceição[1]. Foi editor executivo do jornal carioca O Globo (onde ainda é colunista) e autor das editoras Nova Fronteira e Ediouro, entre outras. É editor-chefe de conteúdos digitais do jornal O Estado de S. Paulo [2] É Knight Latin American Fellow (Class of 2009) da Universidade de Stanford. [3]

Seu Weblog foi o primeiro blog[4] jornalístico profissional do Brasil.

Esteve entre os fundadores dos sites No. e NoMínimo. Foi colunista das revistas da Macworld Brasil, da Revista da Folha de S. Paulo, Internet.br e Oi. Seus textos apareceram em títulos como Superinteressante, Trip, Playboy e VIP. Escrevendo uma reportagem para o NoMínimo, foi o primeiro jornalista a ler e comentar o blog de Bruna Surfistinha[5], o que alavancou enormemente a popularidade dela.

É autor de seis livros, entre eles Manual para a Internet[6] (Revan, 1995), o primeiro sobre a grande rede no Brasil, Eu gosto de uma coisa errada[7] (Ediouro, 2006), coleção de reportagens sobre internet, sexo e nudez. Seus últimos livros tratam de história do Brasil. "1565" [8] reconstrói a história do Rio de Janeiro e do sudeste em seus primeiros dois séculos. Já "1789"[9] reconstrói a Inconfidência Mineira, além de fazer revelações a respeito de quem realmente foi Tiradentes.

Comandou a equipe que recebeu o Prêmio Esso de 2012 por Melhor Contribuição à Imprensa [10]. Recebeu também o Prêmio Caixa de Reportagem Social, o The Bobs, da rede alemã Deutsche Welle e o Best Blogs Brazil na categoria política.

Ele é cofundador da startup Canal Meio, uma newsletter diária que resume as notícias de forma a informar o essencial com rapidez, pela manhã.[11]

Participou em outubro de 2013 do youPIX Rio, no debate "Protestos e Redes Sociais: a mudança de poder da mídia"[12], discutindo sobre que maneira as redes sociais e as mídias alternativas impactaram a mídia de massa e a construção da opinião e disseminação da informação no país.

Vida PessoalEditar

Pedro foi casado com as jornalistas Leila Sterenberg e Marina Gomara. Tem uma filha do primeiro casamento e dois meninos do segundo.

ObrasEditar

Ligações externasEditar

Referências

  1. «Canal Meio - Quem somos». Canal Meio 
  2. «Sobre Pedro Doria». O Estado de S. Paulo - Link. Consultado em 26 de maio de 2019 
  3. «Class of 2009 - Pedro Doria» (em inglês). John S. Knight Journalism Fellowships at Stanford. Consultado em 26 de maio de 2019 
  4. Potascheff, Alexandre (10 de maio de 2014). «Pedro Doria». Revista Trip. Consultado em 26 de maio de 2019 
  5. Surfistinha, Bruna (20 de julho de 2009). «Pedro Doria». Blog Bruna Surfistinha. Consultado em 26 de maio de 2019 
  6. «Manual para a internet». Editora Revan. Consultado em 26 de maio de 2019 
  7. «Eu gosto de uma coisa errada». Portal Terra - Arte e Cultura. Consultado em 23 de maio de 2019 
  8. Saliba, Elias Thomé (3 de novembro de 2012). > «História e crônica da cidade». O Estado de S. Paulo. Consultado em 26 de maio de 2019 
  9. Ribeiro, Flávia (3 de novembro de 2012). «Um Tiradentes sem barba». História Viva. Consultado em 26 de maio de 2019 
  10. «Divulgados os vendedores do Prêmio Esso 2012». Associação Brasileira de Imprensa. 12 de novembro de 2012. Consultado em 26 de maio de 2019 
  11. Riato, Giovanna (8 de fevereiro de 2017). «Canal Meio: uma startup de jornalismo que quer resolver nada menos do que a desinformação». Draft. Consultado em 23 de maio de 2019 
  12. Lima, Samuel (29 de outubro de 2013). «Duas narrativas e um debate desencontrado». Observatório da Imprensa. Consultado em 23 de maio de 2019