Biguá-das-shetland

Como ler uma infocaixa de taxonomiaBiguá-das-shetland
Antarctic Shags at Jougla Point, Antarctica.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Suliformes
Família: Phalacrocoracidae
Gênero: Leucocarbo
Espécie: Leucocarbo bransfieldensis

O biguá-das-shetland (nome científico: Leucocarbo bransfieldensis) é uma espécie de ave da família Phalacrocoracidae.[1]

A espécie é residente nas Península Antártica e nas Ilhas Shetland do Sul.[2] Há apenas um registro duvidoso da espécie no Brasil, relacionado a uma anilha encontrada na Bahia.[3][2]

ReferênciasEditar

  1. «Biguá-das-shetland (Leucocarbo bransfieldensis. WikiAves - A Enciclopédia das Aves do Brasil. Consultado em 5 de setembro de 2019 
  2. a b Somenszari, Marina; Amaral, Priscilla Prudente do; Cueto, Víctor R.; Guaraldo, André de Camargo; Jahn, Alex E.; Lima, Diego Mendes; Lima, Pedro Cerqueira; Lugarini, Camile; Machado, Caio Graco; Martinez, Jaime; Nascimento, João Luiz Xavier do; Pacheco, José Fernando; Paludo, Danielle; Prestes, Nêmora Pauletti; Serafini, Patrícia Pereira; Silveira, Luís Fábio; Sousa, Antônio Emanuel Barreto Alves de; Sousa, Nathália Alves de; Souza, Manuella Andrade de; Telino-Júnior, Wallace Rodrigues; Whitney, Bret Myers (2018). «An overview of migratory birds in Brazil». Papéis Avulsos de Zoologia (em inglês). 58. ISSN 0031-1049. doi:10.11606/1807-0205/2018.58.03. [Leucocarbo bransfieldensis] (VAG): occurs in the Antarctic Peninsula and on South Shetland Islands (Orta, 1992b). In Brazil, its only record is of a band found in BA that belonged to an individual banded on the South Shetland Islands in Antarctica (Lima et al., 2001b). 
  3. Piacentini, V.; et al. (2015). «Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos» (PDF). Revista Brasileira de Ornitologia. 23 (2): 91-298. Brazilian record based on a ring found on a carcass in the state of Bahia. The carcass was never examined by an ornithologist; although the ring was supposed put on a L. bransfidensis on Nelson Is., South Shetlands (Lima et al. 2002). Subantarctic cormorants do not migrate and are very sedentary. There is thus the possibility that this anomalous record might relate to a clerical error on the ring record (perhaps it was applied to a Stercorarius maccormicki) or a carcass discarded by a passing ship. p. 109 

BibliografiaEditar

  • Lima, P. C.; Grantsau, R.; Lima, R. C. F. R. & Santos, S. S. (2002). Notas sobre os registros brasileiros de Calonectris edwardsii (Oustalet, 1883) e Pelagodroma marina hypoleuca (Moquin-Tandon, 1841) e primeiro registro de Phalacrocorax bransfieldensis Murphy, 1936 para o Brasil. Ararajuba 10: 263-265.
 
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