Plano Ceibal

O Plano Ceibal[1][2] (em castelhano: Plan Ceibal) é um projecto socioeducativo do Uruguai. Foi criado pelo decreto do 18 de abril de 2007 "con el fin de realizar estudios, evaluaciones y acciones, necesarios para proporcionar un computador portátil a cada niño en edad escolar y a cada maestro de la escuela pública, así como también capacitar a los docentes en el uso de dicha herramienta, y promover la elaboración de propuestas educativas acordes con las mismas".[3]

Plano Ceibal
(CEIBAL)
Lema "Una computadora portátil a cada niño y maestro del Uruguay."
Tipo educação, informática
Estado legal Uruguai
Sede Av. Italia 6201, Edificio Los Ceibos, CP 11500O Montevideo Oficina Central
Línguas oficiais castelhano
Filiação One Laptop per Child
Sítio oficial www.ceibal.edu.uy/#institucional

A sigla Ceibal é um retroacrónimo que significa "Conectividad Educativa de Informática Básica para el Aprendizaje en Línea".[4]

O plano inspirou-se no projeto One Laptop per Child desenvolvido por Nicholas Negroponte no Fórum Económico Mundial de 2005.[5] e originou-se a partir do conceito de que o progresso e o desenvolvimento nacional estão ligados às TIC, sendo estas um instrumento de criação de riqueza, melhora da qualidade de vida, do desenvolvimento humano e da inclusão social.[6]

Sem precedentes no mundo pelo seu alcanço nacional, o plano permitiu que todos os cachopos dos centros educativos públicos recebam um computador portátil com ligação sem fios (Wi-Fi), tanto dentro como fora da aula, fornecendo desta maneira ligação a centros educativo e aos seus entornos em todo o território do Uruguai.[7] Com o passar do tempo, nesses centros educacionais foram sendo instaladas redes Wi-Fi selectivas por MAC (permitindo só o acceso a computadores OLPC comprovando o endereço MAC do computador que se liga) e, filtrar através duma lista branca, nas quais só estão permitidos computadores OLPC. A partir de 2014, permitiu-se o ingresso de computadores portáteis não pertencentes ao Plano Ceibal a este tipo de redes, através duma aplicação dum arquivo Java,[8] e, a partir de 2015, através duma aplicação instalada no router, tendo que, em ambos casos, ter-se registado antes na central do Ceibal ou, então sendo docente.

Em 2016, os corolários precisos ainda estão em fase de análise e são motivo de debate no Uruguai, especialmente durante 2013 com o estudo independente feito pela Universidade da República que assinala que o plano teve impacto nulo em matemática e leitura.[9] Repare que no livel médio tecnológico superior que oferece a Universidade do Trabalho do Uruguai, o Plano Ceibal não entregou as novas POSITIVO BGH, isto é, quem precisa mais e melhores recursos para as tarefas estudantis, mesmo que seja apenas para carregar uma folha de LibreOffice com muitas imagens e que o trabalha não se faça difícil por falta de recursos destas, e repare que os actuais beneficiários (1º e 2º do ciclo básico) realmente não utilizam geralmente estas ferramentas, não apenas pela razão de cada beneficiário (ruptura da máquina ou não levá-lo à aula) mas que faz falta um sistema que faça uso destas ferramentas, e como anteriormente mencionado, o mais necessitado é a Universidade, como por exemplo na orientação informática onde nem sempre dispõe-se da tecnologia precisa para criar máquinas virtuais e efectuar a parte prática da matéria (seja qual for). Então temos um espaço na educação onde tem-se um sistema que tem a necessidade de ter estas ferramentas (isto é, as mais relevantes das quais os alunos não são beneficiários) e o ciclo básico que sabemos a esta altura, não a tem ou não amostra a não ser que seja considerado que o accesso às redes sociais dos petizes é fundamental para o seu desenvolvimento académico porque estes recursos na sua maioria são desperdiçados nisto.[10]

Panorama da Escola Italia (Cardal, Florida) e fotografias das crianças com as máquinas (outubro de 2007).
Estudantes do ensino público uruguaio utilizando o XO 1.0.

AparecimentoEditar

 
Acto ao cumprir-se cinco anos do Plano Ceibal em Villa Cardal.

Segundo o presidente uruguaio Tabaré Vázquez, impulsor do plano, o objectivo do Plano Ceibal permitiria contribuir a aumentar a conectividade e diminuir a brecha digital, conseguindo que o Uruguai seja líder regional nas tecnologias da informação. O objectivo a longo prazo do Plano Ceibal é promover a justiça social através da promoção da igualdade de accesso à informação e a ferramentas de comunicação para toda a população.[11]

O plano tem arrecadado bastante reconhecimento internacional desde o seu começo, dado que o Uruguai foi o primeiro país do mundo em completar um plano desse género.

No 31 de maio de 2012 ao fazer-se cinco ano do Plano Ceibal fez-se um acto em Villa Cardal, no qual esteve o antigo presidente do Uruguai, José Mujica e o agora novamente presidente Tabaré Vázquez que naquela altura era ex-presidente. Nesse acto alguns adolescentes e crianças falaram acerca da evolução da sua experiência com o Plano, dado que passaram da escola primária à secundária acompanhados pelo Plano Ceibal.

Em 2013, fez-se um informe chamado "Profundizando en los efectos del Plan Ceibal", realizado por professionais do Instituto de Economía de la Udelar e financiado pelo Plano Ceibal e pela Administração Nacional de Educação Pública (ANEP). O infome afirma que a distribuição de computadores portáteis não tem tido um impacto favorável aos resultados académicos na leitura e em matemática dos estudantes de Educação Primária.[10]

EtapasEditar

2007
  • Em abril o Decreto presidencial 144/007 marca o início do Plano para proporcionar a cada estudante e docente da escola pública um computador portátil, capacitar aos docentes no seu uso, e promover a elaboração de propostas educativas.
  • Em maio inicia-se uma prova piloto em Villa Cardal (departamento de Florida), com a implementação para 150 alunos e os seus professores. Villa Cardal é uma povoação de 1.290 habitantes e tem apenas uma escola com 150 crianças. Para esta etapa utlizam-se máquinas que foram doadas pelo OLPC.
  • Em outubro atribui-se através dum processo licitatório, a compra de 100.000 laptops XO da OLPC e 200 servidores.[12]
  • No final de 2007, todos os petizes e professores do departamento de Florida têm as suas máquinas.
2008
 
Fotografia d'alguns dos participantes das "II Jornadas de Educación y TICs. La XO una herramienta para apropiarse de la tecnología" desenvolvidas em Colónia do Sacramento os dias 5, 6 e 7 de junho de 2008, como amostra d'apoio ao Plano CEIBAL (junho de 2008).
  • Antes do fim das aulas entregaram-se mais de 175.000, completando todo o país menos parte de Canelones, Montevideo y su área metropolitana.[13]
  • Em setembro o Plano Ceibal e Teletón Uruguay assinam um convénio para fazer modificações nos computadores portáteis do Plano Ceibal para que os educandos que tenham alguma deficiência motriz possam usar a ferramienta.[14]
  • Em dezembro cria-se o portal educativo do Plano Ceibal.
2009
  • Em abril começam a trabalhar com pequenas empresas do interior do país para fornecer assistência técnica descentralizada, no marco do projecto Rayuela com o Banco Interamericano de Desarrollo e DINAPYME.[15]
  • Em junho começam a trabalhar em conjunto com a Administración Nacional de Educación Pública na formação em linha.
  • Em junho é feito o primeiro estudo nacional de avaliação e monitorização do Plano Ceibal.[16]
  • Em agosto chegam os computadores às escolas privadas.
  • Em agosto começam a entregar computadores a crianças com deficiências visuais.[17]
  • Em outubro acaba-se de completar o Plano no resto de Canelones, Montevideu e su área metropolitana, com o qual todos os rapazes e docentes do país têm o seu computador portátil, abarcando um total de mais de 350.000 petizes e 16.000 professores.[18]
2010
  • Em maio começa-se a trabalhar com as aulas Ceibal de empresas privadas, como parte do seu RSE.
  • Em novembro começa o plano piloto de robótica.[19]
  • Em outubro o Plano Ceibal começa a sua segunda etapa; entregando computadores aos alunos do ciclo básico de educação secundária e a alunos da UTU.
2011
  • Em março o Plano Ceibal começa uma nova e ambiciosa etapa introduzindo computadores para os estudantes de jardins de infância.[20]
  • Em agosto começa o programa de perguntas e respostas do Plano Ceibal, SABELO![21]
2012
  • Em maio de 2012 ao cumprir-se cinco anos do Plano Ceibal faz-se um acto em Villa Cardal.

Durante este período o Plano continuou a crescer e foram-se consolidando os objectivos iniciais. No seguinte endereço aprecia-se uma infografia acerca dos resultados do CEIBAL en 2012: https://web.archive.org/web/20140214105223/http://www.ceibal.edu.uy/Articulos/Paginas/ceibalometro-2012.aspx

2013
  • A 2 de outubro de 2013, o naquela altura presidente José Mujica, entregou o computador número um milhão, num acto feito na Escola N° 177 (Yugoslavia 307) do bairro Nuevo París, em Montevideu.[22]

Organização do Plano CeibalEditar

A implementação e a coordenação central do plano está em mãos do Centro Ceibal, criado pela lei 18.640 de janeiro de 2010 como pessoa pública não estatal, e com o objectivo de promover os programas de apoio à educação pública. O seu conselho directivo está integrado por Miguel Brechner como presidente e em representação do Poder Executivo, Luis Garibaldi em representação do Ministério de Educação e Cultura (MEC), Héctor Florit em representação da Administração Nacional do Ensino Pública (ANEP), e Michael Borchard em representação do Ministério de Economia e Finanças (MEF).[23][24]

RAP CeibalEditar

A Rede de Apoio ao Plano Ceibal (RAP Ceibal) foi criada para apoiar o desenvolvimento do Plano.[25] Tem voluntários em todo o país e trabalha em grupos formados em cada povoação.[26] Os seus integrantes são voluntários e não precisam de ter conhecimentos informáticos. O seu objectivo é colaborar através de diferentes modalidades: participar na entrega das máquinas, realizar actividades com os pais e os familiares, desenvolver aspectos técnicos, ajudar os moços a darem os seus primeiros passos com os computadores, entre outras.[25][27]

Críticas e avançosEditar

Ineficácia económicaEditar

Em 2009 a revista britânica The Economist fez um balance do Plano Ceibal, e chamou-o de "projecto pioneiro" mas de resultado incerto e com vários problemas de execução. Segundo a revista, 380.000 educandos receberam o seu laptop, o que perfazia 5% do orçamento total do ensino, isto é, 100 milhões de dólares anuais.

Um dos problemas que destaca o jornal é o facto de que as primeiras 50.000 computadoras chegaram com o software em inglês e não em castelhano. Outra cousa que menciona é o elevado número de computadores estragados, chegando nalgumas aulas da escola 95 de Montevideu, caso que toma como exemplo, ao 50% das máquina.[28][29]

Segundo os últimos dados obtidos dos Informes de Avaliação e Monitorização do Plano Ceibal, do universo total de laptops distribuídas em primária a 2012, só 12% estão fora de funcionamento o que indica um decréscimo significativo em relação aos indicadores dos primeiros anos da gestão do Plano.[30]

Explica que o maior problema técnico é a ligação, segundo um informe feito pelo governo indica que, 70% das escolas primárias, apenas a metade das laptops podem trabalhar de forma simultânea e que dous de cada cinco escolas rurais não têm ligação. Diz que isto obriga a levar os estudantes em autocarro a outras paragens para que possam fazer os testes.[31][32]

Porém hoje em dia esses indicadores mudaram. A livel rural actualmente há entre sessenta e oitenta escolas com falta de ligação em todo o território nacional, o que perfaz menos de 10% escolas rurais do Uruguai. Estas escolas são parte da região que não tem energia eléctrica nem de UTE nem de painéis Ceibal (solução desenvolvida pelo Plano Ceibal para fornecer a quantidade de energia eléctrica precisa para ter Internet). [33]

Controlos e investigaçõesEditar

Aproximadamente cada dous anos o plano Ceibal faz uma monitorização e avaliação do impacto social do Plano Ceibal junto com o LATU e a ANEP[34] com o objectivo de recolher diversos dados acerca do uso e do impacto social que têm as XO para a criança mas também para os seus arredores. Tal monitorização, feita pelo Departamento de Monitorização e Avaliação do Plano Ceibal criado em 2008,[35] elabora informes que depois são publicados na página oficial do plano Ceibal[36][37][38] e na página do Mec.[39]

Accesso a pornografiaEditar

A meados de 2008, vizinhos de Salto denunciaram que menores que usando a cobertura dos cibercafés, iam a páginas de conteúdo sexual.[40] Desde esse ano até 2015, o Plano Ceibal tem filtros de referência internacional que bloqueiam as páginas de conteúdo para adultos. É um filtro de conteúdo em cada ponto de ligação â a Internet da rede Ceibal, o qual avalia o conteúdo de cada página para decidir se bloqueia-o ou não quando o usuário está a entrar. O filtro é um software chamado DansGuardian, utilizado por governos e instituições educativas de todo o mundo e que cumpre com o protocolo estabelecido na norma americana Children's Internet Protection Act (CIPA).

A Organização Internacional para as Migrações no Uruguai tem feito ateliês de capacitação para prevenir a captação de rapazes, raparigas e adolescentes por parte das redes de pornografia infantil ou a escravidão. Estes cursos destinados a Inspectores do Plano Ceibal de todo o país, são apoiados pelo Conselho de Educação Inicial e Primária da Administração Nacional da Educação Pública.[41]

EfeitosEditar

 
Docente do CFE usando o seu XO.

Um dos efeitos mais óbvios é a melhora nas classificações internacionais de "preparação tecnológica" do Uruguai. O índice Network Readiness Index (NRI) do Fórum Económico Mundial subiu de 3.67 pontos em 2006-2007[42] a 4.28 pontos em 2011-2012.[43] Com isso o Uruguai passou do lugar 60 na lista ao 44 ultrapassar países da região como o Brasil, o México e a Costa Rica.

Frank William La Rue, relator especial da ONU para a liberdade de opinião e expressão, afirmou na sua visita ao Uruguai que o Plano Ceibal é "um grande exemplo para o mundo". O especialista também assinalou que, no caso do Plan Ceibal manter o seu alcanço durante duas generações mais, o Uruguai terá a população com os melhores indicadores educativos do continente.[44]

O informe da investigação “El Plan Ceibal: Impacto comunitario e inclusión social” feito nos anos 2009 e 2010 pela Faculdade de Ciências Sociais e OBSERVATIC, revela percepções e opiniões favoráveis dos beneficiários do Plano Ceibal.[45]

Por outra parte, em 2013 um informe independente do Instituto de Economia da Universidade da República, financiado pelo próprio Plano Ceibal e pela ANEP;[46] publicou os resultado da avaliação independente acerca da implementação efectiva do Plano Ceibal. Estes resultados informaram que não melhorou o desempenho dos educandos a matemática e na leitura.[47] Também alertou acerca da falta de formação dos professores nos vários ciclos do ensino.[48][49] Desde a Direcção Geral do Ensino Primário pediu-se mais tempo para avaliar os resultados. [50] O informe nota que a sua descoberta de maus resultados a matemática e na leitura "se encuentran en línea con la mayor parte de la literatura sobre el impacto del uso de computadoras en el aprendizaje, la cual encuentra resultados nulos o negativos".[51] Isto é, que existe um consenso na literatura internacional desde vários anos, em relação a que estes planos outorgam resultados nulos ou negativos nas medições concretas, como pode ver-se nesta outra série de estudos publicada no The New York Times en 2010.[52]

Referências

  1. «Dialogo Americas :: Exército do Uruguai e Plano Ceibal se unem para modernizar a educação dos militares». dialogo-americas.com. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  2. «Educação Pública - Biblioteca - Educação». www.educacaopublica.rj.gov.br. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  3. «www.ceibal.edu.uy/#institucionalindex.php?option=com_content&view=article&id=46&Itemid=65». www.ceibal.edu.uy. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  4. Vázquez, Tabaré. «Presidencia de la República. «Decreto 144/007»» (PDF). Presidencia de la República. «Decreto 144/007». Ministerio de Educación y Cultura. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  5. «www.ceibal.edu.uy/#institucionalindex.php?option=com_content&view=article&id=49:acerca-de-olpc&catid=35:acerca-del-plan&Itemid=68». www.ceibal.edu.uy. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  6. Ana Laura Rivoir; Susana Lamschtein. «Cinco años del Plan Ceibal» (PDF). Innovar en educación. Cinco años del Plan Ceibal, algo más que una computadora para cada niño. Consultado em 30 de outubro de 2016 
  7. «What's next for Plan Ceibal in Uruguay?». Edutech (em inglês). 10 de junho de 2011. Consultado em 30 de outubro de 2016 
  8. «Conexión de docentes a la red de Plan Ceibal/artículo - Plan Ceibal». www.ceibal.edu.uy. Consultado em 29 de outubro de 2016. Arquivado do original em 20 de outubro de 2016 
  9. «"Si ponemos luz y agua, ¿pretendemos que mejore la matemática?"». www.elpais.com.uy (em espanhol). Consultado em 29 de outubro de 2016 
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  11. «Digital Democracy - Digital Education in Uruguay». www.americasquarterly.org. Consultado em 29 de outubro de 2016 
  12. «Pliegos de la licitación» (PDF). Consultado em 30 de outubro de 2016. Arquivado do original (PDF) em 29 de setembro de 2007 
  13. «Plan Ceibal: se cumplen metas fijadas para 2008». Sociedad Uruguaya (em espanhol). 5 de dezembro de 2008 
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  15. «Plan Ceibal descentraliza soporte técnico al instalar cuatro centros en el interior». 31 de outubro de 2013. Consultado em 30 de outubro de 2016 
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  17. «construyendoinclusión». sites.google.com. Consultado em 30 de outubro de 2016 
  18. «Ayer fue entregada la última laptop». LARED21 (em espanhol) 
  19. «Robots manejados por los niños con sus XO divierten a adultos - Diario EL PAIS - Montevideo - Uruguay». www.elpais.com.uy. Consultado em 30 de outubro de 2016 
  20. Montevideo.com 29.03.2011 Ceibal de jardín
  21. «Sabelo! Obaldía y Cammarota conducen programa para adolescentes en TNU». www.180.com.uy. Consultado em 30 de outubro de 2016 
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  24. Decretos de Presidencia de la República número 144/007 del 18/04/2007.
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  41. OIM Uruguay. «Plan Ceibal». Consultado em 31 de outubro de 2016. Arquivado do original em 13 de março de 2016 
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  43. World Economic Forum (2012). «The Networked Readiness Index 2006–2007 rankings» (PDF). Consultado em 24 de setembro de 2012 
  44. Montevideo.com (18 de janeiro de 2012). «Como por ejemplo» 
  45. Facultad de Ciencias Sociales, CSIC y OBSERVATIC. «Informe de Investigación "El Plan Ceibal: Impacto comunitario e inclusión social" 2009 – 2010» (PDF). Consultado em 28 de abril de 2014. Arquivado do original (PDF) em 1 de setembro de 2014 
  46. El País (18 de setembro de 2013). «Plan Ceibal: según investigación no mejoró lectura ni matemática». Consultado em 7 de outubro de 2013 
  47. El Espectador (18 de setembro de 2013). «Plan Ceibal: sin mejoras en matemática y lectura». Consultado em 7 de outubro de 2013 
  48. El Observador (18 de setembro de 2013). «Brechner: "Sabíamos que no se iba a mejorar en matemática ni en lectura"». Consultado em 7 de outubro de 2013. Arquivado do original em 31 de outubro de 2013 
  49. El Espectador (18 de setembro de 2013). «Brechner(Plan Ceibal)». Consultado em 7 de outubro de 2013 
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  51. http://www.elpais.com.uy/informacion/plan-ceibal-investigacion-rendimiento-matematicas-lectura.html
  52. Stross, Randall (10 de julho de 2010). «Computers at Home: Educational Hope vs. Teenage Reality». The New York Times. ISSN 0362-4331