Prudente de Morais Neto

jornalista brasileiro

Prudente de Morais Neto (Rio de Janeiro, 23 de maio de 1904 — Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1977) foi um jornalista brasileiro, que também foi crítico literário, jurista, cronista, poeta e professor[1].

Prudente de Morais Neto
Nascimento 23 de maio de 1904
Rio de Janeiro
Morte 21 de dezembro de 1977 (73 anos)
Rio de Janeiro
Cidadania Brasil
Ocupação jornalista, poeta, contista, cronista, crítico literário, crítico de cinema, crítico de arte, crítico de música, crítico

Dirigiu sucessivas redações, entre elas a do Diário Carioca e, depois, a sucursal de O Estado de S. Paulo no Rio de Janeiro[2]. Em 1963 e 1964, em seus artigos, atacou severamente o governo de João Goulart mas, embora apoiasse sua derrubada em 1964, se recusou a permitir que jornalistas esquerdistas que eram seus colegas, como Ferreira Gullar fossem presos e torturados. Foi poeta, sendo citado na antologia de poetas brasileiros bissextos organizada por Manuel Bandeira. Em 1975, foi eleito presidente da Associação Brasileira de Imprensa, cargo em que defendeu os perseguidos pela ditadura militar. Jovem, fundou junto com o historiador Sérgio Buarque de Holanda, a revista Estética, que defendia ideias modernistas no campo da arte. Faleceu em dezembro de 1977.

Referências

  1. «Prudente de Morais Neto». Tiro de Letra. Consultado em 10 de setembro de 2017 
  2. GULLAR, Ferreira (30 de agosto de 2009). «Para muitos, ele era o cara». Folha de S.Paulo (ilustrada). Consultado em 10 de setembro de 2017