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O Relatório sobre o Controle Internacional de Energia Atômica foi elaborado por um comitê presidido por Dean Acheson e David Lilienthal em 1946 e é geralmente conhecido como Relatório ou Plano Acheson – Lilienthal. [1] O relatório foi um importante documento estadunidense que surgiu nos primórdios da Guerra Fria. Propunha o controle internacional de armas nucleares e a prevenção de futuras guerras nucleares. [2][3] À medida que a desconfiança estadunidense a Stalin crescia, o Relatório era simplesmente ignorado. Uma versão seria vetada pela União Soviética na ONU.

Ver tambémEditar

Referências

  1. U.S. State Department: The Acheson–Lilienthal & Baruch Plans, 1946
  2. History Channel: Acheson–Lilienthal Report released Arquivado em 2009-05-01 no Wayback Machine.
  3. David Mayers, "Destruction Repaired and Destruction Anticipated: United Nations Relief and Rehabilitation Administration (UNRRA), the Atomic Bomb, and US Policy 1944–6." International History Review 38#5 (2016) pp 961-83.

BibliografiaEditar

  • Beisner. Robert L. Dean Acheson: A Life in the Cold War (2009).
  • Bernstein, Barton J. “Reconsidering the ‘Atomic General.’” Journal of Military History 67#3 (2003): 62-87.
  • Chace, James. "Sharing the Atom Bomb." Foreign Affairs (1996) 75#1 pp 129–144. short summary
  • Hewlett, Richard G. and Oscar E. Anderson. A History of the United States Atomic Energy Commission: The New World, 1939-1946, Volume I. (Pennsylvania State University Press, 1962).
  • Mayers, David. "Destruction Repaired and Destruction Anticipated: United Nations Relief and Rehabilitation Administration (UNRRA), the Atomic Bomb, and US Policy 1944–6." International History Review 38#5 (2016) pp 961–83.
  • Neuse, Steven. David E. Lilienthal: The Journey of an American Liberal. (University of Tennessee Press, 1996).