The Story of Ruth

filme de 1960 dirigido por Henry Koster

The Story of Ruth (br: A História de Rute) é um filme estadunidense de 1960, dirigido por Henry Koster e estrelado por Stuart Whitman e Elana Eden. O filme relata a história bíblica de Rute, a bisavó moabita do rei Davi.

The Story of Ruth
A História de Rute (BRA)
 Estados Unidos
1960 •  cor •  132 min 
Realização 17 de junho de 1960
Direção Henry Koster
Produção Samuel G. Engel
Roteiro Norman Corwin
Elenco Stuart Whitman
Viveca Lindsfors
Elana Eden
Gênero filmes de drama
Música Franz Waxman
Cinematografia Arthur E. Arling
Edição Jack W. Holmes
Distribuição Twentieth Century Fox Film Corporation
Idioma inglês

SinopseEditar

O filme relata a história de Rute, uma sacerdotisa pagã moabita que serve como a orientadora de uma jovem moabita chamada Tebá que está sendo preparada para ser sacrificada a Quemós, o deus moabita. A alta sacerdotisa Eleilat, juntamente com Rute, ordenam a Malom, um jovem artesão judeu, que prepare uma coroa que será utiliza por Tebá durante o ritual no qual a menina será sacrificada. Quando Malom entrega a coroa para Rute no templo, ele explica que Quemós é um falso deus. Esta parte não-bíblica da película termina com a menina moabita sendo sacrificada e posterior tentativa de fuga da assustada Rute com Malom e a família dele. O resultado desta "desonra" é a prisão de Malom juntamente com seu pai Elimeleque e seu irmão Quiliom que terminam por serem mortos na prisão. A punição de Malom é trabalhar como escravo pelo resto de sua vida. Depois de uma tentativa de Rute para ajudá-lo fugir, ele é assassinado.

A história bíblica contada no Período dos Juízes se inicia com o retorno de Naomi e as noras viúvas Orfa e Rute para Israel. Noemi pede as noras que retorne para Moabe, no que é atendida por Orfa, todavia Rute tinha tal afeto pela sogra Naomi, que escolheu voltar com ela para Israel, citando a frase que ficou conhecida como o símbolo da fidelidade: “Teu povo será o meu povo, teu Deus será o meu Deus”.[1]

Fixada em Israel, segundo a lei judaica deveria, como viúva, ser desposada por Boaz, o parente mais próximo de seu marido, o que seria o “direito de resgate”. Rute, então, resolve aproximar-se dele, e vai respigar nos campos que lhe pertencem, pedindo apenas que a deixassem respigar as sobras, as espigas de trigo que caíam atrás dos ceifadores. Boaz, ao conhecê-la, permite que ela respigue, pedindo aos seus servos que deixassem cair propositadamente algumas espigas para que ela as pegasse.

A sogra, ao saber do ocorrido, e tentando lhe assegurar felicidade e uma existência tranqüila, aconselha-a para que, depois do trabalho, veja onde Boaz está descansando e deite discretamente aos pés dele. Rute faz o que lhe aconselha a sogra e, no meio da noite, Boaz a encontra ao seu lado, ao que ela sugere que ele tem o direito de resgate israelita. Boaz objeta que há outro parente mais próximo, que tem o direito antes dele, mas que tentará resolver a questão.

Boaz negocia com o parente que possui o direito de resgate e a adquire, casando-se em seguida.

ElencoEditar

Notas e referênciasEditar

  1. Bíblia Sagrada, Rute, 1, 16

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar