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Guerra da ReformaEditar

Em 28 de março de 1858 foi nomeado comandante-geral do território de Sierra Gorda. Em 25 de julho do mesmo ano, comandante-geral do estado de Querétaro, e, em 18 de abril de 1859, de Guanajuato e Querétaro; por sua atuação nos combates de Tacubaya, nos quais o general Márquez derrotou Santos Degollado, Mejía recebeu a promoção a General de Divisão.

Império MexicanoEditar

Sempre serviu nas fileiras conservadoras e como defensor do império de Maximiliano, apoiou muitos combates no norte do país. Em 20 de outubro de 1866 foi comissionado para formar uma divisão de dez mil homens, destinada a recuperar as praças de Saltillo, Monterrey e Matamoros, que estavam em poder dos republicanos. Mejía se encontrava em Querétaro quando chegou Maximiliano, tendo participado de todas as operações de defesa da praça, sempre distinguindo-se por seu arrojo e valor.

Comandante da Cavalaria do Império, foi capturado depois da entrega de La Cruz e, julgado por um conselho de guerra, morreu fuzilado junto do General Miguel Miramón e do Imperador Maximiliano I de México, em Cerro de las Campanas, Querétaro, 1867.

 
A Execução do Imperador Maximiliano (1868–69), óleo sobre tela, 252 x 305 cm, de Édouard Manet. Kunsthalle Mannheim. Mejía é o executado da esquerda.

BibliografiaEditar

  • Moreno, Daniel, El Sitio de Querétaro
  • Smith, Gene: Maximiliano y Carlota
  • Rivera Cambas, Manuel: Historia de la Intervención Europea y Norteamericana en México y del Imperio de Maximiliano de Habsburgo
  • A.S.D.N. - Cancelados.XI/111/1-129.

Ligações externasEditar

Referências