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Emmanuel Bezerra dos Santos durante a juventude
"Eu vos contemplo da face oculta das coisas. Meus desejos são inconclusos, minhas noites sem remorsos. Eu vos contemplo, pelas grades insensíveis. Meu sonho, é uma grande rosa. Minha poesia, luta. Eu vos contemplo, da virtual extremidade. Minha vida (pela vossa). Meu amor, vos liberta. Eu vos contemplo da própria contingência. Mas minha força é imbatível porque estais à espera. Eu vos contemplo do fogo da batalha. Meus soldados não se rendem. O outro dia chegará. Eu vos contemplo gerações futuras, herdeiros da paz e do trabalho. As grades esmaecem ante o meu contemplar." (Emmanuel Bezerra dos Santos, Às gerações futuras, 1968)
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