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Pode suceder, no entanto, que o historiador se engane e se deixe arrastar pela correnteza dos falsos ensinamentos. Para evitá-los uma coisa há, que deve sempre ser admitida à mesa daquele que assume o encargo bem difícil de narrar os fatos do passado: é a presença da verdade. Nesse caso, a mentira embora se vista de formas autênticas, não passa de autêntica mentira. Essas formas enganosas podem ser: dizer mais do que a verdade, isto é exagerar, ou então, menos do que se passou, em prejuízo da verdade. Para alguns, exagerar ou deturpar, é dizer meias verdades. Consideram-nas outros, mentiras formais. Ambas são mentiras históricas. E nelas a realidade aparece inteiramente deformada.[1]

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Áreas de interesse, em ordem decrescente: história de Portugal e do Brasil; ciências e influências políticas; linguística, psicologia e educação.

Referências

  1. FERREIRA, Tito Lívio (7 de setembro de 1951). «Historiografia e Senso Histórico». Universidade de São Paulo. Revista de História. 3 (7). doi:10.11606/issn.2316-9141.v3i7p3-13. Consultado em 6 de novembro de 2018