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Valéria Messala foi a última esposa do ditador Sula, com quem ele teve uma filha póstuma.

Valéria era irmã do orador Hortênsio, e havia acabado de se divorciar do seu marido.[Nota 1] Durante um espetáculo de gladiadores, alguns meses após a morte de Metela, esposa de Sula, Valéria tocou no ditador, dizendo que queria ter parte na sua felicidade. Ela era muito bonita, e Sula se interessou por ela, perguntando sobre seu nome, família e história. Logo eles se prometeram em casamento. Segundo Plutarco, Sula estava tomado de desejo, como se fosse um jovem.[1]

Eles tiveram uma filha Póstuma Sula, que nasceu depois da morte do ditador; os romanos davam o nome Postúmio/Póstuma para os filhos que nasciam depois da morte do pai.[2]

De acordo com William Smith, ela era filha de Marco Valério Messala Níger e Plutarco errou ao listá-la como irmã de Hortênsio; o erro teria sido causado porque uma irmã de Hortênsio se casou com algum Valério Messala.[3]

Notas e referências

Notas

  1. A história não registra o nome do marido.

Referências

  1. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Sula, 35.3-5 [em linha]
  2. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Sula, 37.4
  3. William Smith, A Dictionary of Greek and Roman biography and mythology, 2. Valeria [em linha]