Valdemar José Correia Barbosa Rodrigues

Valdemar José Correia Barbosa Rodrigues (6 de Novembro de 1965) é um ex-engenheiro do ambiente e ex-professor universitário português, mais duradouramente aprendiz de ensaísta e de poeta, natural de Cós (Alcobaça), freguesia do concelho de Alcobaça, filho de José Barbosa Rodrigues, f. 2003, natural de Cós (Alcobaça), e de Maria Manuela Roxo Correia, f. 1978, natural da freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, ambos escriturários.

Valdemar J. Rodrigues
Prof. Valdemar J. Rodrigues
Nome completo Valdemar José Correia Barbosa Rodrigues
Nascimento 6 de novembro de 1965 (54 anos)
Cós (Alcobaça), Alcobaça, Portugal
Residência Gouveia (Sintra), São João das Lampas, concelho de Sintra
Nacionalidade Portugal Português
Ocupação ex-engenheiro, professor/investigador intermitente no ensino superior, autor aprendiz de ensaísta e de poeta, entre outras coisas
Principais trabalhos Desenvolvimento sustentável:uma introdução crítica (Parede, Principia:2009); Ortogal - Diálogos na curvatura do tempo (Lisboa: Chiado Editora, 2013, ISBN: 978-989-51-0746-9,...
Prémios Prémio Revelação de Poesia Ary dos Santos 1993
Página oficial
http://www.valdemar-rodrigues.blogspot.com/

Nota biográficaEditar

Valdemar Rodrigues nasceu a 6 de Novembro de 1965 no Hospital da Confraria da Nossa Senhora da Nazaré, no Sítio da Nazaré. Por possibilidade jurídico-legal foi registado em Alcobaça, terra que assim veio a ser a da sua naturalidade, ao invés da Nazaré. Viveu até aos 12 anos de idade na aldeia de Cós (Alcobaça), antiga povoação dos Coutos de Alcobaça, terra dos seus avós paternos. Em 2003 regressou a essa aldeia, após mais de duas décadas de vida em Lisboa e arredores. Nela investiu, tendo fundado em 2004, com a sua mulher Raquel, também natural de Cós (Alcobaça), o Bazar das Monjas de Coz, projecto cultural privado que manteve uma actividade cultural intensa até 2009, em particular em defesa do património cultural da freguesia[1][2], onde sobressai o muito desprezado Mosteiro de Santa Maria de Cós, durante vários séculos monastério feminino da Ordem de Cister. Em Agosto de 2009 o Bazar das Monjas de Coz suspendia as suas actividades. Era obviamente um projecto demasiado utópico, desde logo porque privado e independente, mas principalmente porque de algum modo fazia sombra às entidades a quem cabia oficialmente zelar pela cultura e pelo património cultural da localidade.

Da escola primária à universidadeEditar

Ainda com os mapas do Portugal Ultramarino nas paredes da Escola Primária de Cós, nela concluíu em Julho de 1974 a antiga 4ª classe (fez as 4 classes em apenas 3 anos, tendo passado da 1ª para a 3ª classe). Fez o Ciclo Preparatório na Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça onde então funcionava a escola preparatória. Fez exames nacionais no 2º ano do ciclo preparatório. O 7º ano de escolaridade fê-lo em Tomar, no Colégio Nun'Álvares de Tomar, no ano em que a sua mãe viria a falecer (Março de 1978). Daí passou para o Colégio de S. Miguel[3] , em Fátima, onde viria a concluir o 9º Ano. Depois de alguns meses atribulados no Colégio de S. Teotónio, em Coimbra[4], começou a trabalhar em 1981 numa cerâmica em Valado dos Frades e, depois, numa loja de pronto-a-vestir em Alcobaça, onde foi praticante de balcão de 1º ano. Em 1983 concorreu a um lugar de fiel de armazém da COOPSPAL -Cooperativa de Consumo da SPAL – Sociedade de Porcelanas de Alcobaça, onde pouco tempo depois se tornou encarregado geral, aí ficando até 1986. Foi durante este período que fez, como trabalhador-estudante, o então Curso Complementar dos Liceus e o 12º ano de escolaridade, em regime pós-laboral, na então Escola Técnica de Alcobaça (hoje Escola Secundária D. Inês de Castro). Entrou para a universidade em Outubro de 1986 para o curso de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde ainda chegou a realizar uma disciplina. Concorreu novamente ao ensino superior no ano lectivo seguinte (1987/1988), tendo obtido colocação no curso de Engenharia do Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, onde em 1992 viria a concluir a sua licenciatura, com média final de 16 valores. Em 1994 foi pai de uma menina, a Teresa, e em 2013 avô de outra menina, a Clara. É casado desde Outubro de 2000 com Raquel Maria Marques Romão.

Fornação académicaEditar

Valdemar J. Rodrigues é Doutor em Engenharia do Ambiente pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL, 2003)[5], Mestre em Ecologia, Gestão e Modelação dos Recursos Marinhos pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa (IST/UTL, 1993-1997)[6] e Licenciado em Engenharia do Ambiente pela FCT/UNL (1987-1992).

Actividade científica e profissionalEditar

Desenvolveu e coordenou actividades de investigação científica na área do ambiente e do desenvolvimento sustentável, entre 1991 e 2007, no Centro de Estudos em Economia da Energia, dos Transportes e do Ambiente (CEEETA)[7]. Tem cerca de meia centena de artigos publicados em actas de conferência e revistas nacionais e internacionais de referência, sendo autor de seis capítulos de livros publicados internacionalmente e co-autor de quatro livros dedicados à temática da sustentabilidade[8]. É autor do livro "Desenvolvimento sustentável: uma introdução críítica" publicado pela Editora Principia em 2009[9]. Foi, entre 1998 e 2000, assessor do Ministério do Ambiente português, onde colaborou com a (então) Direcção-Geral do Ambiente (DGA) na elaboração dos Relatórios de Estado do Ambiente de Portugal, na elaboração do REA de Macau em 2000, ano da transição para a administração territorial chinesa (elaborou os capítulos sobre energia e transportes), sendo co-autor da primeira proposta para a criação de um Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentáve para Portugal[10][11], publicada pela primeira vez em 1998 pela DGA, que foi um dos trabalhos que esteve na base da elaboração da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável. Participou no Projecto ExternE – Externalidades dos ciclos dos combustíveis, realizado no âmbito do programa JOULE para a ex-DGXII (Ciência, Investigação e Desenvolvimento) da Comissão Europeia; nas fases preparatórias do Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC) e no projecto do INOFOR para o Estudo prospectivo, perfis profissionais e diagnóstico de necessidades de formação do sector/domínio de actividade do Ambiente[12]. Coordenou, entre 1994 e 2001, as equipas nacionais de investigação no âmbito dos projectos europeus SEER II - Institutional Adjustments to Sustainable Development Strategies[13] e SEER III – Sustainability, Locality and Democracy: Community Identity in the Sustainability Transition[14], ambos financiados pela ex-DGXII da Comissão Europeia, o último deles no âmbito do programa Ambiente e Clima da CE. Entre 1995 e 2007 foi também responsável pela gestão e acompanhamento ambiental de um conjunto de grandes projectos e obras públicas em Portugal, designadamente o Projecto de Travessia Ferroviária Norte-Sul (PTNS), a Estação de Metropolitano do Terreiro do Paço e as obras de reabilitação do Túnel ferroviário do Rossio, em Lisboa. Foi nesse contexto que publicou em 1999, em co-autoria com os engenheiros Luiz Briz e António Pedro de Jesus, a primeira referência técnica escrita sobre Acompanhamento Ambiental de Obras em Portugal, numa comunicação incluída nas Actas da 6ª Conferência Nacional sobre a Qualidade do Ambiente, com o título “Gestão e acompanhamento ambiental de obras: o caso da obra na Margem Sul do Projecto de Travessia Ferroviária Norte-Sul”[15]. Foi, entre Agosto de 2004 e Abril de 2005, Gestor do Ambiente do Projecto de Alta Velocidade Ferroviária em Portugal (vulgo projecto do TGV) tendo, após esse breve período, resignado ao cargo para o qual a empresa holandesa Holland Railconsult BV o contratara, devido a divergências fundamentais com a RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade, publicamente assumidas[16], quanto à estratégia ambiental e de gestão global do projecto[17]. Foi membro do júri da 17ª edição do festival Internacional de cinema ambiental da Serra da Estrela (CineEco 2011)

A "carreira" de professor universitário: uma história digna de ser contada...Editar

Foi, até 20 de Setembro de 2016, professor na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) de Lisboa, onde vinha leccionando desde o ano de 200018 , tendo entrado para a instituição como assistente e abandonado-a com a categoria académica de Professor Associado. Foi Director nessa Universidade, entre 2009 e 2013, dos cursos de Licenciatura e Mestrado em Engenharia do Ambiente ministrados pela Faculdade de Engenharia da ULHT, integrando ainda o corpo docente do Instituto Superior de Gestão onde colaborou, entre 2010 e 2012, no Mestrado em Gestão da Energia. Acedeu em 2013 ao convite para integrar o Centre for Interdisciplinary Development and Research on Environment, Applied Management and Space (DREAMS), unidade de I&D da ULHT da qual em Março de 2015 ainda era responsável o Prof. João Corte-Real, professor catedrático da Univ. de Évora, mas onde nunca chegou a desenvolver qualquer actividade de investigação. Pediu a demissão dos cargos de direcção de cursos na Univ. Lusófona em Setembro de 2013, após ter manifestado por diversas vezes, nos órgãos próprios da universidade, a sua discordância com a "gestão do dossier Relvas", e com o facto de os custos materiais e morais dessa "gestão" estarem a ser sobretudo suportados pelos professores e alunos, reflectindo-se na degradação geral das condições para um ensino de nível univesitário. Acresceu o facto de, ao fim de 15 anos de serviço ininterrupto na ULHT, e após ter assumido cargos de direcção de cursos, continuar na condição de "prestador de serviços", pago à hora, em função do número de alunos inscritos a cada disciplina, alunos que, para a administração da ULHT, passaram a partir de 2012 a contar como "alunos inteiros" apenas se e quando inscritos à totalidade de UCs do semestre, ou seja, a 30 ECTS. Após a sua demissão ter sido finalmente aceite, em Novembro de 2013, continuou, até Maio de 2014, a assegurar a docência das unidades curriculares das quais era regente. Os "subsídios" de férias e Natal que lhe haviam sido pagos regularmente até 2012, desde então nunca mais foram pagos. Sindicalizado desde 2005, inscrito no SNESUP, viu até Março de 2014 as suas quotas sindicais serem-lhe mensamente descontadas pela COFAC, CRL - a cooperativa titular da ULHT. Subitamente, a partir de então não mais lhe foram feitos os descontos. Denunciou em Julho de 2014 a situação insustentável vivida na ULHT à autoridade competente - a [http://www.ige.min-edu.pt IGEC Inspecção Geral da Educação e Ciência] - baseando-se no seu caso particular e no dos cursos que dirigiu e onde leccionou, dando conta das constantes ingerências da administração da COFAC, nomeadamente através do então administrador-adjunto Manuel José Damásio - que pouco tempo depois dizia ao jornal Público não falar em nome da Lusófona - em assuntos do foro científico e pedagógico dos cursos, o que punha em causa o princípio da autonomia científica e pedagógica das faculdades e dos seus órgãos competentes nessa matéria: os Conselhos Científicos e Pedagógicos. Denunciou ainda a situação degradante de muitos professores com doutoramento que, com responsabilidades pela regência de unidades curriculares e pela obrigatória investigação, recebiam mensalmente quantias irrisórias, em muitos casos de poucas centenas de euros, e viam o seu trabalho limitado pela falta de condições e equipamentos laboratoriais, situação agravada pela circunstância de estarem dem causa não só licenciaturas mas também mestrados. Estranhamente, em Junho de 2017 ainda não lhe tinha sido comunicada qualquer decisão por parte da ACT, para onde a IGEC decidiu remeter a sua queixa, considerando-a um "assunto laboral". Visto isso, em Junho de 2016 interpôs, após a Segurança Social lhe ter deferido o pedido de apoio judiciário, um processo no tribunal do trabalho de Sintra contra a entudade instituídora da ULHT (a COFAC CRL), reclamando os créditos laborais e a existência de um vínculo laboral entre si e a COFAC, pelo menos desde 2003. Perdeu totalmente a causa, após julgamento e sentença proferida em Maio de 2017. Percebeu - ao fim de 17 anos! - que, segundo a "verdade jurídica", afinal podia dar aulas quando, onde e como quisesse (se o tivesse sabido antes a vida ter-lhe-ia sido seguramente bem mais fácil); percebeu finalmente que não era um "trabalhador", porque a "verdade jurídica" é outra e é simples: a universidade não tem trabalhadores! O seu espírito na hora contorceu-se de tanta luz, e também de surpresa pelo facto de, afinal, o seu caso, ao contrário do que afirmara a IGEC, não ser "laboral". Era o quê então? Ora, talvez epifenómeno, singularidade elementar da "ciência jurídico.pedagógica" em Portugal. Como corolário, compreendeu também (finalmente) que o "trabalhador independente" é, na verdade, uma impossibilidade jurídica (ou, em latim, como tanto gostam os nossos jurisconsultos/jurisconsultores, uma impossibilitatem iuris.) Pois ou se é trabalhador ou não se está "juridcamente subordinado" ao patrão e, como tal, é-se independente deste. As duas coisas ao mesmo tempo é que não, pelo menos para a maioria sã das mentes que trabalham e que não ganham a vida a "desdobrar" conceitos. Mais vale tarde do que nunca, e nunca é tarde de mais para aprender! - dir-se-á com razão. Estranho mesmo é haver por aí tanta gente a falar de uma "impossibilidade jurídica", incluindo a amabilíssima "autoridade tributária". Mas compreende-se. Não é certo que também há tanta gente por aí que fala de pontos, rectas e triângulos quando na verdade o ponto, a recta o triângulo para "nós" não existem? Para "nós" habitantes da Caverna (de Platão) que neste "mundo sensível" mais não vemos do que sombras das formas puras reflectidas? Já relativamente ao sindicato SNESUP, que a dado momento lhe propõs, por carta registada com AR, que tratasse de pagar as suas quotas, sob pena de expulsão do sindicato (e isto dado que a COFAC deixara de o fazer em Março de 2014, como antes se referiu), há apenas a dizer que, estranhamente, após ter reclamado de tal postura "sindical", permanecia membro do sindicato ainda em 14 de Junho de 2017... Aprender, aprender, aprender sempre! Da "justiça" aguarda-se o habitual: que ela mergulhe - isto se não o fez já, como há quem suspeite - e que volte daí a nada "refrescada", bem à maneira do "pato de Goethe". O que foi lá foi, e o que interessa mesmo é, agora e sempre, o futuro. Sempre a ***** do futuro como cantava o José Mário Branco no seu FMI, esse futuro sobre o qual Keines também profetizava que nele o mais certo é estarmos todos mortos.

Em Setembro de 2016 decidira rescindir o contrato de "não-trabalho" com a COFAC/ULHT. Procurando manter-se na "carreira" de professor do ensino superior, contactou várias instituições em Portugal e uma no Brasil, a UNIVATES (Lajeado, no estado do Rio Grande do Sul) onde esteve e com a qual chegou a celebrar um contrato que, por razões de saúde, não viria a poder cumprir. Ao fim de várias tentativas e hipóteses equacionadas, decidiu aceitar a proposta do ISEC - Instituto Superior de Educação e Ciências para aí colaborar como docente (professor Adjunto, agora devidamente colectado nas finanças como "trabalhador independente", em regime de prestação de serviços) dos seus cursos, nomeadamente Engenharia da Protecção Civil e Energias Renováveis e Ambiente. Foi professor visitante da Universidade de Ciências Aplicadas de Munique onde em 2017 leccionou um curso de Verão sobre avaliação e monitorização da qualidade do ar interior.


Sintra, 14 de Junho de 2017

Incursões pelas artesEditar

Colaborou assiduamente no DN Jovem quando tinha entre 21 e 25 anos de idade ou seja, entre os anos de 1986 e 1991, tendo convivido nesse suplemento literário do Diário de Notícias com gente que viria depois a ganhar nome no mundo das letras nacionais, por exemplo José Eduardo Agualusa, José Riço Direitinho, Joaquim Cardoso Dias, José Luís Peixoto ou António Manuel Venda, entre muitos outros. Neste período ganhou por diversas vezes os prémios semanalmente atribuídos, tendo sido um dos autores representado na Antologia DN Jovem[18], colectânia dos melhores textos publicados no suplemento literário, obra publicada em 1990 pela editora do Diário de Notícias, a Editorial Notícias.[19]

Prémios literários e distinçõesEditar

  • 1989 - Menção honrosa do Prémio Bocage, atribuído pela Associação de Municípios do Distrito de Setúbal, com a obra "Elogio do Ser Imóvel"[20];
  • 1990 e 1991 - Vencedor do Prémio Literário Carpe Diem, atribuído pela associação alcobacence com o mesmo nome, às obras "Elogio do ser Imóvel" e "Poemas Fractais"[21]
  • 1993 - Vencedor do Prémio de Revelação de Poesia Ary dos Santos 1993, atribuído pela Câmara Municipal de Grândola e pela Associação Portuguesa de Escritores à obra "Fractal"
  • 2008 - Menção Honrosa do Prémio cidade do Funchal/Edmundo Bettencourt, atribuído à obra "Um Nome para a Poesia"

Notas

  1. «Anúncio da criação em, 2007, do Prémio de Revelação Artística D. Benta de Aguiar(PRADBA) língua=». Consultado em 12 de Julho de 2013 
  2. «Anúnio, a 7 de Junho de 2008, dos vencedores do PRADBA 2007língua=». Consultado em 2 de Agosto de 2013 
  3. http://www.csmiguel.pt/web/
  4. http://www.steotonio.pt/site/index.php
  5. «Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência». archive.is. 2 de agosto de 2013 
  6. Rodrigues, Valdemar Jose Correia Barbosa; Neves, Ramiro Joaquim de Jesus (1997). Universidade Técnica de Lisboa. «Modelacao ecologica e da qualidade da agua em zonas costeiras utilizando a aproximacao lagrangeana». Lisboa 
  7. http://www.regie-energie.qc.ca/audiences/3526-04/MemoiresParticip3526/Memoire_CCVK_79_ExternE_Portugal.pdf
  8. http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5822578839047125
  9. http://principia.pt/desenvolvimento-sustentavel-loja.html
  10. http://www.apambiente.pt/index.php?ref=19&subref=139&sub2ref=503
  11. Gomes, M. L.; Marcelino; M. M.; Espada, M. G.; Ramos, T.; Rodrigues, V. (2000) Proposta para um Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável. Direcção Geral do Ambiente - Direcção de Serviços de Informação e Acreditação.
  12. http://opac.iefp.pt:8080/images/winlibimg.exe?key=&doc=28230&img=168
  13. http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/09644019708414313#.UfxMKdxdZjo
  14. http://books.google.pt/books?id=tPImQ7eeaLsC&pg=PT6&lpg=PT6&dq=rodrigues+direitinho+globalisation&source=bl&ots=_ONveA8R8a&sig=C30fWqlXps31wLcqSWYOfqP3-YM&hl=pt-PT&sa=X&ei=WGn8UZiuGMKQ7AaBsID4BQ&ved=0CC0Q6AEwAA#v=onepage&q=rodrigues%20direitinho%20globalisation&f=false
  15. «Ver referência na p. 7 da revista» (PDF). Consultado em 9 de Julho de 2013 
  16. http://www.publico.pt/ciencia/noticia/alcobaca-continua-a-discutir-e-a-criticar-a-passagem-do-tgv-pelas-suas-terras-1319434
  17. http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=16981
  18. Antologia DN Jovem, Lisboa: Diário de Notícias, 1990, 407 pp.
  19. Cf. texto de Valdemar Rodrigues "As Três Idades" in Antologia DN Jovem, pp. 397-401, Lisboa: Diário de Notícias.
  20. Cf. notícia do prémio dada no Jornal A Capital, de 5 de Janeiro de 1989. Na foto, Valdemar Rodrigues é o primeiro da esquerda
  21. Notícias dos prémios dadas, entre outros, nos jornais Região de Leiria, ed. de 31-08-1990, e A Voz de Alcobaça, ed. 31-12-1991)

Ligações externasEditar