2009 nos direitos LGBT

EventosEditar

 
Jóhanna Sigurðardóttir, primeira-ministra da Islândia.

JaneiroEditar

FevereiroEditar

  • 1 de fevereiro — Jóhanna Sigurðardóttir torna-se primeira-ministra da Islândia, a primeira chefe de governo abertamente gay do mundo moderno.[4]
  • 9 de fevereiro — A Parceria Doméstica Registrada passa a vigorar em Phoenix, Arizona.[5]
  • 10 de fevereiro — o governador republicano de Utah, Jon Huntsman, diz que apoia uniões civis.[6]
  • 12 de fevereiro —
    • No Congresso dos Estados Unidos, o congressista Jerrold Nadler de Nova Iorque e o senador Patrick Leahy de Vermont reapresentam o Uniting American Families Act (UAFA) (H.R.1024 & S.424).[7][8]
    • O governo da Hungria aprova um novo projeto de parceria registrada que é aplicável somente aos casais homossexuais, reconhecendo todos os direitos do casamento exceto a adoção e a possibilidade de usar o mesmo sobrenome. A legislação sobre parceria registrada já havia sido aprovada em 2007, mas foi declarada inconstitucional dezesseis dias antes de produzir seus efeitos, devido a duplicar os direitos já existentes na lei de casmento para casais de sexos opostos.
  • 12 de fevereiro - o projeto de união civil do Havaí é aprovado na assembleia estadual por 33-17.[9]
  • 18 de fevereiro - Todos os cinco projetos chamados de Common Ground Initiative que estendiam direitos LGBT em Utah foram derrotados.[10]
  • 19 de fevereiro - O Senado de Dakota do Norte aprova, por 27 a 19, uma emenda à Lei de Direitos Humanos que inclui gays, lésbicas e transgêneros.[11]
  • 20 de fevereiro - Um projeto que criminaliza a homossexualidade é rejeitado no Senado de Burundi.[12]
  • 23 de fevereiro - A Assembleia Legislativa do Colorado aprova um projeto de benefícios aos parceiros domésticos que torna mais fácil aos parceiros não casados, incluindo gays e lésbicas, a tomar decisões pelos parceiros incapacitados e deixar propriedades aos parceiros.[13]
  • 24 de fevereiro - O Senado do Colorado aprova o projeto de benefícios aos parceiros domésticos que torna mais fácil àqueles não casados, incluindo gays e lésbicas, a tomar decisões pelos parceiros incapacitados e deixar propriedades ao outro.[14]
 
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Referências

  1. «Same sex marriage law passed by wide majority». Consultado em 20 de janeiro de 2011. Arquivado do original em 13 de junho de 2008 
  2. http://lovdata.no/all/hl-19930430-040.html
  3. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 13 de abril de 2009 
  4. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 6 de abril de 2009 
  5. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009 
  6. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2009 
  7. U.S. House. 111th Congress, 1st Session. H.R. 1024, Uniting American Families Act of 2009. ONLINE. Thomas. Available: http://thomas.loc.gov/cgi-bin/bdquery/z?d111:H.R.1024: [12 February 2009].
  8. U.S. Senate. 111th Congress, 1st Session. S. 424, Uniting American Families Act of 2009. ONLINE. Thomas. Available: http://thomas.loc.gov/cgi-bin/bdquery/z?d111:S424: [12 February 2009].
  9. «Cópia arquivada». Consultado em 26 de março de 2012. Arquivado do original em 16 de fevereiro de 2009 
  10. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009 
  11. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009 
  12. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009 
  13. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009 
  14. «Cópia arquivada». Consultado em 20 de abril de 2009. Arquivado do original em 12 de setembro de 2009