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Administração do Território do Inimigo Ocupado

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Occupied Enemy Territory Administration (OETA)
Administração do Território do Inimigo Ocupado

Território Ocupado

1917 – 1920 Flag of Kingdom of Syria (1920-03-08 to 1920-07-24).svg
 
Flag of the United Kingdom.svg
 
Lebanese French flag.svg
 
Latakiya-sanjak-Alawite-state-French-colonial-flag.svg

Bandeira de

Bandeira

Localização de
Área da Administração do Território do Inimigo Ocupado na Síria e na Palestina
Capital Não especificada
Língua oficial Árabe, Turco (até 1921),

Francês (exército ocupante do Império Colonial Francês e respetivos representantes),

Inglês (exército ocupante do Império Britânico e respetivos representantes)

Governo Território Ocupado
História
 • 1917 Estabelecida
 • 19 a 26 de Abril de 1920 Conferência de San Remo
 • 1920 Dissolvida
Precedido por
Sucedido por
Ottoman flag.svg Síria otomana
Ottoman flag.svg Vilaiete da Síria
Ottoman flag.svg Sanjaco de Jerusalém
Ottoman flag.svg Vilaiete de Beirute
Ottoman flag.svg Vilaiete de Alepo
Ottoman flag.svg Sanjaco de Zor
Reino Árabe da Síria Flag of Kingdom of Syria (1920-03-08 to 1920-07-24).svg
Mandato Britânico da Palestina Flag of the United Kingdom.svg
Grande Líbano Lebanese French flag.svg
Estado Alauíta Latakiya-sanjak-Alawite-state-French-colonial-flag.svg
Atualmente parte de  Iraque
 Israel
 Jordânia
 Líbano
 Palestina
 Síria
 Turquia

A Administração do Território do Inimigo Ocupado (OETA), foi uma administração militar conjunta da França e do Reino Unido sobre as províncias do Levante e da Mesopotâmia do Império Otomano no período compreendido entre 1918-1920 e após a Campanha do Sinai e Palestina da Primeira Guerra Mundial. A administração terminou com a assinatura do Mandato Francês da Síria e do Líbano e do Mandato Britânico para a Palestina na conferência de San Remo de 19–26 de Abril de 1920.

HistoriaEditar

Após a ocupação britânica e francesa, a região foi dividida em três subunidades administrativas, que variavam muito pouco das divisões otomanas anteriores.[1] OETA Sul, consistindo dos sanjacos otomanos de Jerusalém, Nablus e Acre, OETA Norte (mais tarde renomeada OETA Oeste), consistindo dos sanjacos otomanos de Beirute, Líbano, Lataquia e vários sub-distritos, e OETA Leste, que consistia no otomano Vilaiete da Síria e no Vilaiete de Hejaz. Mas, com o sucesso da Guerra de independência turca, os sanjacos de Maraş, Antep e Urfa do antigo Vilaiete de Alepo permaneceram na Turquia depois de 1921. Também, Antáquia e İskenderun kazas do Sanjaco de Alepo com um só foram separados como República de Hatay em 1938. A república juntou-se á Turquia em 1939.

Quando as forças britânicas ocuparam a Etiópia, a Líbia e outras colónias italianas durante a Segunda Guerra Mundial, a OETA foi revivida como a estrutura administrativa pela qual os britânicos governaram esses territórios.[2] Na Etiópia, o Imperador Haile Selassie recebeu permissão para retornar e reivindicar o seu trono, mas as autoridades da OETA governaram o país por algum tempo antes que a soberania plena fosse restituída à Etiópia.

Administradores militaresEditar

OETA Sul

Quando Allenby assumiu pela primeira vez o comando da Força Expedicionária Egípcia, ele rapidamente se juntou ao exército no campo, deixando os problemas políticos e administrativos relacionados ao Mandato Egípcio para um Governo nomeado com uma equipe adequada. A área do antigo território otomano agora sob ocupação também exigia gestão, e com a aprovação do governo, Allenby nomeou um administrador-chefe para a Palestina. Ele dividiu o país em quatro distritos: Jerusalém, Jaffa, Majdal e Bersebá, cada um sob um governo militar. Sob esta administração, as necessidades imediatas do povo foram providenciadas, sementes e gado foram importados e distribuídos, financiamento em condições fáceis foi disponibilizado através dos banqueiros do Exército, uma moeda estável foi estabelecida e os serviços postais foram restaurados.[3] Allenby insistiu que, enquanto a administração militar fosse necessária, permaneceria sob sua responsabilidade.[4]

OETA Leste

Referências

  1. Israel: the first hundred years, Efraim Karsh
  2. Harold G. Marcus. Haile Selassie and Italians, 1941–1943. Northeast African Studies, Vol. 10, No. 3 (New Series) 2003, pag. 19–25 (Online version of the article).
  3. E. G. Keogh (1955). Suez to Aleppo. Melbourne: Directorate of Military Training by Wilkie & Co. p. 202-3 
  4. Hughes, Matthew, ed. (2004). Allenby in Palestine: The Middle East Correspondence of Field Marshal Viscount Allenby June 1917 – October 1919. Col: Army Records Society. 22. Phoenix Mill, Thrupp, Stroud, Gloucestershire: Sutton Publishing Ltd. ISBN 978-0-7509-3841-9  Allenby to Robertson 25 January 1918 in Hughes 2004, p. 128
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