Adrian Lamo

Adrian Lamo (20 de fevereiro de 1981 – 14 de março de 2018) foi um hacker Black Hat, conhecido principalmente por quebrar uma série de sistemas de alta segurança de rede de computadores, como a Microsoft, a Yahoo!, a MCI WorldCom, a Excite@Home, as empresas de telefonia SBC, Ameritech e Cingular e o New York Times. Foi preso somente após invadir o New York Times.

Adrian Lamo
Nascimento 20 de fevereiro de 1981
Boston
Morte 14 de março de 2018 (37 anos)
Wichita
Sepultamento Wichita
Cidadania Estados Unidos
Cônjuge Lauren Fisher
Alma mater
  • American River College
Ocupação hacker de segurança, jornalista, cientista de computação, programador, hacker
Causa da morte Desconhecido
Página oficial
https://about.me/aal

New York TimesEditar

Normalmente, Adrian apenas invadia sistemas para encontrar falhas e reportá-las ao administrador do sistema. O episódio do New York Times foi diferente, pois o "NYT" já estava com a reputação de sua segurança manchada após serem invadidos pelo grupo hacker "Hacking for girlie". O hack de Adrian Lamo feriu a moral dos responsáveis pela segurança que havia se dedicado para que o episódio doHacking for girlie não ocorresse novamente.

O Hacking for girlie invadiu o "NYT" criticando o artigo que John Markoff escreveu sobre Kevin Mitnick, que contribuiu para o tratamento duro que Kevin Mitnick recebeu ao ser preso.

Envolvimento com o FBI e a NSAEditar

Em agosto de 2010, Andy Greenberg, da Forbes,[1] revelou que Lamo trabalhava como "especialista em segurança" com o Projeto Vigilante, uma instituição de segurança privada que trabalha com o FBI e a NSA.

Caso WikileaksEditar

Chelsea E. Manning[2] era analista de inteligência do Exército americano e trabalhou no Iraque e no Afeganistão. Agentes do Comando de Investigação Criminal do Exército prenderam-na com base em informações recebidas de autoridades federais a partir de Adrian Lamo.[3][4]

Em uma conversa com Lamo, Manning contou-lhe que havia sido responsável pelo vazamento de um vídeo do ataque de um helicóptero a civis em 12 de julho de 2007 em Bagdá. Posteriormente, Lamo entregou Manning às autoridades.[5][6][7]

O grupo Hackers no Planeta Terra criticou publicamente Lamo por trair Manning.[8][4]

Chelsea Manning, semanas depois, foi também acusada de vazar mais de 150 mil documentos ao site WikiLeaks. A acusação inicialmente não foi provada mas com a colaboração de Adrian Lamo provas foram introduzidas contra Manning.[9][10]

Ver TambémEditar

Ligações externasEditar


Referências