Alberto Villaverde Cabral

jornalista português

Alberto Villaverde Cabral (Ponta Delgada, Açores, 21 de Junho de 194219 de agosto de 1996), foi um jornalista português[1].

Filho de António Joaquim de Andrade Cabral (Lisboa, São Vicente de Fora, 10 de Junho de 1908 - ?), Engenheiro Agrónomo, e de sua mulher Espanhola Teresa Villaverde Rovirosa (Tarragona, 6 de Janeiro de 1920 - ?).

Aos 16 anos, enquanto estudante do liceu de Oeiras, participou com o irmão Manuel nas campanhas para as eleições presidenciais de 1958, primeiro a favor de Arlindo Vicente e, após a desistência deste, a favor de Humberto Delgado.[2]

Em 1967 foi preso pela PIDE tendo ficado cerca de dois meses em Caxias depois de ter sido submetido a tortura do sono. Entre 1969 e 1974 participou activamente no Movimento CDE.

Em Dezembro de 1971 publicou “Chile a Etapa Necessária”, escrito juntamente com José Garibaldi Barros Queirós, que foi apreendido pela PIDE. Em Março de 1973 publicou "Comentários ao Dia-a-Dia Internacional".

Jornalista, trabalhou nos jornais Diário de Lisboa e O Diário. Foi director de informação da RTP e fundador, director e Presidente do Conselho de Administração da agência noticiosa ANOP.

Casou com Marília Pereira Morais (Lisboa, 24 de Junho de 1942). É pai da realizadora Teresa Villaverde.

Morreu em Lisboa, no dia 19 de Agosto de 1996.

ToponímiaEditar

  • Rua Alberto Villaverde Cabral[3]

Referências

  1. «Alberto Villaverde Cabral». Marcas das Ciências e das Técnicas. Consultado em 22 de dezembro de 2012. Arquivado do original em 4 de janeiro de 2012 
  2. https://www.jornaltornado.pt/alberto-villaverde-cabral/
  3. «Rua Alberto Villaverde Cabral». Marcas das Ciências e das Técnicas. Consultado em 22 de dezembro de 2012 [ligação inativa]
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