Amelia Toledo

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Sete Ondas, 1995. Escultura em frente ao MAM-SP.
Caleidoscópio, 1999. Escultura na Estação Brás do Metrô de São Paulo.
Amelia Toledo
Nascimento 7 de dezembro de 1926
São Paulo
Morte 7 de novembro de 2017 (90 anos)
Cidadania Brasil
Alma mater Universidade de Brasilia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Ocupação escultora, artista, pintora, ilustradora, colecionador de arte
Empregador Fundação Armando Álvares Penteado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Página oficial
http://ameliatoledo.com

Amelia Amorim Toledo (São Paulo, 7 de dezembro de 1926 - São Paulo, 7 de novembro de 2017[1]) foi uma artista plástica brasileira. Atuava como pintora, desenhista, escultora e gravadora, foi também designer de joias e professora.[2]

HistóriaEditar

Trabalhou, na década de 40, com desenho de projetos no escritório de Vilanova Artigas um dos arquitetos mais importantes da história de São Paulo.[3]

Se aproximou de Anita Malfatti, estudou pintura com Waldemar da Costa e Yoshiya Takaoka. João Luís Chaves foi seu mestre em gravura em metal. Cursou a London Country Council Centrasl School of Arts and Crafts.[3]

Como professora atuou na UnB, em Brasília, na FAAP em São Paulo, Universidade Mackenzie, na Escola Superior de Desenho Industrial no Rio de Janeiro, e na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa.[4][3]

Na vertente construtiva da arte contemporânea a obra de Amelia Toledo destaca os materiais e fenômenos de forma original; a artista cria um sentido próprio para o conceito de "arte concreta", através de uma obra em que a matéria, concretamente, se faz representar em forma de joias, objetos, pinturas, esculturas e instalações; fenômenos como reflexo, transparência, peso, medida, densidade... são protagonistas de uma obra multifacetada que tem a simplicidade no seu cerne.

Aos 83 anos de idade, Amelia Toledo participou como artista convidada na 20 Bienal Internacional de São Paulo, em 2010, apesar da sua obra andar na contramão da arte contemporânea atual. Também no ano de 2010 a artista recebeu o oficialato da Ordem do Ipiranga[5] o Prêmio Governador do Estado, em São Paulo, onde atualmente vive e trabalha.

ObrasEditar

[6]

  • Caleidoscópio, 1999. Módulos em chapa de aço inox, curvados, com diversos acabamentos: pintados, lixados e polidos. Estação Brás (CPTM - Metrô), São Paulo.
  • Paisagem Subterrânea, 1998. Painel de piso com coleção do granito brasileiro instalado nas plataformas de embarque. [1] Estação Arcoverde do Metrô, RJ.
  • Fatia de Horizonte, 1996. Chapa de aço inoxidável polida e oxidada com granalha.
  • Caminhos do Oco, obra lúdica, 1982. Areia e cacos de caramujos

Referências

  1. «Aos 90 anos, morre artista plástica Amelia Toledo». Folha de S.Paulo. Consultado em 12 de novembro de 2017 
  2. O Estado de S. Paulo (jornal) - Caderno Arte&Lazer Variedades - 28 de Outubro de 2002 - "Ares e Pensares" propõe uma pausa para reflexão
  3. a b c «Amelia Toledo». Itaú Cultural. 26 de setembro de 2018. Consultado em 22 de junho de 2019 
  4. O Estado de S. Paulo (jornal) - Caderno Arte&Lazer - 4 de Maio de 2006 - "Retrospectiva de Amelia Toledo em Florianópolis"
  5. «DECRETO Nº 56.210». Portal da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 17 de setembro de 2010. Consultado em 12 de março de 2018 
  6. O Estado de S. Paulo (jornal) - caderno Arte&Lazer - 12 de novembro de 2007 - Itaú Cultural encerra ano com mostra "Futuro do Presente"

Ligações externasEditar

 
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