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Arnaldo Tirone

Arnaldo Luiz de Albuquerque Tirone (São Paulo, 27 de abril de 1950), mais conhecido como Arnaldo Tirone ou Pituca , é um ex-presidente da do Sociedade Esportiva Palmeiras. Em 19 de janeiro de 2011, foi eleito presidente do clube, depois de vencer a disputa contra os candidatos Paulo Nobre e Salvador Hugo Palaia, que representavam a chapa da situação do Palmeiras.[1] É filho de Arnaldo Tirone, um dos mais renomados diretores do clube paulistano nas décadas de 50, 60 e 70. Empresário do ramo imobiliário, possui um restaurante em São Paulo.[2] Em janeiro de 2013, foi substituído na presidência do clube por Paulo Nobre, que, por 153 votos a 106, superou o adversário Décio Perin.[3]

Arnaldo Luiz de Albuquerque Tirone
Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras
Período 19 de janeiro de 2011 a 19 de janeiro de 2013
Antecessor(a) Luiz Gonzaga Belluzzo
Sucessor(a) Paulo Nobre
Dados pessoais
Nascimento 27 de abril de 1950
São Paulo, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Profissão Empresário

EleiçãoEditar

Arnaldo Tirone fez parte da chapa de oposição à gestão do presidente anterior, Luiz Gonzaga Belluzzo, e contou com o apoio de Mustafá Contursi, Carlos Bernardo Facchina Nunes e Affonso Della Monica, todos ex-presidentes. Tais apoios tornaram-no favorito na eleição.

Após a eleição, Tirone confirmou seu favoritismo e foi eleito presidente do Palmeiras, com 158 votos. Seus adversários, Paulo Nobre e Salvador Hugo Palaia, receberam 96 e 21 votos, respectivamente. Além da vitória, Arnaldo Tirone elegeu os quatro vices que faziam parte de sua chapa: Roberto Frizzo, Edvaldo Frasson, Mario Gianinni e Walter Munhoz. A sua presidência terminou em Dezembro de 2012.

PolêmicasEditar

Dono de pouco prestígio junto à torcida do clube, principalmente após a queda alviverde à Série B e após o Palmeiras levar a Copa do Brasil, ter colocado o Palmeiras na Libertadores de 2013 devido a um fato no qual um dia após o rebaixamento, Tirone triste com o fato de o clube ser rebaixado , e apareceu por 15 minutos em uma praia do Rio de Janeiro. Tirone presenciou, inclusive, a criação, por parte de alguns palmeirenses, de um site para protestar contra sua gestão, site este também responsável por uma contagem regressiva para o término do seu mandato como presidente mal avaliado ao contrário do pensam a maioria que conheceu a sua trajetória, e também todos os que trabalharam com ele em sua gestão, considerado pelos Departamentos Amadores e funcionários como o melhor presidente até então. A queda, por sua vez, também teria sido o principal fator à sua desistência de concorrer à reeleição.[4]

A 11 dias de deixar o principal cargo existente no Palmeiras, Tirone ainda se envolveria em mais uma polêmica: em evento da FPF, apesar de inicialmente ter recusado um automóvel cedido aos participantes pela organizadora, o presidente alviverde, ao aceitá-lo posteriormente, o automovel derigido por seu diretor tesoureiro Sergio Granieri raspou levemente com veículo mal estacionado .[5]

Referências