A Arriva Plc é um grupo britânico e uma subsidiária da Deutsche Bahn, especializado em transportes públicos, possuindo participações em empresas deste ramo em 14 países da Europa. Em Portugal detém 31,5% do grupo português Barraqueiro Transportes, e detém desde 2003 a 100% a Transportes Sul do Tejo (TST).[1]

Arriva
Publica
Atividade Transportes
Fundação 1938
Pessoas-chave Richard Broadbent, Chairman
David Martin, CEO
Empregados Cerca de 43,000 (2008)
Lucro £111.2 million (2008)
LAJIR £171.8 million (2008)
Faturamento £3,042.2 million (2008)
Website oficial www.arriva.pt

A Arriva opera 19 500 autocarros em toda Europa e é um dos maiores fornecedores de transporte de passageiros na Europa, empregando mais de 55 000 pessoas e registando mais de 2,2 mil milhões de viagens todos os anos.

Em PortugalEditar

No ano 2000, as empresas João Carlos Soares e Filhos S.A. (de Guimarães), Abílio da Costa Moreira e Companhia, S.A. (de Vila Nova de Famalicão), Viação Costa e Lino, S.A. (de Vila do Conde) e Ami – Transportes, S.A. foram adquiridos pela inglesa Arriva PLC. permitindo os utentes de autocarros da zona do Ave terem um único passe para as várias transportadoras. Em 2010, a Arriva PLC foi adquirida pela empresa Deutsche Bahn.

No mercado do transporte rodoviário de passageiros português, a Arriva representou cerca de 30% de todo o mercado. Com a participação na Barraqueiro Transportes, uma das maiores empresas de transportes públicos portuguesa, a Arriva mantém o interesse no único operador ferroviário privado do país, a Fertagus. Em Portugal, o grupo operava em 2014 cerca de 3290 autocarros empregando cerca de 6180 pessoas.[2] Em 2021, antes da retirada do mercado português, estes valores haviam reduzido para 750 autocarros, 18 comboios, 126 elétricos (MP e MTS), e 1300 funcionários.[3]

O abandono das suas operações em Portugal foi anunciado para o final de 2021.[4]

No final de 2021, a casa-mãe da Arriva, a Deutsche Bahn, resolveu retirar a empresa do Norte de Portugal, mantendo apenas em Setúbal o serviço da marca TST, e 31,5% na administração do grupo português Barraqueiro. A partir de julho de 2022, sob o nome de Metropolitano Carris, irá concessionar a Área Metropolitana de Lisboa, num contrato de sete anos.

Referências

Ligações externasEditar

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