Batistas reformados

Calvinismo
John Calvin.jpg
João Calvino
Bases históricas:

Cristianismo
Reforma

Marcos:

A Institutio Christianæ Religionis de Calvino
Os Cinco Solas
Cinco Pontos (TULIP)
Princípio regulador
Confissões de fé
Bíblia de Genebra

Influências:

Teodoro de Beza
John Knox
Ulrico Zuínglio
Jonathan Edwards
Teologia puritana

Igrejas:

Reformadas
Presbiterianas
Congregacionais
Batistas Reformadas

Os batistas reformados são um grupo de batistas que evocam doutrinas reformadas ou calvinistas. Adotam a Confissão de Fé Batista de 1644 ou de 1689, ou ainda a Confissão de Fé de New Hampshire. Seguem uma linha na era moderna dos batistas particulares da Inglaterra. Os nomes batista particular e batista calvinista estão todos intimamente ligados para os batistas reformados. Entretanto, essa uma alcunha (batista reformado) em seu uso contemporâneo é registrada a partir dos anos 1960, exceto algumas instâncias isoladas na década de 1820, não constituindo parte da identidade batista antes desse movimento.

CaracterísticasEditar

ConfessionalidadeEditar

Algumas igrejas batistas chamadas de reformadas adotam Confissões de Fé[1][2][3][4]. Historicamente, a Primeira Confissão Batista de Londres[5], a Segunda Confissão Batista de Londres[6][7] e a Confissão de New Hampshire[8] estão entre as mais utilizadas e divergem da Declaração Doutrinária dos Batistas Brasileiros (Convenção Batista Nacional e Convenção Batista Brasileira). A Confissão Batista da Filadélfia foi baseada na Segunda Confissão Batista de Londres. As confissões de fé batistas pressupõem os credos históricos, como o Credo dos Apóstolos, o Credo Niceno, e outros[9].

Outros grupos tradicionais como os batistas primitivos, batistas independentes, batistas bíblicos e muitas igrejas filiadas à Convenção Batista Sulista - ainda que aderente substancialmente ao calvinismo - rejeitam o credalismo ou confessionalismo, insistindo em "nenhum credo senão a Bíblia".[10]

Teologia do PactoEditar

Assim como ocorre com outros cristãos reformados, muitos batistas reformados adotam a Teologia do Pacto[11][12][13]. No entanto, Batistas Reformados diferem de Presbiterianos, Reformados Continentais e Congregacionais nos detalhes desta teologia. Estas diferenças explicam, por exemplo, porque batistas praticam credobatismo, enquanto estes outros grupos praticam o pedobatismo. Enquanto que outros reformados entendem, a partir de sua teologia, que os filhos de cristãos devem ser batizados, Batistas Reformados entendem que somente aqueles que fazem uma profissão de fé devem ser batizados. O batismo é visto como um sinal da administração de Nova Aliança — feita com aqueles que foram regenerados, que tem seus pecados perdoados e que são salvos ao conhecer o Senhor. Candidatos ao batismo são considerados após a congregação examinar cuidadosamente seus testemunhos e estilos de vida[14][15].

Alguns ramos dos batistas reformados rejeitam a teologia pactual, preferindo a Teologia da Nova Aliança (por exemplo, John Reisinger) ou um arcabouço teológico dispensacionalista (Rolfe Barnard).

Soteriologia CalvinistaEditar

A soteriologia (doutrina de salvação) dos batistas reformados partem do sistema de João Calvino, baseada nas chamadas Doutrinas da Graça, conforme interpretadas nos Cânones de Dort[16] e resumida nos chamados cinco pontos do calvinismo (conhecida pela sigla TULIP). Contudo, considerando a rejeição do batismo infantil, a adoção do credobatismo e o caráter evangelístico que os batistas reformados assumem, a soteriologia batistas reformada diverge do calvinismo clássico, adotando soteriologias próprias, como fullerismo e a doutrina da graça soberana.

Cinco SolasEditar

Assim como outros grupos reformados, Batistas Reformados afirmam os Cinco Solas, sumário contemporâneo ao pensamento dos ideais dos reformadores[17][18][19][20].

Princípio regulador do cultoEditar

O princípio regulador de culto é a crença de que "O modo aceitável de adorar o Deus verdadeiro é instituído por ele mesmo e tão limitado pela sua própria vontade revelada, que não pode ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens, ou o sugestões de Satanás, sob qualquer representação visível, ou qualquer outra forma, não prescrita nas Sagradas Escrituras" (a partir do capítulo 22, nº 1 da Confissão de Fé Batista de 1689). Cada elemento da liturgia semanal regular deve ser expressamente ordenado da Escritura. Tudo o que é expressamente ordenado deve ser incluído, o que não é expressamente ordenado deve ser excluído. Este princípio também explica porque batistas reformados não batizam bebês[21][22][23][24].

CongregacionalismoEditar

O congregacionalismo é a crença de que não há nenhuma autoridade eclesiástica acima da congregação local além do próprio Jesus Cristo. No geral, as igrejas batistas entendem que a igreja local deve ser autônoma, e portanto são contra as estruturas episcopal (de bispos, como adotado pela Igreja Metodista) ou presbiteriana (presbitérios e sínodos). Apesar disso, tradicionalmente as Igrejas Batistas Reformadas se reúnem em convenções associativas para comungarem com outras igrejas de doutrina em comum e promover instituições paraeclesiásticas como seminários, juntas de missões, etc[25].

Excepcionalmente, algumas igrejas batistas reformadas adotam elementos do modelo presbiteriano, como a distinção entre presbíteros do ensino (pregadores) e presbíteros de governo (corpo diretor)[26], bem como a transferência de parte da autoridade local para associações colegiadas acima da congregação local.[27]

Liderança EclesiásticaEditar

Igrejas batistas reformadas possuem como líderes dois tipos de oficiais: pastores (também chamados de anciãos, presbíteros, reverendos) e diáconos. Cada igreja local tem um determinado número de pastores, variando de igreja a igreja. Este grupo de pastores é responsável pela liderança espiritual (oração, pregação, aconselhamento, ensino) enquanto diáconos são responsáveis por outras questões eclesiásticas[28][29][30].

SabatismoEditar

Alguns batistas reformados são sabatistas e consideram o domingo, geralmente chamado de "dia do Senhor", o único santo dia da fé cristã. Crêem que os domingos são para participar do culto público (chamado de "reunião sabática" ou "reunião" pelos tradicionais) e a prática de boas obras, sendo para descansar de todos os trabalhos "terrenos" e negócios. Há divergências acerca da proibição estrita de trabalhos "terrenos".

BatismoEditar

Assim como outros batistas, os batistas reformados entendem que o batismo deve ser preferencialmente por imersão e não por aspersão.

HistóriaEditar

InglaterraEditar

Batistas GeraisEditar

A primeira igreja batista nasceu com um grupo de refugiados ingleses na Holanda em busca de liberdade religiosa em 1608. Liderados por John Smyth, clérigo, e Thomas Helwys, advogado, organizaram em Amsterdã, em 1609, uma igreja congregacional. John Smyth, puritano, discordava da política e de alguns pontos da doutrina da igreja anglicana, da qual era pastor, após uma aproximação com os menonitas e, examinando a Bíblia, creu na necessidade de batizar-se conscientemente, em seguida batizando os demais fundadores da igreja, constituindo-se assim a primeira igreja batista organizada. Nessa mesma época ocorria entre os Reformados na Holanda o debate entre gomaristas e arminianos e os batistas agrupados em torno de Helwys e Smyth foram chamados de batistas gerais, pois tendiam a essa última vertente.

Batistas ParticularesEditar

Os batistas particulares eram assim chamados por acreditarem na expiação limitada, ou particular. A visão particular da expiação é que Cristo, na Sua morte, se comprometeu em salvar indivíduos particulares, os eleitos. Esta é a posição calvinista. Alguns dos primeiros líderes batistas particulares foram Benjamin Keach, Hanserd Knollys, William Kiffin, e Isaac Backus. Os batistas da Inglaterra descendem dos batistas particulares[31].

O principal porta-voz inicial do calvinismo no meio batista foi John Gill (1696-1771), um adepto da pregação expositiva da Bíblia. Ao longo dos séculos 18 e 19, muitos batistas gerais da Inglaterra aderiram ao liberalismo teológico e praticamente desapareceram de cena. No mesmo período, muitos batistas particulares tiveram uma posição teológica super-conservadora, tida como hiper-calvinismo e antimonianismo[32]. Em 1785, Andrew Fuller (1754-1815) publicou o livro "O Evangelho Digno de toda a aceitação", que ajudou muitos batistas particulares a tomarem uma posição mais aberta e sociável com e ao estilo do evangelicalismo. Essa vertente foi chamada de "Fullerismo" e levaria a uma divisão entre os batistas particulares, entre aqueles que adotaram a abertura e aqueles que se mantiveram conservadores. Essa vertente batista mais aberta tem como expoentes históricos o próprio Andrew Fuller. Com o tempo a teologia super-conservadora perdeu sua força, a ponto de muitos batistas gerais e particulares se fundirem na União Batista da Grã-Bretanha (1813). Nessa linhagem, William Carey, missionário para a Índia, combinava a eclesiologia batista reformada com a soteriologia wesleyana.[33] Todavia, uma vertente avivalistas de tendências calvinistas foi formada pela influência de Charles Spurgeon, um dos mais influentes batistas particulares da Inglaterra no século 19.

Os batistas estritos surgiram quando da controvérsia avivalista e missionária em reação tanto ao fullerismo quanto aos hiper-calvinistas no início do século XIX, defendendo uma separação com denominações que não seguissem suas doutrinas e práticas. [34]

Depois da Segunda Guerra, o neopuritanismo de Martyn Lloyd-Jones e J.I. Packer (ambos não batistas) influenciaram um ressurgimento da teologia reformada entre batistas britânicos. Líderes como Erroll Hulse (Leeds) e Geoffrey Thomas (Gales) adotaram a Segunda Confissão Batista de Londres (1689) e organizaram um movimento com identidade expressamente batista reformada. A partir da Inglaterra nos anos 1960, o movimento batista reformado se disseminaria pelo mundo de língua inglesa, com pouca ou nenhuma interação ou comunhão com batistas não calvinistas.[35]

Estados UnidosEditar

Entre as primeiras igrejas batistas estabelecidas nos Estados Unidos durante o período colonial estavam algumas de vertente reformada[36]. Neste período, os primeiros batistas Roger Williams, em Providence, Rhode Island, e John Clarke em Newport, Rhode Island, eram aderentes da doutrina do "Soul competency", recusando subscrever quaisquer confissão de fé[37]. As primeiras associações de igrejas batistas do país eram também reformadas. Quando de sua fundação, a Convenção Batista do Sul e o Southern Baptist Theological Seminary eram reformados[38][39][40].

Nos meados da década de 1820, quando as diferenças entre os batistas gerais (arminianos) e regulares (calvinistas) tendiam a desaparecer, surgiu nos Estados Unidos uma vertente aderente ao fullerismo que levou à formação de grupos batistas reformados e confessionais calvinistas meio às controvérsias acerca de sociedades missionárias, escolas dominicais, oficio pastoral, abolicionismo e adesão ao movimento de temperança. [41]. Cismas ocorreram entre várias congregações batistas, como na Raleigh Baptist Association em North Carolina quando em 1826 surgiram as nove primeiras igrejas no mundo a adotarem a designação de "batista reformada"[42] Esse movimento conquistou adeptos na Costa Leste dos Estados Unidos, resultando na Confissão de Fé de New Hampshire, moderadamente calvinista e elaborada em New Hampton, New Hampshire, por J. Newton Brown em 1833.[43]

Novas divisões levaram as congregações batistas de tendência calvinista se repartirem entre grupos batistas primitivos, batistas landmarquistas, batistas independentes, batistas fundamentalistas e batistas da graça soberana. O ressurgimento dos batistas reformados americanos aconteceria pela influência britânica a partir dos anos 1960, com líderes como Al Martin, Walter Chantry nos Estados Unidos e Bill Payne no Canadá.[44]

Depois de articularem uma ressurgência conservadora na Convenção Batista Sulista mediante a Founders Ministries (organizado em 1983 por Ernest Reisinger), muitos batistas de tendências calvinistas não chegaram a um acordo quanto às questões de cessacionismo, ministério feminino, dispensacionalismo, dentre outros pontos.[45] Assim, surgiram denominações como Associação de Igrejas Batistas Reformadas da América (ARBCA), criada em 1997, que em 2013 incluía aproximadamente oitenta congregações em trinta estados e no Canadá.[46] Internamente, a Convenção Batista Sulista continua a debater entre vertentes calvinistas e não calvinistas, publicando documentos como “Uma declaração da Compreensão Batista Tradicional do Plano de Salvação de Deus” (2012) contra o calvinismo[47]

BrasilEditar

Os primeiros batistas no Brasil variavam em suas posições doutrinárias, desde calvinistas moderados até arminianos. A primeira igreja batista estabelecida no Brasil adotou inicialmente a Confissão de Fé de New Hampshire[48]. Esta mesma confissão foi adotada pela Convenção Batista Brasileira de 1920 até 1986, quando foi substituída pela “Declaração Doutrinária”[49].

Acompanhando o surgimento do movimento dos batistas reformados de língua inglesa nos anos 1960s, foi fundada Comunhão reformada batista do Brasil a partir do trabalho do missionário norte-americano Richard Denham em São José dos Campos, SP[50].

Em 2017, um grupo de batistas no Brasil insatisfeitos com o avanço neopentecostalismo em algumas igrejas batistas da Convenção Batista Brasileira, se unem em torno da construção de uma nova denominação que refuta a teologia da prosperidade. Para esse enfrentamento evocam doutrinas reformadas ou calvinistas. Isso é determinantes para identificar os autoproclamados "batistas reformados" como um grupo recente que rompe teologicamente com a Convenção Batista Brasileira, tal qual aconteceu para a formação da Convenção Batista Nacional na década de 1960 e fundaram a Convenção Batista Reformada do Brasil.[51]

Ramos Batistas CalvinistasEditar

  • Batistas da Graça Soberana (Sovereign Grace Baptists): aderentes de uma teologia dispensacionalista e rejeita a teologia da aliança ou do pacto. Organizada em 1954 sob liderança de Henry Mahan, Rolfe Barnard e D. J. Ward.
  • Batistas Primitivos (Calvinistas) (Primitive Baptists): Os batistas primitivos recusam o ofício pastoral, possuindo anciãos não assalariados, recusam usar confissões de fé, mas muitos aderem a um sistema teológico calvinista, embora rejeitem o termo[52]
  • Batistas da Nova Aliança (New Covenant Theology): ramo calvinista que rejeita tanto o dispensacionalismo quanto a teologia reformada clássica do pacto. Organizada a partir dos anos 1980 sob liderança de John Reisinger, John Zens e Ron McKinney. Preferem a Primeira Confissão Batista de Londres (1646) à Segunda Confissão Batista de Londres. A denominação Continental Baptist Churches esposa essa doutrina.[53]
  • Batistas Reformados Neocarismáticos: proponentes de uma síntese de teologias e práticas reformadas, evangelicais e carismáticas, lideradas por Wayne Grudem e Sam Storms.
  • Batistas da Graça (Grace Baptists): fusão de grupos batistas estritos e particulares, aderentes da Segunda Confissão Batista de Londres.[54]
  • Batistas Fundamentalistas (Fundamental Baptists): grupos de batistas conservadores, regulares, independentes ou fundamentalistas que concordam com as concepções teológicas de Carl McIntire.[55]
  • Batistas Novos Calvinistas : aderentes da teologia de John Piper (que é membro da Baptist General Conference, no entanto), Paul Washer e John McArthur [56]
  • Batistas Reformados Reconstrucionistas: vertente reformada que adere ao Reconstrucionismo Cristão, ideologia teocrática de Rousas John Rushdoony. É liderado por Bruce N. Shortt e E. Ray Moore Jr. Contrário à tradição batista de separação entre Estado e Igreja, defendem a formação de uma república cristã teocrática onde as leis do Antigo Testamento sejam vigentes. São fortes proponentes da educação domiciliar[57]

Batistas ReformadosEditar

São referência para os Batistas Reformados:

BibliografiaEditar

  • DUNCAN, Alexander Reily. História Documental do Protestantismo no Brasil. São Paulo: ASTE, 1993.
  • Brackney, William H (2009), Historical Dictionary of the Baptists (2nd ed.), Scarecrow Press, ISBN 0-8108-5622-0.
  • Weaver, C Douglas (2008), In Search of the New Testament Church: The Baptist Story, Mercer University Press, ISBN 0-88146-105-9.
  • Denault, Pascal. Os Distintivos da Teologia Pactual Batista: Uma Comparação entre o Federalismo dos Batistas Particulares e dos Pedobatistas do Século XVII. São Paulo: O Estandarte de Cristo, 2018.

Ligações externasEditar

ReferênciasEditar

  1. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  2. «An Object Lesson in Non-Confessionalism». Founders Ministries (em inglês). 20 de março de 2019. Consultado em 16 de julho de 2019 
  3. «"A Foolish Man who Built His House on the Sand"». Founders Ministries (em inglês). 22 de março de 2019. Consultado em 16 de julho de 2019 
  4. «A Case for Robust Confessions of Faith in the Churches». Founders Ministries (em inglês). 12 de abril de 2018. Consultado em 16 de julho de 2019 
  5. «No Substantial Theological Difference between the First and Second London Baptist Confessions». Founders Ministries (em inglês). 5 de julho de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  6. «Introduction». Founders Ministries (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2019 
  7. «Foreword». Founders Ministries (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2019 
  8. «The New Hampshire Confession: Warm Evangelical Calvinism». Founders Ministries (em inglês). 17 de julho de 2014. Consultado em 16 de julho de 2019 
  9. «The Apostles' Creed». Founders Ministries (em inglês). 15 de novembro de 2016. Consultado em 16 de julho de 2019 
  10. Lemke, Steve W. Nine Marks That Separate Baptists From Presbyterians. Journal for Baptist Theology & Ministry 2008 05:2
  11. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  12. «The Confession of 1689 and Covenant Theology». Founders Ministries (em inglês). 27 de abril de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  13. «Of God's Covenant». Founders Ministries (em inglês). 28 de abril de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  14. says, Zachariah King. «Covenant Theology: A Reformed Baptist Perspective». Founders Ministries (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2019 
  15. «Particular Baptist Covenant Theology». Founders Ministries (em inglês). 13 de abril de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  16. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  17. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  18. «Reaffirming Sola Scriptura». Founders Ministries (em inglês). 18 de outubro de 2016. Consultado em 16 de julho de 2019 
  19. «Does the Bible Teach the Sufficiency of Scripture?». Founders Ministries (em inglês). 3 de setembro de 2018. Consultado em 16 de julho de 2019 
  20. «Sure, the Bible Is True, but Is it Enough?». Founders Ministries (em inglês). 23 de agosto de 2018. Consultado em 16 de julho de 2019 
  21. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  22. says, Neal Green (1 de julho de 2019). «We Worship Better than You Do». Founders Ministries (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2019 
  23. «To Worship or Not to Worship? That Shouldn't Be the Question». Founders Ministries (em inglês). 29 de dezembro de 2018. Consultado em 16 de julho de 2019 
  24. «The Regulative Principle - A Baptist Doctrine». Founders Ministries (em inglês). 25 de março de 2016. Consultado em 16 de julho de 2019 
  25. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  26. Wring, Robert Allen. An examination of the practice of elder rule in selected Southern Baptist churches in the light of New Testament teaching. Mid-America Baptist Theological Seminary, 2002.
  27. Lemke, Steve W. Nine Marks That Separate Baptists From Presbyterians. Journal for Baptist Theology & Ministry 2008 05:2
  28. «What is a Reformed Baptist?». Founders Ministries (em inglês). 30 de março de 2017. Consultado em 16 de julho de 2019 
  29. «When Deacons». Founders Ministries (em inglês). 26 de abril de 2018. Consultado em 16 de julho de 2019 
  30. Rinne, Jeramie (2016). Presbíteros - pastoreando o povo de Deus como Jesus. São Paulo: Vida Nova. 144 páginas 
  31. «Are Southern Baptists Cousins to the Anabaptists?». Founders Ministries (em inglês). 14 de dezembro de 2016. Consultado em 16 de julho de 2019 
  32. McBeth, H. Leon. The Baptist Heritage. B&H Publishing Group, 1987.
  33. Walker, F. Deauville. William Carey: Missionary Pioneer and Statesman. Chicago: Moody, 1951, p. 146
  34. Dix, Kenneth. Strict and Particular. Didcot: Baptist Historical Society, 2001.
  35. Chute, Anthony L., Nathan A. Finn, and Michael A. G. Haykin. The Baptist Story: From English Sect to Global Movement. Nashville, TN: B&H Academic, 2015.
  36. «From the Protestant Reformation to the Southern Baptist Convention: What Hath Geneva To Do with Nashville?». Founders Ministries (em inglês). Consultado em 16 de julho de 2019 
  37. Francis Wayland, Notes on the Principles and Practices of Baptist Churches (New York: Sheldon, 1857), 135
  38. «Are Southern Baptists Cousins to the Anabaptists?». Founders Ministries (em inglês). 14 de dezembro de 2016. Consultado em 16 de julho de 2019 
  39. «An Object Lesson in Non-Confessionalism». Founders Ministries (em inglês). 20 de março de 2019. Consultado em 16 de julho de 2019 
  40. «"A Foolish Man who Built His House on the Sand"». Founders Ministries (em inglês). 22 de março de 2019. Consultado em 16 de julho de 2019 
  41. Garrett, James Leo, Jr. (2009). Baptist Theology: A Four-Century Study. Mercer University Press. p. 212.
  42. Algumas congregações aderentes ao movimento de Alexander Campbell já utilizava a designação "reformed baptists", mas mais tarde trocariam seus nomes para "igrejas de Cristo" e "Discípulos de Cristo". Matt McCook.“Aliens in the World: Sectarians, Secularism, and the Second Great Awakening.” Doctoral Dissertation, Florida State University, 2005.
  43. illiam L. Lumpkin, Baptist Confessions of Faith. Valley Forge: Judson Press, 1959, 361-367
  44. Chute, Anthony L., Nathan A. Finn, and Michael A. G. Haykin. The Baptist Story: From English Sect to Global Movement. Nashville, TN: B&H Academic, 2015.
  45. Chute, Anthony L., Nathan A. Finn, and Michael A. G. Haykin. The Baptist Story: From English Sect to Global Movement. Nashville, TN: B&H Academic, 2015.
  46. Chute, Anthony L., Nathan A. Finn, and Michael A. G. Haykin. The Baptist Story: From English Sect to Global Movement. Nashville, TN: B&H Academic, 2015.
  47. Chute, Anthony L., Nathan A. Finn, and Michael A. G. Haykin. The Baptist Story: From English Sect to Global Movement. Nashville, TN: B&H Academic, 2015.
  48. DUNCAN, Alexander Reily (1993). História Documental do Protestantismo no Brasil. São Paulo: ASTE. pp. 142, 148 
  49. «Confissões de Fé na História Batista - Franklin Ferreira». www.monergismo.com. Consultado em 16 de julho de 2019 
  50. «CRBB». comunhaobatista.blogspot.com. Consultado em 16 de julho de 2019 
  51. ALVARENGA, Leonardo Gonçalves de (2019). «Igrejas Batistas no Brasil: construção de tipologias». Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Consultado em 28 de maio de 2021 
  52. Peacock, James L., and Ruel Tyson. Pilgrims of paradox: Calvinism and experience among the Primitive Baptists of the Blue Ridge. The University of North Carolina Press, 2017.
  53. Reisinger, John G., Abraham's Four Seeds. Frederick, Maryland: New Covenant Media, 1998.
  54. Dix, Kenneth. Strict and Particular. Didcot: Baptist Historical Society, 2001.
  55. Dix, Kenneth. Strict and Particular. Didcot: Baptist Historical Society, 2001.
  56. Crisp, Oliver. Deviant Calvinism: Broadening Reformed Theology. Augsburg Fortress Publishers, 2014.
  57. https://www.thearda.com/timeline/movements/movement_27.asp