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Cemitério de Santo Amaro (Recife)

Cemitério de Santo Amaro
País
Endereço
Superfície
145.000 metros quadrados
Tipo
Público
Entrada em serviço
01 de março de 1851 (168 anos)
Coordenadas

O Cemitério Senhor Bom Jesus da Redenção, mais conhecido como Cemitério de Santo Amaro, é o maior cemitério do Recife, Pernambuco, Brasil.

Projetado pelo engenheiro José Mamede Alves Ferreira,[1] iniciado no governo de Francisco do Rego Barros, foi inaugurado em 1 de março de 1851, tendo se destinado, inicialmente, ao sepultamento de pessoas vitimadas pelo surto de febre amarela, que não podiam ser sepultadas em igrejas, como era o costume da época.

Sua arquitetura é radial, com túmulos distribuídos ao longo de ruas que partem de um ponto central.

É a maior exposição de arte ao ar livre de Pernambuco, com centenas de mausoléus de grande porte.

Índice

CapelaEditar

No ponto de confluência de suas ruas, está erguida uma capela, também projetada por Mamede Ferreira, mandada construir pela Câmara Municipal do Recife em 1853.

Trata-se de um monumento de puro estilo gótico de cruz grega, fechada por uma só abóbada, de uma belíssima e arrojada construção, e de grandeza proporcional ao fim a que é destinada, sem campanário e sem dependências.

Foi restaurada e melhorada em 1899 e 1930.

SepulturasEditar

Mausoléus

Vários mausoléus se destacam no cemitério:

Comuns

Além dos mausoléus que se destacam, e de centenas de outros, há no cemitério sepulturas simples.

Encontram-se sepultados, entre outros, os corpos de:

Túmulos visitados

No cemitério, dois túmulos são visitados por pessoas à procura de bênçãos. Um é o de "Alfredinho", o menino que morreu em 1959, aos 11 anos, e passou a ser cultuado como santo pela população. O outro é o da "Menina Sem Nome" , que foi encontrada morta em 1970 no bairro do Pina e nunca foi idenficada. Os devotos oferecem promessas a eles e acreditam que podem alcançar milagres.

NotasEditar

FonteEditar

  • FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Governo do Estado de Pernambuco/Secretaria de Educação e Cultura, 1977.

Ligações externasEditar

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