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Jequitinhonha
O vapor Jequitinhonha, incendiado pelo guardião do Amazonas Pedro Tape.
Carreira   Bandeira da marinha que serviu
Operador Armada Imperial Brasileira
Descomissionamento 1865
Estado Destruído
Características gerais
Tipo de navio Corveta
Deslocamento 637 toneladas
Comprimento 53.34 m
Boca 7.92 m
Calado 3.81 m
Propulsão vapor; maquina a vapor de 130 hp.
Armamento 6 peças de calibre 32 em bateria
1 peça de calibre 38 em rodizio.

A Corveta Jequitinhonha foi um navio de guerra que serviu a Armada Brasileira durante a Guerra do Paraguai. Foi um dos navios que participou da Batalha Naval do Riachuelo.

Índice

HistóriaEditar

A Corveta a Vapor Jequitinhonha foi construída na Inglaterra na década de 1850 chegando ao Brasil em 25 de janeiro de 1854. Recebeu este nome Jequitinhonha em homenagem aos rios de mesmo nome localizados nos estados de Minas Gerais e Bahia. No ano de 1864 foi integrada a divisão do Capitão-de-Mar-e-Guerra Francisco Pereira Pinto (Barão de Ivinheima) com a missão de caçar alguns navios uruguaios.[1][2]

Guerra do ParaguaiEditar

A missão aliada era de bloquear os portos paraguaios para que não recebessem provisões de fora e no dia 5 de abril de 1865 a Corveta Jequitinhonha foi integrada a Divisão Naval comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra José Segundino de Gomensoro com esta missão. Agora sob o comando do Capitão-Tenente Joaquim José Pinto a corveta partiu para Buenos Aires, no dia 30 de abril, como navio capitânia da 3ª Divisão do Chefe Gomensoro, integrando uma divisão formada pela Fragata Amazonas (capitânia), pelas Corvetas Beberibe, Belmonte e Parnahyba e pelas Canhoneiras Araguary, Mearim, Ipiranga e Iguatemy comandada pelo Almirante Barroso com o intuito de bloquear o inimigo no rio Paraná definitivamente.[1]

No dia 11 de junho aconteceu a Batalha Naval do Riachuelo e, num certo momento da batalha, a Corveta Jequitinhonha encalhou próximo as baterias dos fortes paraguaios tendo que ser evacuado pela tripulação. No dia 13 junho os marinheiros a incendiaram visto que não era possível sair do encalhe.[1][2]

Referências

  1. a b c «NGB - Corveta a Vapor/Canhoneira a Vapor Jequitinhonha». www.naval.com.br. Consultado em 14 de outubro de 2018 
  2. a b Mendonça 1959, p. 150.

BibliografiaEditar