Abrir menu principal
Saraiva
Razão social Saraiva e Siciliano S.A.
Empresa de capital aberto
Cotação B3SLED3, SLED4
Atividade
Gênero Sociedade Anônima
Fundação 13 de dezembro de 1914 (104 anos)
Fundador(es) Joaquim Ignácio da Fonseca Saraiva
Sede São Paulo,  Brasil
Área(s) servida(s)  Brasil
Locais 85
Pessoas-chave Jorge Eduardo Saraiva
Produtos
Website oficial www.saraiva.com.br

Saraiva é uma livraria fundada em 13 de dezembro de 1914 por Joaquim Inácio da Fonseca Saraiva, imigrante português de Trás-os-Montes, no centro da cidade de São Paulo. Em 2008 a empresa adquiriu a Livraria Siciliano e passou a ter 20% do mercado livreiro do Brasil.

HistóricoEditar

A primeira sede localizava-se no Largo do Ouvidor, bem próximo à Faculdade de Direito de São Paulo, sob o nome comercial de Livraria Acadêmica. Expandiu suas lojas em mais de 18 Unidades da Federação do Brasil (nas 4 praças do SE; nas 3 praças do S; em 3 praças do CO - DF, GO, MS; em 6 Estados do NE - BA, CE, PB, PE, RN, SE e em apenas 2 Estados do N - AM, PA), sendo encontrada principalmente em shoppings.

Compra da SicilianoEditar

 
Filial no Park Shopping, em Brasília.

No dia 6 de março de 2008 a empresa comprou a totalidade das ações da Livraria Siciliano por R$ 60,03 milhões, somando às suas 36 lojas mais 63 lojas em quatorze estados brasileiros, provenientes da rede da Siciliano.[1]

Caso AmazonEditar

A Saraiva estaria dificultando a entrada da Amazon no Brasil. Segundo fontes da Istoé Dinheiro, a livraria estaria usando seu poder sobre editoras do país para dificultar a entrada da Amazon. Ainda segundo estas fontes, a Saraiva estaria fazendo ameaças de represálias comerciais à editoras que fizessem acordo com a empresa estadunidense. A Saraiva, através do seu CEO Marcílio Pousada nega as acusações: “Jamais falaríamos isso, Temos 97 anos de relacionamento com as editoras.”. [2]

Saraiva Mega StoreEditar

Saraiva Mega Store é uma rede de lojas pertencente a Rede Saraiva, especializada em uma grande variedade de livros nacionais e importados, CDs e DVDs, eletrônicos, informática, games, softwares, revistas e produtos de papelaria.[3]

Recuperação judicialEditar

Com o setor em crise, a Saraiva entrou com um pedido de recuperação judicial no dia 23 de novembro de 2018, com uma divida de R$ 674 milhões, fechou 19 lojas pelo Brasil no mês de outubro, restando 85 lojas físicas.[4] [5] O pedido de recuperação foi aberto pela Saraiva e Siciliano S/A e a Saraiva Livreiros S/A perante a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. O pedido foi concedido em 26 de novembro de 2018, e o Plano de Recuperação Judicial foi aprovado por maioria dos credores na Assembleia-Geral ocorrida em 29 de agosto de 2019[6], no qual prevê a reorganização da estrutura da empresa, com adoção de processos gerenciais, bem como a reestruturação do passivo de acordo com cada classe.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Folha Online (6 de março de 2008). «Livraria Saraiva compra a concorrente Siciliano por R$ 60 mi». Folha de S.Paulo. Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  2. "Os planos da Amazon para o Brasil" Arquivado em 18 de junho de 2012, no Wayback Machine., Istoé Dinheiro, 23 de Março, 2012.
  3. «Nossas Lojas». Saraiva. Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  4. https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/11/23/maior-rede-de-livrarias-do-pais-pede-recuperacao-judicial.ghtml Maior rede de livrarias do país pede recuperação judicial
  5. https://economia.ig.com.br/empresas/2018-11-23/pedido-de-recuperacao-judicial-da-saraiva.html Saraiva segue os passos da Cultura e entra com pedido de recuperação judicial
  6. «Plano de recuperação judicial da Saraiva é aprovado». Revista Exame. Grupo Abril. 29 de agosto de 2019. Consultado em 1 de setembro de 2019 

Ligações externasEditar