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Eúde mata o rei Eglom. Ilustração de Ford Madox Brown para Bíblia, 1908.


Eglom, no Antigo Testamento da Bíblia, foi um rei de Moabe, morto pelo juiz Eúde.

História na BíbliaEditar

Israel teve liberdade por quarenta anos, até a morte de Otniel, [1] porém depois disso os filhos de Israel voltaram a pecar, e Jeová fortaleceu Eglom, rei dos moabitas.[2]

Eglom, aliado aos amonitas e amalequitas, derrotou Israel, tomou a cidade das palmeiras,[3] e oprimiu Israel por dezoito anos.[4]

Os israelenses pediram um salvador a Jeová, que foi Eúde, da tribo de Benjamim.[5] Eúde foi escolhido para levar o tributo de Israel a Eglom.[5]

Ele levou escondido um punhal,[6] e, após pagar o tributo, disse que havia uma mensagem secreta para o rei.[7] Quando Eúde ficou sozinho com Eglom, disse que tinha uma palavra da parte de Deus, ao que Eglom se levantou.[8] Eúde, então, com a mão esquerda tirou o punhal da coxa direita, e cravou no ventre do rei,[9] porém a gordura fechou-se sobre o punhal, e saíram fezes. [10] Eúde trancou a porta da sala[11] e disse aos servos do rei que ele estava defecando.[12]

De volta a Israel, em Efraim, Eúde tocou as trombetas e reuniu os israelenses,[13] dizendo que Jeová havia entregue a eles os moabitas, e tomou os vaus do Jordão.[14] Na guerra, morreram dez mil moabitas.[15]

Eúde matou Eglom e livrou Israel do pagamento desses tributos, e fugiu para as montanhas de Efraim, onde reuniu um exército para vencer os moabitas que tentassem atravessar o rio Jordão.

Assim, Israel alcançou um período de paz por 80 anos.[16] O próximo juiz foi Sangar[17]

Família segundo o MidrashEditar

Segundo o Midrash, Eglom era filho de Balaque, rei dos moabitas que mandou o profeta Balaão amaldiçoar Israel. Ele foi o pai de Rute e Orfa; segundo a tradição, como prêmio por ele ter se levantado ao ouvir o nome de Deus, ele se tornou ancestral do rei Davi.

Referências