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Enrique Granados
Nascimento 27 de julho de 1867
Lérida
Morte 24 de março de 1916 (48 anos)
Canal da Mancha
Residência Barcelona
Cidadania Espanha
Cônjuge Amparo Gal Lloberas
Filho(s) Enric Granados Gal, Eduard Granados Gal, Natalia Granados Gal, Soledad Granados Gal, Víctor Granados Gal, Paquito Granados Gal
Alma mater Conservatório Superior de Música do Liceu
Ocupação compositor, pianista, músico
Prêmios Ordem de Carlos III, Legião de Honra
Causa da morte afogamento
Página oficial
http://www.gaudiallgaudi.com/AM007%20Granados.htm, https://www.mundoclasico.com/seccion/25/Bajo-la-alfombra-de-Enrique-Granados

Enrique Granados Campiña (Lérida, 27 de julho de 1867Canal da Mancha, 24 de março de 1916) foi um compositor espanhol.[1]

BiografiaEditar

Estudou piano com Joan Baptista Pujol e composição com Felipe Pedrell. Em 1883, com 16 anos, apresenta-se como pianista virtuoso, tocando a Sonata nº2 de Schumann.

Em 1887, viaja para a França e, em Paris, conhece Debussy, Ravel e Saint-Saëns. Seu primeiro sucesso como compositor foi a ópera "Maria del Carmen" (1898).

Sua maior obra é a suíte para piano "Goyescas" (1911), que faz referência a alguns quadros de Goya. Nesta obra, muito influenciada por Liszt, Granados parece atingir sua mais elevada inspiração.

Em 1916, é apresentada em Nova Iorque sua Ópera Goyescas, que é uma adaptação da versão original para piano da suíte Goyescas.

É autor também de canções para voz e piano, além de várias obras para piano, incluindo as conhecidas Danças Espanholas.

Sua morte ocorreu em condições trágicas. Devido ao torpedeamento do navio em que viajava, ele e sua esposa pereceram afogados nas águas do Canal da Mancha.

ReferênciasEditar

  1. «Enrique Granados». Encyclopædia Britannica Online (em inglês). Consultado em 2 de dezembro de 2019 

Ligações externasEditar