João Rocha de Sousa: diferenças entre revisões

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(data de falecimento)
Dedicou grande empenho à reforma do Estudos Superiores de Arte, sendo importante protagonista na revisão curricular que se seguiu ao 25 de Abril de 1974 e no processo de integração da ESBAL na [[Universidade de Lisboa]] que deu origem à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. "''A sua personalidade humanista, marcou o desenho curricular bahausiano da reforma de 74-76 nas Belas-Artes, contribuindo para criação de novo perfil e competências de gerações de jovens estudantes, que viria a permitir a integração da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa na [[Universidade de Lisboa]]''".<ref name="FBA" />
 
Também temteve atividade na [[Universidade Aberta]], [[Lisboa]], "''onde regeu a unidade curricular de Tecnologia do Vídeo no Mestrado de Comunicação Educacional Multimédia e a de Didáctica da Educação Visual e simultaneamente, como assessor em matérias de ordem artística e similares na mesma Universidade''".<ref name="FBA" />
 
Com longa atividade como crítico de arte, ao longo dos anos colaborou em jornais e revistas da especialidade, nomeadamente no [[Jornal de Letras, Artes e Ideias]]. ÉFoi membro da Secção Portuguesa da [[Associação Internacional de Críticos de Arte]] (A.I.C.A.) e da Academia Nacional de Belas Artes. Pertenceu aos corpos diretivos e técnicos da [[Sociedade Nacional de Belas Artes]] (SNBA).<ref>[http://www.cidiarte.pt/pdf/2007/catalogo_03_2007_rocha_de_sousa.pdf Sousa, Rocha de – Novas Fundações. Lisboa: Galeria CiDi Arte, 2007. Página acedida em 19-08-2012]{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }}</ref>
 
Esteve envolvido em cinema para TV, séries culturais; desenvolveu trabalhos de ensaio nos domínios do cinema e vídeo, alguns integrados em planos de estudo da Universidade Aberta. Tem desenvolvidoDesenvolveu pesquisa e publicadopublicou inúmeras obras no âmbito da teoria e didática da arte: publicações na UA (Didáctica da Educação Visual) além de «Ver e Tornar Visível», a par de estudos publicados pela C. Imprensa Nacional, pelos livros sobre [[Luís Dourdil]], [[Pedro Chorão]], [[Eduardo Nery]]. Publicou um estudo sobre a obra gravada de Teixeira Lopes. TemEscreveu escritoobras de ficção e de teatro: «Amnésia», «Crónica de Guerra: Angola 1961», (Contexto Editora), «Passos Encobertos» (Figueirinhas), «A Casa Revisitada», e entretantotambém «A Culpa de Deus» (tartarugaTartaruga), possuindo obras em torno da [[Escola Superior de Belas Artes de Lisboa|ESBAL]], «Coincidências Voluntárias» «A Estrela de Jonas» (teatro), «Nojo aos Velhos».<ref name="cidiarte.pt">[http://www.cidiarte.pt/pdf/2007/catalogo_03_2007_rocha_de_sousa.pdf Sousa, Rocha de – "Novas Fundações". Lisboa: Galeria CiDi Arte, 2007. Página acedida em 19-08-2012]{{Ligação inativa|1={{subst:DATA}} }}</ref><ref>{{citar web|url=https://www.belasartes.ulisboa.pt/faleceu-rocha-de-sousa-pintor-escritor-ensaista-e-critico-de-arte/?fbclid=IwAR0LXq-I9DdG437wpp|título=Faleceu rocha de sousa, pintor, escritor, ensaísta e crítico de arte|autor=Cristina Tavares|data=|publicado=FBAUL|acessodata=04-10-2021|arquivourl=|arquivodata=|urlmorta=}}</ref>
 
Tem realizado obra plástica autónoma, apresentada em inúmeras mostras individuais e coletivas. Entre as suas exposições individuais destacam-se: [[Diário de Notícias (Portugal)|Galeria do Diário de Notícias]], Lisboa (1967); Galeria Quadrante, Lisboa (1968); Galeria de Arte Moderna, [[Sociedade Nacional de Belas Artes|SNBA]], Lisboa (1969-1982); Galeria Municipal de Silves (1983); Galeria 111; Museu de Angola; Galeria Municipal de Almada; etc.<ref name="cidiarte.pt"/><ref>A.A.V.V. – '''III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian'''. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1986</ref>