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Feliciano Carapinima
Nascimento 1781
Minas Gerais
Morte 28 de maio de 1825 (44 anos)
Cidadania Brasil
Causa da morte fuzilamento

Feliciano José da Silva, conhecido como Carapinima (Minas Gerais, 1781Fortaleza, 28 de maio de 1825) foi um revolucionário brasileiro.

Exerceu cargos públicos em Minas Gerais e, em 1820, foi para o Ceará, onde exerceu o cargo de secretário no governo de Francisco Alberto Rubim. Organizou um corpo de cavalaria em Fortaleza, do qual foi tenente-coronel.

Foi um dos líderes do movimento revolucionário que ficou conhecido como Confederação do Equador, movimento que se opunha a corte imperial no Rio de Janeiro. Foram presos e condenados à forca, além de Carapinima, João de Andrade Pessoa (Pessoa Anta), comandante geral da forças revolucionárias na cidade de Granja; tenente coronel Francisco Miguel Pereira (Ibiapina), deputado e escrivão da Junta da Fazenda; Luís Inácio de Azevedo (Azevedo Bolão), e que fazia parte do exército de Tristão Gonçalves em combate na Região de Aracati; e Gonçalo Inácio de Loiola Albuquerque e Melo (Padre Mororó). A pena foi mudada para fuzilamento porque ninguém quis servir de carrasco dos revolucionários.[1][2]

A execução ocorreu no Campo da Pólvora, atual Praça dos Mártires ou Passeio Público.

Carapinima dá nome a uma avenida no bairro Benfica em Fortaleza, de grande fluxo do Centro de Fortaleza para os bairros residenciais das regionais SER-III e SER-IV.

Referências

BibliografiaEditar


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