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Frederica Carlota da Prússia

Frederica
Princesa da Prússia
Duquesa de Iorque e Albany
Retrato por John Hoppner.
Marido Frederico, Duque de Iorque e Albany
Casa Hohenzollern (por nascimento)
Hanôver (por casamento)
Nome completo
Frederica Carlota Ulrica Catarina
Nascimento 7 de maio de 1767
  Palácio de Charlottenburg, Berlim, Prússia
Morte 6 de agosto de 1820 (53 anos)
  Oatlands, Surrey, Inglaterra
Enterro 13 de agosto de 1820
Igreja de St. James,
Weybridge, Inglaterra
Pai Frederico Guilherme II da Prússia
Mãe Isabel Cristina de Brunsvique-Volfembutel

Frederica Carlota Ulrica Catarina da Prússia (em alemão: Friederike Charlotte Ulrike Katharina; Berlim, 7 de maio de 1767 – Oatlands, 6 de agosto de 1820), foi a única filha do rei Frederico Guilherme II da Prússia e da sua primeira esposa e prima direita, a duquesa Isabel Cristina de Brunsvique-Volfembutel. Tornou-se depois duquesa de Iorque e de Albany após o seu casamento com o príncipe Frederico, filho do rei Jorge III do Reino Unido.

CasamentoEditar

No dia 29 de setembro de 1791, Frederica casou-se no Palácio de Charlottenburg com o príncipe Frederico, duque de Iorque e Albany, segundo filho do rei Jorge III do Reino Unido. Houve um segundo casamento no Palácio de Buckingham no dia 23 de novembro. A nova duquesa de Iorque foi muito bem recebida em Londres, mas o casamento não foi feliz. O casal não demorou a separar-se e a duquesa retirou-se para Oatlands Park, em Weybridge onde viveu de forma excêntrica e morreu em 1820. A relação entre o casal foi amigável depois da separação, mas nunca houve uma reconciliação. Não tiveram filhos.

 
O Casamento do Duque e da Duquesa de Iorque
Sir Henry Singleton, 1791. No Instituto de Artes de Minneapolis
 
Frederica Carlota de Prússia

Foi descrita como sendo "inteligente e bem-informada; gosta da sociedade e detesta toda a formalidade e cerimónia, mas entre todas as suas conversas, mantém sempre uma certa dignidade na postura", e "provavelmente nunca houve nenhuma pessoa na sua situação que fosse tão adorada." [1] Em 1827 foi chamada de "uma mulherzinha inofensiva, mas excêntrica, que tem um gosto extraordinário por cães e gatos, alguns indícios da rigorosa etiqueta familiar alemã, que dão à sua casa um certo ar a Potsdam e apenas uma pequena parte daquelas características que poderiam interessar a um jovem marido, um soldado e um príncipe." [2] Diz-se que em Oatlands terão ocorrido sessões de jogo com grandes apostas. Frederica tinha muitos cães e gostava muito de macacos.[3] O seu sogro disse uma vez: "Deve existir afecto por alguma coisa e quando não se tem filhos, os animais são essa coisa." Diz-se que a sua morte afectou muito o seu marido que fez todos os possíveis para que o seu testamento fosse cumprido.[4]

GenealogiaEditar

Referências

  1. Memoirs, ed. Reeve, vol. i, pp. 6 ,35
  2. Blackwood's Edinburgh Mag. for Feb. 1827
  3. Cf. Greville, op. cit., vol. i, p. 6.
  4. Hist. MSS. Com. Bathurst MSS., pp .485-6
 
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