Abrir menu principal

Gonçalo de Lagos Fernandes Bastos

Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde março de 2016). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Gonçalo de Lagos Fernandes Bastos
Nascimento 16 de novembro de 1842
Fortaleza
Morte 17 de julho de 1896 (53 anos)
Cidadania Brasil
Progenitores Pai:André Bastos de Oliveira
Alma mater Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Ocupação jornalista, político
Constituição brasileira de 1891, página da assinatura de Gonçalo de Lagos Fernandes Bastos (décima quinta assinatura). Acervo Arquivo Nacional

Gonçalo de Lagos Fernandes Bastos (16 de novembro de 184217 de julho de 1896) foi bacharel em Direito, jornalista e político brasileiro. Era maçom filiado a loja Fraternidade Cearense.

BiografiaEditar

Nasceu em Fortaleza, Ceará, filho do desembargador André Bastos de Oliveira e de Joana Fernandes Vieira, esta filha do Visconde de Icó. Teve dois irmãos: Francisco Paurilo Fernandes Bastos, igualmente bacharel de Direito e jornalista, e Ana Angélica Fernandes Vieira, que foi casada com o senador Miguel Fernandes Vieira e, depois, com o Barão de Aquiraz.

Formou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo, em 1865. No antigo regime, foi redator, durante muitos anos, do jornal "Pedro II", instrumento do Partido Conservador. Também, por vezes, elegeu-se deputado provincial. Foi o representante da Imprensa Cearense na sessão solene comemorativa da libertação dos escravos de Fortaleza, que se realizou no Paço da Camara Municipal sob a presidência do comendador Antônio Teodorico da Costa, que então era o vice-presidente da Província em exercício[1].

Em novembro de 1866, casou-se com Ana Batista Fernandes Vieira (1849-1888), sua prima-irmã, filha de sua tia materna Ana Fernandes Vieira e de Gonçalo Batista Vieira (depois Barão de Aquiraz). O casal teve nove filhos, os quais a maioria ainda era de menor idade quando a mãe faleceu, em 7 de julho de 1888[2].

Proclamada a República, fez parte da Constituinte como um dos representantes do Estado. Dada a cisão do Centro Republicano do Ceará, em 1891, publicou com Martinho Rodrigues e Justiniano de Serpa o jornal "O Norte".

ReferênciasEditar

  1. Portal da História do Ceará - Cearenses Ilustres
  2. A Constituição, 8 de julho de 1888, p. 2, Ceará.