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João Alves Peixoto (Campos dos Goytacazes, 16 de fevereiro de 1945) é um político brasileiro.

É atualmente deputado estadual pelo Democracia Cristã (DC) e presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Políticas Rural, Agrária e Pesqueira da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ)[1]. Também é presidente do Sindicato dos Motoristas. É casado e pai de três filhos.

BiografiaEditar

Em 1992 foi eleito vereador de Campos dos Goytacazes, e também presidiu a Comissão de Obras da Câmara. Atualmente é deputado estadual do Rio de janeiro pelo PSDC, estando em seu quarto mandato. Foi também secretário municipal da Agricultura da cidade de Campos dos Goytacazes, em 2006.

Em abril de 2015, em polêmica votação, foi um dos parlamentares a votar a favor da nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação esta muito criticada na época.[2] No dia 20 de fevereiro de 2017, foi um dos 41 deputados estaduais a votar a favor da privatização da CEDAE.[3]

Em 17 de novembro de 2017 votou pela revogação da prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, denunciados na Operação Cadeia Velha, acusados de integrar esquema criminoso que contava com a participação de agentes públicos dos poderes Executivo e do Legislativo, inclusive do Tribunal de Contas, e de grandes empresários da construção civil e do setor de transporte.[4]

Referências

  1. Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (2014). «Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa». ALERJ. Consultado em 4 de setembro de 2014. Arquivado do original em 5 de julho de 2015 
  2. Pedro Zuazo (29 de abril de 2015). «Conselheiro vapt-vupt: veja quem votou em Brazão para o TCE». Jornal Extra. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  3. G1 (20 de fevereiro de 2017). «g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/saiba-como-votou-cada-deputado-sobre-a-privatizacao-da-alerj-e-veja-opinioes.ghtml». Consultado em 15 de outubro de 2017 
  4. «Veja como votou cada um dos deputados da Alerj quanto à revogação das prisões de Picciani, Melo e Albertassi». G1 
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