Democracia Cristã (Brasil)

partido político brasileiro

A Democracia Cristã (DC) é um partido político brasileiro. Foi fundado em 1995 e registrado definitivamente em 1997 com o nome Partido Social Democrata Cristão (PSDC).[1][3] Em agosto de 2017 mudou seu nome para o atual,[12] oficializado pelo TSE em maio de 2018.[13] É presidido pelo empresário José Maria Eymael, que, pelo partido, já foi candidato à presidência do Brasil em cinco eleições.[14] Em maio de 2021 o partido contava com 176.825 filiados.[6]

Democracia Cristã
"Compromisso com a Família."
Número eleitoral 27[1]
Presidente José Maria Eymael[2]
Vice-presidentes 1º Alessandro Marques
2º Marcos Caran
3º Maria Silvana Reis
4º Eudo Freire Filho[2]
Secretário-geral Rubens Pavão[2]
Tesoureiro-geral Renato da Silva[2]
Fundação 30 de março de 1995 (26 anos)[3]
Registro 5 de agosto de 1997 (24 anos)[1]
Sede São Paulo, SP
Ideologia Conservadorismo social[4]
Democracia cristã[4]
Direita cristã[4]
Doutrina Social da Igreja[4]
Espectro político Centro-direita [5]
Religião Cristianismo
Ala jovem Juventude Democrata Cristã (JDC)
Membros (2021) 176.825 filiados[6]
Governadores (2021)[7]
0 / 27
Prefeitos (2020)[8]
1 / 5 568
Senadores (2021)[9]
0 / 81
Deputados federais (2021)[10]
0 / 513
Deputados estaduais (2021)
6 / 1 024
Vereadores (2020)[11]
123 / 56 810
Cores      Azure
     Azul Royal
     Dourado
Página oficial
democraciacrista.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

HistóriaEditar

Antecedentes e fundaçãoEditar

 Ver artigo principal: Partido Democrata Cristão (1945)

No final da Segunda Guerra Mundial, Konrad Adenauer (na Alemanha) e Alcide De Gasperi (na Itália), formularam uma nova doutrina política, com o objetivo central de construir uma sociedade livre, justa e solidária. Chamaram de Democracia Cristã este novo pensamento político, ou seja, uma doutrina política democrática e fundamentada nos valores humanísticos do cristianismo: Liberdade, Justiça e Solidariedade.

No ano de 1945, inspirado nos ideais de Adenauer e De Gasperi, o professor de Direito da USP, Cesarino Júnior, juntamente com outros companheiros, entre eles Tristão de Ataíde (pseudônimo de Alceu Amoroso Lima), fundaram na Cidade de São Paulo, no Teatro Municipal, no dia 9 de julho, o Partido Democrata Cristão (PDC).

A exemplo da Europa, a Democracia Cristã expandiu-se rapidamente no Brasil e, através do PDC, ingressaram na vida pública grandes expoentes da política brasileira, como Jânio Quadros e Franco Montoro.

Em 1962, ingressou em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, na Juventude Democrata Cristã, José Maria Eymael, hoje presidente da Social Democracia Cristã, no Brasil.

Três anos depois, em 1965, o Ato Institucional nº 2 extinguiu todos os partidos políticos, inclusive o PDC, criando em seu lugar apenas dois partidos: O ARENA e o MDB.

RefundaçãoEditar

 Ver artigo principal: Partido Democrata Cristão (1985)

Em 1985, vinte anos depois, com a abertura política, novamente a Democracia Cristã é implantada no País, com a refundação do PDC.

 
Antigo logotipo do partido.

No mesmo ano, José Maria Eymael é convocado pela Democracia Cristã para reorganizar o PDC em São Paulo e concorre à prefeitura da cidade de São Paulo pelo partido, ficando em 9º lugar. Em 1993, o partido funde-se ao PDS para formar o PPR (atual PP). Descontente com a fusão, Eymael funda o PSDC em 1995, mas seu registro definitivo só foi oficializado em 1997.

Em 1996, o PSDC fez sua estreia em eleições, tendo elegido alguns candidatos a prefeito e vereador. Em 1998, Eymael concorre pela primeira vez à presidência do Brasil, tendo como seu candidato a vice o sul-mato-grossense Josmar Oliveira Alderete. Com 171.831 votos (0,25% das intenções de voto), Eymael termina o pleito em 8º lugar. O partido elege novamente alguns prefeitos e vereadores nas eleições de 2000 a 2008.

8 anos após sua última eleição para deputado federal, Eymael volta a concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados em 2002. Recebeu apenas 8.952 votos (0,046%) e não conseguiu se eleger. Seu filho, José Carlos Selbach Eymael, teve desempenho pior: postulante a uma vaga de deputado estadual, recebeu apenas 389 votos.

Em 2006, Eymael concorre pela segunda vez à presidência do Brasil. Seu candidato a vice foi o empresário paraibano José Paulo da Silva Neto. Com 63.294 votos, ficou na sexta posição. Em um de seus programas eleitorais, criticou a ausência do então presidente e candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva ao debate presidencial da Rede Globo, considerando-a um desrespeito à democracia e aos eleitores, e cunhou a expressão: "porque a cadeira está vazia".[15]

No ano de 2010, Eymael concorre à presidência da república pelo partido, obtendo 89.350 votos, ficando em 5º lugar. Seu candidato a vice foi, novamente, José Paulo da Silva Neto. Em 2012, o PSDC conquistou 8 prefeituras, mesmo número conseguido em 2008. Mais uma vez, Eymael lança-se candidato à prefeitura de São Paulo, ficando dessa vez em 11º lugar entre 12 candidatos, conquistando 5.382 votos.

Em dezembro de 2013, Eymael confirmou sua pré-candidatura à presidência do Brasil em entrevista ao portal R7.[16] Sua candidatura acabou sendo confirmada e foi a quarta vez que o ex-deputado saiu candidato ao cargo (a terceira consecutiva), agora tendo Roberto Lopes como vice em sua chapa, tendo obtido 61.250 votos (0,06% das intenções de voto). Uma novidade em seus programas foi seu famoso jingle eleitoral, usado desde 1984. Segundo Eymael, foi uma tentativa de modernizá-lo, mas a diferença foi praticamente imperceptível.[17]

Em nível estadual, lançou apenas dois candidatos a governador em chapa independente: Alexandre Silva de Magalhães (Goiás) e Eduardo Ferreira de Souza (Minas Gerais). Nos outros 24 estados e no DF, o PSDC fez parte de coligações com outros partidos: PMDB (08), PSDB (06), PSB: (03), PT (02), DEM, PDT, PP, PROS, PSD e PTdoB.

Entre os candidatos a Senador, lançou em chapas neutras: Aldo Muro Júnior, por Goiás, e José Tarcísio dos Santos, por Minas Gerais. Ao fim da eleição elegeu 2 deputados federais: Aluísio Mendes (MA) e Luiz Carlos Ramos (RJ) e 9 deputados estaduais.

RenomeaçãoEditar

Em 2017, o PSDC protocola um pedido de mudança de nome no TSE.[12] Em 17 de maio de 2018, o TSE homologou a mudança do nome para Democracia Cristã.[13] A mudança de nome ocorreu no contexto da crise político-econômica de 2014, visando a obtenção de melhores resultados nas eleições vindouras. A troca de nome foi uma estratégia comum na época, tendo sido usada por vários partidos para se desvincilhar de escândalos de corrupção.[12]

Em julho de 2018, Eymael teve sua pré-candidatura à presidência do Brasil oficializada.[14]Foi a quinta vez que ele disputou a presidência da República (a quarta consecutiva), e o vice em sua chapa foi o pastor Hélvio Costa. Com 41.710 votos (0,04% das intenções de voto), foi a menor votação obtida por Eymael desde sua primeira tentativa, em 1998.

Em nível estadual, repetiu 2014 e lançou apenas dois candidatos a governador, também em chapa independente: Romualdo Seno (Piauí) e o Major Costa e Silva (São Paulo). O partido fez alianças com outras legendas nos outros 24 estados e no Distrito Federal. Entre os candidatos a Senador, lançou 6 postulantes ao cargo - Compadre Luiz Adão (Paraná), Dr. Joanilson (Rio Grande do Norte) e Marcos Mauricio (Bahia) integraram coligações com outros partidos, enquanto Joaquim Saraiva, Lafayette Andrade (ambos pelo Piauí) e Machado (Rio Grande do Sul) disputaram em chapa neutra. A candidatura de Kaled ao Senado por São Paulo foi indeferida.

Elegeu apenas um deputado federal: Luiz Antônio Corrêa, pelo estado do Rio de Janeiro, além de eleger novamente 9 deputados estaduais: Jory Oeiras (Amapá), Euclério Sampaio (Espírito Santo), Rafael Gouveia (Goiás), Elizeu Nascimento, Ulysses Moraes (ambos em Mato Grosso), Cleiton Oliveira (Minas Gerais), Diana Belo (Pará), João Peixoto, Marcelo Cabeleireiro (ambos no Rio de Janeiro).

Em 2020, nas eleições municipais, o partido elegeu apenas uma prefeitura no município de Bom Princípio do Piauí (PI) e 123 vereadores.

OrganizaçãoEditar

Desempenho eleitoralEditar

Câmara dos Deputados[18]
Legislatura Bancada % ±
51ª (1999–2003)
0 / 513
0,00   0
52ª (2003–2007)
1 / 513
0,19   1
53ª (2007–2011)
0 / 513
0,00   1
54ª (2011–2015)
0 / 513
0,00   0
55ª (2015–2019)
2 / 513
0,38   2
56ª (2019–2023)
1 / 513
0,19   1

Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.

Eleições estaduaisEditar

Participação e desempenho da DC nas eleições estaduais de 2018[19]
  Candidatos majoritários eleitos (6 governadores e 13 senadores).

Em negrito estão os candidatos filiados à DC durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que a DC compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.

UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 33 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 63
AC Marcus Alexandre (PT) Jorge Viana (PT) DC / PT / PV / PRB / PODE / PROS / PDT / PCdoB / PSB / PHS / PRTB / PPL / PMB / PSOL 1 PCdoB ninguém
Emylson Farias (PDT) Ney Amorim (PT)
AL Renan Filho (MDB) Renan Calheiros (MDB) DC / MDB / PR / PPS / PCdoB / PDT / PHS / PMN / PODE / PRP / PRTB / PSD / PT / PTB / PV / SD / Avante ninguém 4 PRTB, 1 PPS
Luciano Barbosa (MDB) Maurício Quintella Lessa (PR)
AM ninguém Eduardo Braga (MDB) DC / MDB ninguém 1 MDB
AP Waldez Góes (PDT) Lucas Barreto (PTB) DC / PDT / PTB / PROS, / MDB / PRB / PCdoB / PRP / PTC / PMB 1 PRB Jory Oeiras (DC)
+ 1 PDT, 1 PRB, 1 MDB
Jaime Nunes (PROS)
BA João Santana (MDB) Jorge Vianna (MDB) DC / MDB ninguém 1 MDB
Jeane Cruz (MDB) Marcos Maurício (DC)
CE ninguém ninguém nenhuma 1 PSL 2 PSL
DF Alberto Fraga (DEM) Izalci Lucas (PSDB) DC / DEM / PR / PSDB ninguém ninguém
Alexandre Bispo (PR) Professora Amábile (PR)
ES Renato Casagrande (PSB) Marcos do Val (PPS) DC / PSB / PSDB / DEM / PPS / PCdoB / PV / PDT / SD / PP / PTC / PSC / PPL / PRP / PSD / PHS / PROS / Avante ninguém Euclério Sampaio (DC)
+ 2 PSB
Jacqueline Moraes (PSB) Ricardo Ferraço (PSDB)
GO Ronaldo Caiado (DEM) Jorge Kajuru (PRP) DC / DEM / PRP / PROS / PMB / PR / PSC / PDT / PSL / PMN / PTC / PRTB / PODE 2 PSL Rafael Gouveia (DC),
Zé Carapô (DC)
Lincoln Tejota (PROS) Wilder Morais (DEM)
MA Roberto Rocha (PSDB) Zé Reinaldo (PSDB) DC / PSDB / PHS / PMN / REDE / PODE 1 PODE ninguém
Graça Paz (PSDB) Alexandre Almeida (PSDB)
MG Fernando Pimentel (PT) Dilma Rousseff (PT) DC / PT / PSB / PCdoB / PR 8 PT, 3 PSB, 1 PR Cleiton Oliveira (DC)
Jô Moraes (PCdoB) Miguel Corrêa (PT)
MS Junior Mochi (MDB) Waldemir Moka (MDB) DC / MDB / PTC / PR / PHS / PRP / PRTB ninguém 1 PR
Tânia Garib (MDB)
MT Pedro Taques (PSDB) Selma Arruda (PSL) DC / PSDB / PSL / PSB / SD / PPS / PRTB / Avante / Patriota 1 PSL Elizeu Nascimento (DC),
Ulysses Moraes (DC)
Rui Prado (PSDB) Nilson Leitão (PSDB)
PA Helder Barbalho (MDB) Jader Barbalho (MDB) DC / MDB / PR / PP / PSD / PRB / PTB / PROS / PSC / PODE / PSL / PHS / PMB / PTC / Avante / Patriota ninguém Diana Belo (DC)
+ 6 MDB, 3 PSD
Lúcio Vale (PR) Zequinha Marinho (PSC)
PB Lucélio Cartaxo (PV) Daniella Ribeiro (PP) DC / PV / PSDB / PP / PSD / PSC / SD / PRTB / PHS / PTC / PSL / PPL 1 PSL 2 PSL, 1 PRTB
Michele Rodrigues (PSDB) Cássio Cunha Lima (PSDB)
PE Armando Monteiro (PTB) Mendonça Filho (DEM) DC / PTB / PSC / PSDB / DEM / PPS / PRB / PV / PODE / PSL / PHS / PRTB / PMB ninguém 5 PSC
Fred Ferreira (PSC) Bruno Araújo (PSDB)
PI Romualdo Seno (DC) Joaquim Saraiva (DC) nenhuma ninguém ninguém
Márcio Luiz (DC) Lafayette Andrade (DC)
PR Jorge Bernardi (REDE) Flávio Arns (REDE) DC / REDE / PPL ninguém 1 PPL
Juliano Murbach (PPL)
RJ Eduardo Paes (DEM) Cesar Maia (DEM) DC / DEM / PSDB / PP / PTB / MDB / SD / PV / PHS / PPS / PMN / Avante Luiz Antônio Corrêa (DC) João Peixoto (DC),
Marcelo Cabeleireiro (DC)
Comte Bittencourt (PPS) Aspásia Camargo (PSDB)
RN Brenno Queiroga (SD) Magnólia Figueiredo (SD) DC / SD / PSC / PV / / PMN / PSL / PPL / Patriota 1 PSL 1 PPL, 1 PSL
Sérgio Leocádio (SD) Joanílson Rêgo (DC)
RO Acir Gurgacz (PDT) Jesualdo Júnior (PSB) DC / PDT / PP / PSB / PTC / SD / PTB / Avante 1 PP, 1 PDT, 1 PSB 1 PTC
Neodi de Oliveira (DC) Carlos Magno (PP)
RR Anchieta Júnior (PSDB) Chico Rodrigues (DEM) DC / PSDB / DEM / MDB / SD / PPS / PSD 1 PSD, 1 SD 3 SD
Abel Galinha (DEM) Romero Jucá (MDB)
RS ninguém Luiz Carlos Machado (DC) nenhuma ninguém ninguém
SC Mauro Mariani (MDB) Jorginho Mello (PR) DC / MDB / PSDB / PR / PPS / PTB / PRTB / PTC / Avante 1 PSDB, 1 PPS 3 PR
Napoleão Bernardes (PSDB) Paulo Bauer (PSDB)
SE Belivaldo Chagas (PSD) Rogério Carvalho (PT) DC / PSD / PT / MDB / PP / PCdoB / PHS 1 PSD, 1 PP, 1 MDB, 1 PT 4 PSD, 3 MDB, 2 PT
Eliane Aquino (PT) Jackson Barreto (MDB)
SP Major Costa e Silva (DC) Kaled El Malat (DC) nenhuma ninguém ninguém
Cabo Fátima (DC)
TO ninguém ninguém nenhuma ninguém 1 PPS, 1 PPL
Participação e desempenho do PSDC nas eleições estaduais de 2014[19]
  Candidatos majoritários eleitos (10 governadores e 5 senadores).

Em negrito estão os candidatos filiados ao PSDC durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSDC compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.

UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 70 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 57
AC Tião Viana (PT) Perpétua Almeida (PCdoB) PSDC / PDT / PRB / PT / PSL / PHS / PEN / PSB / PRP / PPL / PCdoB / PROS / PTB / PTN 3 PT, 1 PSB, 1 PRB Eber Machado (PSDC)
Nazareth Araújo (PT)
AL Benedito de Lira (PP) Omar Coelho (DEM) PSDC / PPS / PP / PRP / PR / PSL / PSB / DEM / SD 1 SD, 1 PP, 1 PR 2 DEM, 2 PSB, 2 PPS
Alexandre Toledo (PSB)
AM Eduardo Braga (PMDB) Francisco Praciano (PT) PSDC / PMDB / PP / PT / PCdoB / PDT / PTB / PRB / PPS / PPL 1 PMDB, 1 PPS, 1 PP ninguém
Rebecca Garcia (PP)
AP Bruno Mineiro (PTdoB) Promotor Moisés (PEN) PSDC / PV / PTdoB / PRB / PR / PEN / PROS / PHS / PTN 1 PR, 1 PRB Charles Marques (PSDC)
+ 2 PROS
Aline Gurgel (PR)
BA Paulo Souto (DEM) Geddel Lima (PMDB) PSDC / DEM / PSDB / PMDB / PTN / PRB / PSC / PTC / SD / PV / PROS / PRP / PPS 1 PTC 2 PV, 2 PRP
Joaci Góes (PSDB)
CE Eunício Oliveira (PMDB) Tasso Jereissati (PSDB) PSDC / PMDB / PSC / DEM / PR / PPS / PRP / PSDB / PTN 1 DEM, 1 PPS Ely Aguiar (PSDC)
+ 1 PPS, 1 PTN
Roberto Pessoa (PR)
DF Luiz Pitiman (PSDB) Sandra Quezado (PSDB) PSDC / PSDB / PPS 1 PSDB 1 PSDB
Adão Cândido (PPS)
ES Renato Casagrande (PSB) Neucimar Fraga (PV) PSDC / PHS / PSB / PSL / PP / PTB / PTdoB / PPS / PR / PSC / PSD / PTC / PCdoB / PEN / PTN / PPL / PMN / PRB / PRTB ninguém 1 PRTB, 1 PTC
Fabrício Gandini (PPS)
GO Alexandre Magalhães (PSDC) Aldo Muro (PSDC) nenhuma ninguém ninguém
Rodrigo Adorno (PSDC)
MA Lobão Filho (PMDB) Gastão Vieira (PMDB) PSDC / PSC / PMDB / PSL / PHS / PRP / PTN / PMN / PV / PEN / PRTB / PR / PRB / DEM / PSD / PT / PTB / PTdoB Aluisio Mendes (PSDC)
+ 1 PRP
Paulo Neto (PSDC)
+ 2 PTN
Arnaldo Melo (PMDB)
MG Eduardo Ferreira (PSDC) Tarcísio dos Santos (PSDC) nenhuma 1 PTN 3 PTN
Raimundo Violeira (PSDC)
MS Delcídio do Amaral (PT) Ricardo Ayache (PT) PSDC / PT / PDT / PTB / PCdoB / PV / PROS / PSL / PTC / PPL / PRP / PR 2 PT, 1 PDT 3 PDT
Londres Machado (PR)
MT Pedro Taques (PDT) Jayme Campos (DEM) PSDC / PDT / PP / DEM / PV / PSB / PSDB / PTB / PPS / PSC / PRP / PSL / PRB 2 PSB, 1 PSDB, 1 PP, 1 PSC 2 PV
Carlos Fávaro (PP)
PA Simão Jatene (PSDB) ninguém PSDC / PSDB / PSB / PMN / SD / PRB / PSC / PTB / PPS / PSD / PP / PTC / PEN / PTdoB / PRP ninguém 2 SD, 1 PEN, 1 PRP
Zequinha Marinho (PSC)
PB Cássio Cunha Lima (PSDB) Wilson Santiago (PTB) PSDC / PSC / PSDB / PR / PTB / PSD / SD / PMN / PPS / PTdoB / PTN / PRB / PEN / PP 1 PSDB, 1 PP, 1 PR, 1 PTB, 1 PSD, 1 SD 2 PTdoB, 1 PRB, 1 PTN
Ruy Carneiro (PSDB)
PE Paulo Câmara (PSB) Fernando Coelho (PSB) PSDC / PV / PMDB / PCdoB / PTC / PRP / PTN / PR / SD / PPS / PRTB / PSDB / PSD / PPL / DEM / PEN / PHS / PROS / PP / PSB / PSL 1 PHS 1 PRP
Raul Henry (PMDB)
PI Zé Filho (PMDB) Wilson Martins (PSB) PSDC / PMDB / PSDB / PCdoB / PTdoB / PSB / PDT / PTN / PPS / DEM / PEN / PSL / PMN / PRB / PTC / PSD / PV 3 PSB, 1 PMDB, 1 PSD 2 PTC
Sílvio Mendes (PSDB)
PR Beto Richa (PSDB) Álvaro Dias (PSDB) PSDC / PSDB / PROS / SD / PSB / PP / PTB / PSD / PPS / PR / DEM / PSL / PHS / PMN / PEN / PSC / PTdoB 1 PTB, 1 PHS ninguém
Cida Borghetti (PROS)
RJ Luiz Fernando Pezão (PMDB) César Maia (DEM) PSDC / PMDB / PP / PTB / PSL / PPS / PTN / DEM / PHS / PRTB / PEN / PMN / PTC / PRP / PSDB / PSC / PSD / SD Luiz Carlos Ramos (PSDC) João Peixoto (PSDC)
Francisco Dornelles (PP)
RN Henrique Alves (PMDB) Wilma de Faria (PSB) PSDC / PMDB / PR / PSB / PROS / SD / PDT / PSC / PTB / PPS / PV / PSDB / PHS / PRB / PTN / PMN / PRP 1 PMDB, 1 PROS, 1 PR, 1 DEM, 1 PSDB, 1 PMN 1 PMN
João da Silva Maia (PR)
RO Expedito Júnior (PSDB) Moreira Mendes (PSD) PSDC / PHS / PSDB / PSD / PSC / PEN / PMN / PTdoB / PRB / DEM 1 PSDB, 1 SD Ezequiel Júnior (PSDC),
Glaucione Rodrigues (PSDC)
Neodi Carlos (PSDC)
RR Chico Rodrigues (PSB) ninguém PSDC / PSB / PMDB / PSDB / PR / PRB / PSD / SD / PROS / PPS / PMN / PHS / PTdoB / PRTB / PEN / PSL / PPL / PTN / PSC / PRP 1 PMN, 1 PHS Jalser Renier (PSDC),
George Melo (PSDC)
+ 2 PSL
Rodrigo Jucá (PMDB)
RS José Ivo Sartori (PMDB) Pedro Simon (PMDB) PSDC / PMDB / PSD / PPS / PSB / PTdoB / PSL / PHS 2 PSB, 1 PSD 1 PSD
José Paulo Cairoli (PSD)
SC Raimundo Colombo (PSD) Dário Elias Berger (PMDB) PSDC / PSD / PRB / PMDB / PR / PTB / PSC / PV / PROS / PCdoB / PDT / DEM 5 PMDB, 3 PSD, 1 PR 1 PDT, 1 PCdoB
Eduardo Pinho Moreira (PMDB)
SE Jackson Barreto (PMDB) Rogério Carvalho (PT) PSDC / PMDB / PT / PSB / PDT / PSD / PCdoB / PRP / PROS / PRTB / PRB 1 PSD, 1 PMDB, 1 PSB, 1 PRB, 1 PT 1 PDT, 1 PRB, 1 PCdoB
Belivaldo Chagas (PSB)
SP Geraldo Alckmin (PSDB) José Serra (PSDB) PSDC / PSC / PSDB / DEM / PMN / PTdoB / PTC / PTN / SD / PPS / PRB / PSB / PEN / PSL ninguém ninguém
Márcio França (PSB)
TO Ataídes Oliveira (PROS) Sargento Aragão (PROS) PSDC / PROS / PTN / PCdoB / PPL / PMN / PTdoB ninguém 1 PROS
Cinthia Ribeiro (PTN)

Eleições presidenciaisEditar

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos Posição
1998   José Maria Eymael
(PSDC)
Josmar Oliveira Alderete
(PSDC)
sem coligação 171.831 (0,25%)
2006   José Maria Eymael
(PSDC)
José Paulo da Silva Neto
(PSDC)
sem coligação 63.294 (0,07%)
2010   José Maria Eymael
(PSDC)
José Paulo da Silva Neto
(PSDC)
sem coligação 89.350 (0,09%)
2014   José Maria Eymael
(PSDC)
Roberto Lopes
(PSDC)
sem coligação 61.250 (0,06%)
2018   José Maria Eymael
(DC)
Hélvio Costa
(DC)
sem coligação 41.710 (0,04%) 12ª

Referências

  1. a b c TSE. «Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 9 de maio de 2021 
  2. a b c d DC. «Comissão Executiva Nacional (30/09/2019 à 30/09/2023)». Consultado em 9 de maio de 2021 
  3. a b Vladimyr Lombardo Jorge. «História do PSDC». Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 9 de maio de 2021 
  4. a b c d DC. «Programa». Consultado em 9 de maio de 2021 
  5. Eymael (1 de fevereiro de 2019). «História do PSDC». Democracia Cristã. Consultado em 9 de maio de 2021 
  6. a b c TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 16 de setembro de 2021 
  7. a b c Edgard Matsuki (28 de outubro de 2018). «Eleições 2018: Confira lista completa dos candidatos eleitos». EBC. Consultado em 9 de maio de 2021 
  8. PATRI/Datapedia. «Resultados da eleição municipal de 2020 para as prefeituras». Consultado em 9 de maio de 2021 
  9. Senado Federal. «Senadores em Exercício 55ª Legislatura (2019 - 2023)». Consultado em 9 de maio de 2021 
  10. Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 9 de maio de 2021 
  11. Fábio Vanconcellos (17 de novembro de 2020). «DEM, PP e PSD aumentam número de vereadores no Brasil; MDB, PT, PSDB, PDT e PSB registram redução». G1. Consultado em 9 de maio de 2021 
  12. a b c Carolina Freitas (10 de agosto de 2017). «PSDC vai ao TSE para se tornar o Democracia Cristã». Valor Econômico. Consultado em 9 de maio de 2021 
  13. a b Karla Araújo (18 de maio de 2018). «TSE autoriza mudança de nome do PSDC para 'Democracia Cristã'». O Popular. Consultado em 9 de maio de 2021 
  14. a b Gabriela Gonçalves (28 de julho de 2018). «Democracia Cristã oficializa José Maria Eymael para concorrer à Presidência da República». G1. Consultado em 9 de maio de 2021 
  15. Odilon Rios (24 de agosto de 2006). «Eymael diz que cadeira do presidente "está vazia"». Gazeta de Alagoas. Arquivado do original em 4 de março de 2014 
  16. Borges, Rodolfo. "“A democracia-cristã está madura para vencer a eleição”, diz Eymael". R7. 2 de dezembro de 2013. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
  17. Garcia, Carolina. "Candidato troca jingle histórico: sai 'Ey, ey, Eymael', entra 'Ey, ey, Eymael'". Último Segundo. 2 de dezembro de 2013. Página acessada em 23 de agosto de 2014.
  18. Câmara dos Deputados. «Bancada na Eleição (1998-2018)». Consultado em 9 de maio de 2021 
  19. a b TSE. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 9 de maio de 2021 

Ligações externasEditar