Leonid Andreiev
Nome nativo Leonid Nicolaevitch Andreiev
Nascimento 9 de agosto de 1871
Oriol, Império Russo
Morte 12 de setembro de 1919 (48 anos)
Kaokkala, Finlândia
Sepultamento Literatorskie mostki
Nacionalidade Russo
Cidadania Império Russo
Etnia Russos
Cônjuge Anna
Filho(s) Daniil Andreyev
Alma mater Universidade Imperial de Moscou
Ocupação Romancista, contista
Movimento literário Expressionismo
Magnum opus Os Espectros
Causa da morte Insuficiência cardíaca
Assinatura
Leonid Andreyev signature II.jpg

Leonid Nicolaevitch Andreiev (em russo: Леонид Николаевич Андреев; Oriol, Império Russo, 9 de agosto de 1871Finlândia, 12 de setembro de 1919) foi um escritor do início do século XX de origem muito humilde.

Até os 30 anos de idade, Andreiev teve uma vida muito pobre, passando dias e dias sem ter o que comer, chegando a tentar o suicídio, que não se consumou porque ele foi socorrido a tempo. Ainda no hospital, Andreiev se arrependeu do ato e começou a refletir sobre a incapacidade do homem de se sobrepor ao destino.

Apesar dos reveses, prosseguiu nos estudos e formou-se em Direito mas, não possuindo vocação para a carreira, dedicou-se inteiramente à literatura e ao jornalismo. Suas primeiras novelas alcançam relativo sucesso. Tolstoi, em plena glória, o saudou com entusiasmo. Os editores mostram-se sempre interessados em seu livros, que ele publicou continuamente até morrer em condições misteriosas em 1919 na cidade de Kaokkala, Finlândia, onde se exilara 5 anos antes. Sepultado no Cemitério de Volkovo.

ObraEditar

Sua obra literária é povoada de infelizes personagens que inspiram compaixão. Andreiev nunca conseguiu se livrar das traumatizantes experiências de seu passado, e transmitia em seus textos imagens de tragédia e amargura através de seus vencidos personagens, com um estilo revoltado, impetuoso e torturantemente pessoal.

Em geral, os trabalhos de Andreiev refletem a vida sombria e atormendada dos que já perderam todas as esperanças e ilusões. Até mesmo o humor com o qual tenta impregnar alguns textos tende a soar irônico e sombrio. Andreiev sempre tenta chamar a atenção do leitor para o lado mais trágico e cruel da vida, fustigando o egoísmo, a impiedade, a covardia e a brutalidade humanas.

Colocado entre os grandes escritores pessimistas, Andreiev desce ao âmago das misérias que o rodeiam, não hesitando nem mesmo diante do mórbido, e expondo tudo com uma crueza quase selvagem.

A dúvida sempre o atormenta e, por isso mesmo, da sua numerosa bagagem literária (contos, novelas, romances, dramas e comédias), poucos trabalhos refletem tão nitidamente a sua personalidade quanto A Conversão do Diabo, uma das obras primas do conto universal, que trata com graça, sensibilidade e um amargo e irônico humor o completo fracasso das pretensões diante das contingências da vida.

Lista das obras (textos) publicadas em Português (Brasil e Portugal):

  1. Abismo, O
  2. Amor ao próximo, O
  3. Bargamot e Garaska
  4. Bela a vida para os ressuscitados, É
  5. Belas sabinas, As (teatro)
  6. Ben-Tovit
  7. Cidade, A
  8. Conversa noturna
  9. Conversão do diabo, A
  10. Cristãos
  11. Dia da ira
  12. Diário de Satanás, O
  13. Distância sombria, Na
  14. Dois mundos
  15. Duas cartas
  16. Era uma vez
  17. Espectros, Os
  18. Estação, Na
  19. Estrangeiro, Um
  20. Flor pisada, A / Flor espezinhada, Uma
  21. Gigante, O
  22. Governador, O
  23. Grande slam, O / Grand “cheleme”, O
  24. História da serpente sobre como ela ganhou dentes venenosos, A
  25. Homem original, Um
  26. Ideia, A / Loucura? / Médico louco, O / Pensamento; O (novela)
  27. Judas Iscariotes
  28. Juventude
  29. Ladrão, O
  30. Lázaro / História de Lázaro
  31. "Marselhesa", A
  32. Máscara, A
  33. Mentira - memórias de um louco, A
  34. Mistério, O
  35. Muro, O
  36. Nada, O / Repouso, O
  37. Névoa, Na / Nevoeiro, No
  38. Pensamento, O (teatro)
  39. Perante o tribunal
  40. Pietka no campo
  41. Por trás da janela
  42. Porão, No
  43. Presentinho
  44. Que a gralha viu, O
  45. Ressurreição de todos os mortos, A
  46. Retorno, O
  47. Riso vermelho, O / Gargalhada vermelha, A
  48. Riso, O
  49. Sete enforcados, Os / História dos Sete Enforcados
  50. Silêncio
  51. Sobremortal
  52. Trem, No
  53. Trevas, As
  54. Uma história que nunca será concluída, De
  55. Vadio
  56. Valia
  57. Vida de Vassíli Fiveiski, A

Bibliografia em português (Brasil e Portugal)Editar

  1. Conversa noturna e outras histórias. Tradução de Helena Kardash. Orel Books – São Paulo – 2019. – 417 P. – ISBN: 9786580695003 – Contém: Pietka no campo; Presentinho; No porão; No trem; Na estação; É bela a vida para os ressuscitados; A cidade; A ressurreição de todos os mortos; Duas cartas; Na névoa; O ladrão; Na distância sombria; De uma história que nunca será concluída; Dia da ira; A história da serpente sobre como ela ganhou dentes venenosos; O que a gralha viu; Conversa noturna; A vida de Vassíli Fiveiski; As belas sabinas (teatro).
  2. As trevas e outros contos. Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra. Antígona – Lisboa – 2019. – 288 P. – ISBN: 9789726083382 – Contém: As Trevas; No Nevoeiro; O Governador; Judas Iscariotes; Os Fantasmas.
  3. A paz. Tradução de Paula Costa Vaz de Almeida. In: E.T.A Hoffmann et al. Contos de Assombro. Carambaia – São Paulo – 2018. – P. 119-127. – ISBN: 9788569002390
  4. Minhas anedotas. Tradução de Danilo Hora. In: CAVALIERE, A. (Org.). Antologia do Humor Russo. Editora 34 – São Paulo – 2018. – P. 207-216. – ISBN: 9788573267235
  5. O anjinho. Tradução de Helena Kardash. In: Revista de Literatura e Cultura Russa. São Paulo – V. 7 – N. 8 – 2016. – P. 165-182. – ISSN: 2317-4765.
  6. O retorno. Tradução de Nivaldo dos Santos. In: CAVALIERE, A. (Apres). Clássicos do Conto Russo. Editora 34 – São Paulo – 2015. – P. 474-482. – ISBN: 9788573266092
  7. O repouso. Tradução de Nivaldo dos Santos. In: CAVALIERE, A. (Apres). Clássicos do Conto Russo. Editora 34 – São Paulo – 2015. – P. 465-473. – ISBN: 9788573266092
  8. O anjinho. Tradução de Gabriela Soares da Silva. In: Revista Arte e Letra – Estórias V. Revista de Literatura. Arte e Letra – Curitiba – 2013. – P. 36-38; 40-45. – ISSN: 1982-9221 – ISBN: 9771892922046.
  9. O Grande Slam. Tradução de Henrique Losinsky Alves. In: MUSSA, A. e CHAO, S. (Orgs). Atlas Universal do Conto. Record – Rio de Janeiro – 2013. – P. 299-309. – ISBN: 9788501096425
  10. O abismo. Tradução de Nivaldo dos Santos. In: GOMIDE, B. B. (Org). Nova antologia do conto russo (1792-1988). Coleção Leste. Editora 34 – São Paulo – 2011. – P. 307-322. 2ª Ed. – 2012. – ISBN: 9788573264838
  11. Lázaro. Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra. In: ANDREEV, L; DOSTOIÉVSKI; F.; TOLSTOI, L. Contos russos. Coleção Biblioteca de Babel. – Vol. 14. – Editorial Presença – Lisboa – 2010. – P ?. – ISBN: 978972234381
  12. A flor pisada. Tradução de Monica Cozacenco. Estrofe e Versos – Porto – 2009. – 92 P. – ISBN: 9789898292117 – Contém: A flor pisada; Lázaro.
  13. A história dos sete enforcados. Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra. Hespéria – Lisboa – 2009. – 187 P. – ISBN: 9789899545854 – Contém: A história dos sete enforcados; O pensamento.
  14. A mentira - memórias de um louco. Tradução de Alves Moreira. In: COSTA, F. M. (Org). Os melhores contos de loucura. Ediouro – Rio de Janeiro – 2006. – P. 227-235. – ISBN: 9788500021794
  15. Lázaro. Tradução de Augusto Alencastro. In: COSTA, F. M. (Org). Os melhores contos bíblicos. Ediouro – Rio de Janeiro – 2006. – P. 95-112. – ISBN: 9788500016523
  16. Os sete enforcados. Tradução anônima (provavelmente, a tradução de 1931). In: BRAGA, R. (Coord). Contos russos: os clássicos. Ediouro – Rio de Janeiro – 2004. P. 305-365. – ISBN: 9788500015939
  17. A conversão do diabo. Tradução de José Augusto Carvalho. In: CAMPOS, M. C. S. Contos russos eternos. – Coleção Contos Eternos. – Vol. 2. – Bom Texto – Rio de Janeiro – 2004. – P. 215-246. – ISBN: 9788587723505
  18. Riso vermelho. Tradução de Anibal Fernandes. Coleção Livro B. – Vol. 52 – Editorial Estampa – Lisboa – 1988. – 138 P. Reedição(?): 1998. – ISBN: 9789723302431
  19. Os sete enforcados. Tradução de Eliana Sabino. Coleção Novelas Imortais. Rocco – Rio de Janeiro – 1987. – 165 P. Reedição: 2011. – ISBN: 9788579800696.
  20. Os sete enforcados. Tradução de Orígenes Lessa (provavelmente, a tradução de 1931). Ilustrações de Eugênio Hirsch. Alhambra – Rio de Janeiro – 1986. 102 P.
  21. Os sete enforcados. Tradução anônima (provavelmente, a tradução de 1931). In: BRAGA, R. (Coord). O livro de ouro dos contos russos. Ediouro – Rio de Janeiro – 1981(?). P. 212-248.
  22. O Grande Slam. Tradução de Aurélio Buarque de Hollanda e Paulo Ronái. Ilustrações de Mário de Murtas. In: HOLLANDA, A. B. e RONÁI, P. (Selec.). Contos Russos. Ediouro – Rio de Janeiro – 1981(?). P. 199-212.
  23. O governador. Tradução de Egito Gonçalves. In: ANDREIEV, L. et al. O governador e outros contos soviéticos. Coleção Metamorfoses. Nova série. – Vol. 11. – Editorial Inova – Porto – 1974. – P. 9-66.
  24. Silêncio. Tradução de Agostinho da Silva. In: TOLSTOI, L. et al. Contos russos. Colecção Duas Horas de Leitura – Vol. 15 – Editorial Inova – Porto – 1973. P: 23-34.
  25. O riso vermelho e outras histórias. Tradução de Arsénio Simões Mota. Livraria Civilização – Porto – 1968. – 232 P. – Contém: O riso vermelho; A ideia; Os espectros; O grande “cheleme”; Ben-Tovit.
  26. O pensamento. Drama em seis atos. Traduzido por Rui Velês a partir do original francês da adaptação livre de Carlos Semprun (La Pensée), de 1962. Prefácio de Bernardo Santareno. Dom Quixote – Lisboa – 1965. – 106 P.
  27. O grande slam. Tradução revista por Cabral do Nascimento. In: SILVA, H. (Selec). Obras primas do conto russo. Livraria Martins Editora – São Paulo – 1964. – P. 191-201.
  28. O amor ao próximo. Tradução de Mário Salgueiro. Antologias Inquérito. Os melhores contos dos melhores contistas. – Vol. 5 – Editorial Inquérito – Lisboa – 1964. – 230 P. Contém: O amor ao próximo; Perante o tribunal; Um estrangeiro; Ben-Tovit; A "Marselhesa"; Um homem original; Cristãos; Bargamot e Garaska; Os sete enforcados.
  29. O grande slam. Tradução anônima a partir de uma versão alemã. In: HOLLANDA, A. B. F. e RONAI, P. (Orgs). Mar de histórias. Antologia do Conto Mundial. Século XIX (3ª Parte) e Século XX (1ª Parte). – Vol. IV – José Olympio – Rio de Janeiro – 1963. – P. 312-323. Reedições: 2ª Edição rev. e amp. – No limiar do Século XX – Vol. VIII – Nova Fronteira – Rio de Janeiro – 1986; 3ª Edição– Vol. VIII – Nova Fronteira – Rio de Janeiro – 1989; 4ª Edição – Vol. VIII – Nova Fronteira – Rio de Janeiro – 1999 – ISBN: 9788520910191 ; 5ª Edição – Vol. VIII – Nova Fronteira – Rio de Janeiro – 2013 – ISBN: 9788520932650.
  30. Os sete enforcados. Tradução de Anna Weinberg. BUP Biblioteca Universal Popular – São Paulo – 1963. – 169 P.
  31. Os sete enforcados. Tradução de Anna Weinberg. In: CARPEAUX, O. M. e NEWEROWA, V. Antologia do conto russo. – Vol. VIII – Lux Editora – Rio de Janeiro – 1962. – P. 177-255.
  32. O médico louco. Tradução anônima. In: PENTEADO, J. Primores do Conto Universal. – Vol. 2 – Contos Russos. – Sociedade Brasileira de Empreendimentos Editorial – Rio de Janeiro – 1962(?). – P. 195-239.
  33. Judas Iscariotes. Tradução de Armindo Rodrigues. Coleção ABZ – Vol. 1. – Editorial Técnica e Artística – Lisboa – 1962. – 212 P. – Contém: Judas Iscariotes; Lázaro.
  34. Judas Iscariotes. Tradução de Henrique Losinsky Alves. Clube do Livro – São Paulo – 1960. – 175 P. – Contém: Judas Iscariotes; Era uma vez; O nada; O grande slam; Valia; A máscara. Reedições: 1984. – 159 P.; Judas Iscariotes e outras histórias (Judas Iscariot e Other Stories). – Claridade – São Paulo – 2004. – 144 P.
  35. Judas Iscariote. Tradução anônima. Junco – São Paulo – 1960(?). – 102 P.
  36. Aquele que recebe bofetadas. Tradução de ?. Teatro Amadores de Pernambuco – Recife – 1960. – 80 P. Teatro.
  37. Os espectros. Tradução anônima. Pequena Antologia de Obras Primas. – Coleção Mosaico – Vol. 48. – Fomento de Publicações – Lisboa – 1958(?). – 48 P. Reedição: 1959? – 52 P.
  38. Lázaro. Tradução anônima. In: SILVA, F. C. da (Org.). Maravilhas do Conto Bíblico. Cultrix – São Paulo – 1958. – P. 145-165.
  39. O Grande Slam. Tradução de Cabral do Nascimento. In: PUSKINE, A. et al. Mestres do Conto Eslavo. – Antologias Universais – Conto. – Vol. XIX. – Portugália – Lisboa – 1957(?). P. 383-396.
  40. A conversão do diabo. Tradução anônima. Tradução revista por T. Booker Washington. In: CAVALHEIRO, E. e RIEDEL, D. (Orgs). Maravilhas do Conto Russo. Cultrix – São Paulo – 1957. – P. 219-248.
  41. A mentira – memórias de um louco. Tradução anônima. In: PENTEADO, J. (Org). Obras primas do conto fantástico. Livraria Martins Editora – 1956. – P. 277-287. Reedição: 1966.
  42. Os sete enforcados. Tradução anônima (provavelmente, trata-se da tradução de 1931). Tradução revista e adaptada pela editora. In: GOGOL, N.; TOLSTOI, L.; ANDREIV, L. Três novelas russas. – Coleção Grandes Romances Universais – Vol. 7. – W. M. Jackson – São Paulo – 1947. – P. 369-474. Reedições: 1952, 1955 e 1963.
  43. A conversão do diabo. Tradução anônima. Ilustrações de Armando Moura. Revista Vamos Ler. – N. 557 – Rio de Janeiro – 05/Abr/1947. – P. 12-20, 48, 55.
  44. A gargalhada vermelha. Tradução de B. Siebel. Coleção Seleta – Vol. VI – Assunção – São Paulo – 1945. – 144 P.  Reedição: Anchieta – São Paulo – 1946.
  45. Uma flor espezinhada. Tradução de Alfredo Ferreira. In: PUCHKIN, A. et al. Os mais belos contos russos dos mais famosos autores – Segunda Série – Casa Editora Vecchi – Rio de Janeiro – 1944. – P. 280-297.
  46. Silêncio. Tradução de Enéias Marzano. In: DOSTOIÉVSKI, F. et al. Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. Casa Editora Vecchi – Rio de Janeiro – 1944. – P. 174-186.
  47. Por trás da janela. Tradução de Manuel R. da Silva. In: PUCHKIN, A. et al. Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. Edições Mundo Latino – Rio de Janeiro – 1944. – P. 288-313.
  48. Judas Iscariotes. Tradução anônima. Edições Colête – A Bolsa do Livro – São Paulo – 1944. – 128 P.
  49. Os sete enforcados. Tradução de Orígenes Lessa. In: BRAGA, R. (Coord.). Os russos: antigos e modernos. Leitura – Rio de Janeiro – 1944. P. 302-359. Obs: crédito da tradução não atribuído a Georges Selzoff; provavelmente trata-se da tradução da edição de 1931.
  50. Os sete enforcados. Tradução de José de Barros Pinto. In: ANDREIEV, L.; TCHÉCOV, A.; GORKI, M. Três novelas russas. Antologia da Novela Universal. Flama – São Paulo – 1944. – P. 11-125.
  51. O mistério. Tradução de Domingos Monteiro. Revista Contos Magazine – Ano VI – N. 155 - A Noite – Rio de Janeiro – 01/Jul/1944. – P. 4-35.
  52. Bargamot e Garaska. Tradução de Cícero Franklin de Lima. Revista Contos Magazine – Ano VI – N. 146 – A Noite – Rio de Janeiro – 16/Fev/1944. – P. 61-69.
  53. A conversão do diabo. Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. In: BARBOSA, A. R. e CAVALHEIRO, E. (Orgs). As obras primas com conto universal. A marcha do espírito – Vol. VI – Livraria Martins Editora – São Paulo – 1942. – P. 49-83. Edições: 1ª Ed.: Nov. 1942; 2ª Ed.: Jan. 1943; 3ª Ed.: Jul. 1943; 4ª Ed.: Jul. 1944.
  54. Silêncio. Tradução anônima. Agostinho Silva: Obra Reunida – Vol. IV – Tomo 2 – Antologia. – Introdução aos Grandes Autores (1941-1947) – Edição do Autor – Lisboa – 1943. P. 3-22.
  55. Judas Iscariotes. Tradução anônima. Norte Editora – Rio de Janeiro – 1942. – 107 P.
  56. Um homem original. Tradução de Lobo Vilela. In: BOUNINE, I. et al. Uns olhos bizantinos. Edições Sirius – Lisboa – 1942. 136 P.
  57. O mistério. Tradução de Domingos Monteiro. Novelas Inquérito. – Vol. 49 – Editorial Inquérito – Lisboa – 1942 – 80 P.
  58. O médico louco. Tradução de Mauro Saule. Novelas Inquérito – Vol. 35 – Editorial Inquérito – Lisboa – 1941 – 86 P.
  59. Lázaro. Tradução de Eliezer Burlá. Revista Vamos Ler. – N. 190 – Rio de Janeiro – 21/Mar/1940. – P. 8-13, 50-51.
  60. Os espectros. Tradução de Lobo Vilela. Editorial Gleba – Lisboa – 194? – 177 P. – Contém: Os espectros; Dois mundos; Sobremortal; O mistério; Vadio.
  61. História de Lázaro. Tradução de Correia Taipas a partir de uma versão francesa. In: BALZAC, H. et al. Os mais belos contos do mundo. Editorial Cultura – Porto – 194?. – 287 P.
  62. Nada. Tradução de Wilson Velloso. Revista A Novela. – N. 26 – Porto Alegre – Nov 1938. – P. 186-190.
  63. O Diário de Satanás. Tradução de Elias Davidovitch. Renascença – Rio de Janeiro – 1933. 213 P.
  64. Os sete enforcados. Tradução de Georges Selzoff e Orígenes Lessa (e Allyrio M. Wanderley (?)). – Coleção Bibliotheca dos Auctores Russos. – Edição Cultura – São Paulo – 1932. – 150 P. Obs: há uma controvérsia sobre a autoria da tradução neste livro.
  65. A conversão do diabo. Tradução de Cássio M. Fonseca. In: LEBEDINSKY, I. A semana. Editorial PAX – São Paulo – 1932. P. 139-167.
  66. O advogado Kolosof. Tradução de Cássio M. Fonseca. In: LEBEDINSKY, I. A semana. Editorial PAX – São Paulo – 1932. P. 127-138.
  67. A flor espezinhada. Tradução de Cássio M. Fonseca. In: LEBEDINSKY, I. A semana. Editorial PAX – São Paulo – 1932. P. 109-125.
  68. Judas Iscarites. Tradução de Georges Selzoff, Fúlvio Abramo e/ou Allyrio M. Wanderley – Coleção Bibliotheca dos Auctores Russos. – 1º Milheiro – Edição Cultura – São Paulo – 1931. – 144 P. Obs: há uma controvérsia sobre a autoria da tradução neste livro.
  69. O médico louco. Tradução de ?. In: GORKI, M. e ANDREIEFF, L. Contos Russos. Editorial PAX – São Paulo – 193?. P. ?. Obs.: embora este livro esteja no catálogo da editora PAX divulgado à época, não há evidências de que tenha sido efetivamente publicado.
  70. Os sete enforcados. Tradução de ?. In: GORKI, M. e ANDREIEFF, L. Contos Russos. Editorial PAX – São Paulo – 193?. P. ?. Obs.: embora este livro esteja no catálogo da editora PAX divulgado à época, não há evidências de que tenha sido efetivamente publicado.
  71. Juventude. Tradução anônima. Revista Primeira: a revista por excelência – N. 40 – Rio de Janeiro – 10/Mar/1929. – P. 38-46.
  72. O riso. Tradução anônima. Revista Primeira: a revista por excelência – N. 36 – Rio de Janeiro – 10/Jan/1929. – P 41-44.
  73. O gigante. Tradução de J. J. de Sá. Ilustrações de Atlântida. Revista Primeira: a revista por excelência – N. 11 – Rio de Janeiro – 25/Dez/1927. – P. 14-16.
  74. O muro. Tradução de J. J. Sá. Ilustrações de A. S. Rouiz. Revista Primeira: a revista por excelência – N. 5 – Rio de Janeiro – 25/Set/1927. – P. 20-26.
  75. Loucura?. Tradução anônima. Revista Leitura Para Todos – 2a fase – Ano VIII – N. 86 – Rio de Janeiro – Set. 1926. – P. 57-65.
  76. O riso. Tradução anônima. Revista Para Todos – Ano I – N. 11 – Rio de Janeiro – 01/Mar/1919. – P. 2-3.

Ligações externasEditar