Literatura de Angola

A literatura de Angola nasceu antes da Independência de Angola em 1975[1], mas o projeto de uma ficção que conferisse ao homem africano o estatuto de soberania surge por volta de 1950 gerando o movimento Novos Intelectuais de Angola.[2] Depois de passado a alegria dos primeiros anos da independência e depois do fracasso da experiência socialista e de guerras civis devastadoras, acontece às injustiças do presente. Tanto, porque, não havia competência para levar adiante a independência com certa modernidade.

A literatura de Angola muitas vezes versa temas como o preconceito, da dor causada pelos castigos corporais, do sofrimento pela morte dos entes queridos, da exclusão social.

A palavra literária desempenhou em Angola um importante papel na superação do estatuto de colônia. Presente nas campanhas libertadoras foi responsável por ecoar o grito de liberdade de uma nação por muito tempo silenciado, mas nunca esquecido. O angolano vive, por algum tempo, entre duas realidades, a sociedade colonial européia e a sociedade africana; os seus escritos são, por isso, os resultados dessa tensão existente entre os dois mundos, um com escritos na nascente da realidade dialética, o outro com traços de ruptura.

Academia Angolana de LetrasEditar

Em 2016 foi criada a Academia Angolana de Letras e seu estatuto editado no Diário da República, edição n.º57, de 28 de Março de 2016.É uma associação privada sem fins lucrativos, de carácter cultural e científico e seus criadores tem os nomes de escritores angolanos como: Henrique Lopes Guerra, António Botelho de Vasconcelos e Boaventura da Silva Cardoso.[3]

EscritoresEditar

 Ver artigo principal: Lista de escritores de Angola

Escritores portugueses de Angola ColonialEditar

Escritores de Angola independenteEditar

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar