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Disambig grey.svg Nota: Se procura o senador da época do Brasil Império, veja Antônio Luís Dantas de Barros Leite.
Luís de Barros
Nascimento 1893
Rio de Janeiro
Morte 1981 (88 anos)
Cidadania Brasil

Luís de Barros (18931981) foi um cineasta[1] e diretor teatral brasileiro.[2]

Nasceu no Rio de Janeiro e começou dirigindo peças de teatro e shows em cassinos. Acumulando funções de diretor, produtor e técnico, realizou mais de 60 filmes mudos e falados, entre comédias carnavalescas, chanchadas, documentários, filmes militares, dramas e adaptações de peças e obras literárias, incluindo-se aí Ubirajara (1919), de José de Alencar, e O cortiço (1945), de Aluísio Azevedo.

Foi pioneiro do cinema erótico nos anos 1920.[1] Tido como cineasta prolífico, mas de temas geralmente considerados como fúteis.

Em 1916 dirigiu o filme "Perdida", filme esse que foi a estreia de Leopoldo Fróes no Cinema.[3]

Referências

  1. a b FGV. «Espectros e Silhuetas em uma Cidade: Imagens da Mulher no Cinema Brasileiro de 1896 a 1928.» (PDF). Consultado em 15 de julho de 2019. Além disso, como se tratava de mais uma produção do "pai do cinema er�tico nacional", Luis de Barros, mostrava imagens ginecológicas do corpo feminino infectados. Prática bastante grosseira, mas comum de se apresentar em filmes ditos "científicos": o erotismo nas imagens de corpos nus.  replacement character character in |citação= at position 70 (ajuda)
  2. LUÍS de Barros. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2019. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa409118/luis-de-barros>. Acesso em: 15 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7
  3. Cultura Niteroi. «LEOPOLDO FRÓES». Consultado em 15 de julho de 2019