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Manhattan Connection

Manhattan Connection
Manhattan Connection.jpg
Informação geral
Formato Talk show
Gênero Jornalismo
Duração 60 minutos
País de origem  Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Ali Kamel (DGJE)
Silvia Faria (CGJ)
Miguel Athayde (Globo News)
Apresentador(es) Caio Blinder
Diogo Mainardi
Lucas Mendes
Pedro Andrade
Ricardo Amorim
Narrador(es) Lucas Mendes
Exibição
Emissora de televisão original Brasil GNT
Brasil Globo News
Formato de exibição 480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Transmissão original 14 de março de 1993 - presente

Manhattan Connection é um programa de televisão transmitido pelo Globo News, canal pago da Globosat, para o Brasil e o mundo inteiro aos domingos às 23h. Estreou em 1993, transmitido diretamente de Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Até janeiro de 2011, o programa era transmitido pelo GNT, também da Globosat.

No programa os apresentadores e comentaristas debatem sobre política, economia e comportamento sob uma perspectiva liberal a partir da ótica do Instituto Millenium[1], além de darem dicas sobre Nova York, através de informações diversificadas dos principais assuntos da semana, no Brasil e no mundo.

HistóriaEditar

Manhattan Connection busca debater assuntos como política, economia e entretenimento no Brasil, nos Estados Unidos e no resto do mundo. Liderado pelo repórter Lucas Mendes, a formação original continha, no início, Paulo Francis, Caio Blinder, Nelson Motta e Lúcia Guimarães (que nos primeiros anos trabalhava por trás das câmeras). As conversas descontraídas entre os apresentadores são enriquecidas, esporadicamente, pela participação de convidados como Fernando Henrique Cardoso, Mônica Waldvogel e Nelson Pereira dos Santos[carece de fontes?], entre outros.

Com a morte de Paulo Francis, em fevereiro de 1997, a quarta poltrona passou a ser ocupada por convidados especiais, como o antropólogo Roberto DaMatta e o teatrólogo Gerald Thomas[carece de fontes?], sendo finalmente substituído por Arnaldo Jabor, comentarista dos telejornais da TV Globo e ex-cineasta.

Em 2001, Nelson Motta deixou o programa e foi substituído por Lúcia Guimarães que ocupa a mesa de debates apenas no último bloco, sempre com uma matéria cultural. Em 2003, após diversas aparições como convidado, foi a vez do economista Ricardo Amorim tornar-se integrante fixo do programa. E, finalmente, em outubro de 2003, Arnaldo Jabor deixou o programa, sendo substituído por Diogo Mainardi.

Em 2008, Lúcia Guimarães saiu do programa para apresentar o Saia Justa. Em 2009, o modelo Pedro Andrade, antes conhecido pelo namoro com Lance Bass[2] e por ter sido capa na revista The Advocate[3][4], passou a integrar a equipe.[5]

O programa se desdobra em discussões acirradas e acaloradas entre os comentaristas, não raramente os integrantes disputam espaço frente as câmeras para defender seus pontos de vista ou ideologias.[carece de fontes?]

No dia 23 de janeiro de 2011, o programa mudou de canal, passando a ser transmitido pela Globo News. Esta mudança deve-se ao fato do GNT ter perdido com o tempo o foco jornalístico, dando preferência ao público feminino. Também, a partir deste programa, Ricardo Amorim passou a fazer comentários a partir de São Paulo e não mais do Rio de Janeiro.[6][7]

Em algumas oportunidades, a atração é exibida ao vivo.

Referências

  1. Demier, Demier; Hoeveler, Rejane (2016). A Onda Conservadora: ensaios sobre os atuais tempos sombrios no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad. ISBN 9788574787909 
  2. (em inglês)Revista People: New Boyfriend, New Job for Lance Bass
  3. «Possível namorado de Lance Bass, modelo brasileiro faz série de trabalhos gays». Consultado em 7 de abril de 2009. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2009 
  4. «Revista People diz que Lance Bass namora um brasileiro». Consultado em 7 de abril de 2009. Arquivado do original em 13 de agosto de 2007 
  5. Modelo é o mais novo integrante do 'Manhattan Connection'
  6. «'Manhattan connection' segue em 2011 para a Globo News, onde vai aprofundar a relação com o Brasil». O Globo. 26 de dezembro de 2010 
  7. «'Falo mais do que deveria' - Cultura - Estadão». Estadão 

Ligações externasEditar