Mario Rigamonti

futebolista italiano

Mario Rigamonti (Bréscia, 17 de dezembro de 1922Superga, 4 de maio de 1949) foi um futebolista italiano que jogava como meio-campista. Seus melhores momentos na carreira foram com a camisa do Torino.

Rigamonti
Informações pessoais
Nome completo Mario Rigamonti
Data de nasc. 17 de dezembro de 1922
Local de nasc. Bréscia, Flag of Italy (1861–1946).svg Itália
Falecido em 4 de maio de 1949 (26 anos)
Local da morte Superga,  Itália
Informações profissionais
Posição Meio-campista
Clubes de juventude
–1941
1941–1943
Flag of Italy (1861–1946).svg Brescia
Flag of Italy (1861–1946).svg Torino
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1944
1945
1945–1949
Flag of Italy (1861–1946).svg Brescia (Vindo de Empréstimo)
Flag of Italy (1861–1946).svg Lecco (Vindo de Empréstimo)
Flag of Italy (1861–1946).svg/Itália Torino
13 (4)
- (-)
140 (1)
Seleção nacional
1947–1949 Flag of Italy (1861–1946).svg/Flag of Italy.svg Itália 3 (0)

Fez parte do Grande Torino, como ficou conhecida a equipe, considerada uma das melhores da história, cujos atletas acabaram morrendo tragicamente na tragédia de Superga. Rigamonti foi uma das vítimas, tendo falecido com apenas 26 anos de idade.

CarreiraEditar

Revelado no clube de sua cidade natal, Rigamonti assinou com o Torino em 1941, mas teve que esperar o término da Segunda Guerra Mundial para atuar, sendo emprestado para Brescia (1944) e Lecco (1944-45).

Entre 1945 e 1949, envergou a camisa granata em 140 partidas, marcando um gol. Em sua homenagem, o estádio de Brescia, onde ele nasceu e iniciara a carreira futebolística, recebeu seu nome, assim como o centro de treinamentos da equipe homônima e o estádio municipal de Lecco.

Antes da tragédia, Rigamonti defendeu a seleção da Itália em 3 oportunidades, estrando contra a Hungria, em maio de 1947. Era presença praticamente certa na lista de convocados para a Copa de 1950, uma vez que a base da seleção na época era o time do Torino, sendo dos dezoito mortos, nove convocados regularmente para a seleção, além de um francês (Émile Bongiorni) e um tcheco (Julius Schubert, que era húngaro de nascimento), também convocados constantemente para suas seleções.

Ligações externasEditar

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