Abrir menu principal
Gnome globe current event.svg
Este artigo ou seção é sobre um evento atual. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. (editado pela última vez em 22 de junho de 2019)

Minerworld foi um esquema Ponzi (pirâmide financeira)[1][2][3][4][5][6][7][8][9][10] brasileiro[11] que supostamente fazia administração de investimentos no ramo de moedas digitais ou criptomoedas,[12] principalmente Bitcoins.[13][14] Foi acusada de operar em através de uma plataforma virtual,[15] sob comando do CEO e ex-diretor de marketing Jonhnes Carvalho.[16][17]

Apresentava em seu site cerca de dez planos de investimentos ou inversões - câmbio de moeda real por bitcoins - com supostas rentabilidades de até 100% anualmente, em 2017. A operação é investigada no Paraguai desde maio de 2017 e no Brasil desde agosto de 2017 pelo Ministério Público Federal e também pela Polícia Federal.[18][19] A empresa, na sua versão, afirmava que operava através do marketing multinível,[1] e que os calotes aconteceram por conta de uma invasão na conta da empresa na exchange Poloniex, ocorrido através de um suposto golpe de pishing, informação que só foi divulgada 5 meses após a inadimplência nos pagamentos aos afiliados.[20][21]

A empresa também afirma ser parceira da casa de câmbio e BitOfertas, mas a operação da empresa[15][14][18] está estabelecida no estado de Mato Grosso do Sul (Brasil)[18], por meio da empresa Bit Ofertas Informática LTDA, sob CNPJ 22.111.072/0001-49, responsável pelo fluxo de caixa e pagamentos.[22] Embora afirme operar no Paraguai, a Comissão Nacional de Valores do Paraguai, afirma que toda a operação localiza-se no Brasil, fora da jurisdição paraguaia,[23] apenas atuando naquele país através de uma plataforma virtual e de transferências monetárias não autorizadas.[15][23]

Em maio de 2017, o custo de adesão a uma conta virtual na plataforma era de 15 dólares americanos, com planos de investimentos de 30 a 1 000 dólares,[15] garantindo uma suposta rentabilidade de 100% do valor investido no período de 12 meses,[1][18] que eram pagos através de depósitos bancários, através de bitcoins, dolares ou até mesmo guaranis.[15] De acordo com a Comissão Nacional de Valores do Paraguai, os contratos estabelecidos através dessa plataforma não possuíam nenhum respaldo legal à luz da Lei paraguaia.[3] Segundo a própria empresa, mais de 120 mil participaram como investidores da plataforma.[24]

O BadBitcoin, um site que reúne uma lista com os principais esquemas fraudulentos envolvendo Bitcoin e outras criptomoedas inclui a Minerworld, desde julho de 2017, dizendo ser um esquema ponzi.[25]

Em novembro de 2017, a empresa anunciou o ex-diretor de marketing Jonhnes Carvalho como seu novo CEO.[16][17] Que anteriormente envolveu-se na Multiclick Brasil, também acusada de ser um esquema ponzi.[26]

Apenas em fevereiro de 2018, mais de dois anos após a criação da empresa, ela inaugurou uma unidade de mineração em nome de terceiros, na cidade de Hernandarias (distrito industrial de Ciudad del Este), em uma área de 1,8 mil metros quadrados.[12]

Índice

Investigações e fim do esquemaEditar

No BrasilEditar

Em junho de 2014, Cícero Saad, apresentado como CEO da empresa até o fim de 2017,[27] respondeu processo judicial por estelionato na 4ª Vara Criminal de Campo Grande,[28][29] no qual confessou que falsificava guias de pagamento utilizando o programa Corel Draw.[30] No fim 2017 a empresa anunciou que o novo CEO, Jonhnes Carvalho, que anteriormente se envolveu na Multiclick Brasil também acusada de ser um esquema ponzi.[31]

Em agosto de 2017, um jornal ao solicitar visitar o local onde supostamente efetuam a mineração de Bitcoins, foi impedido pelos sócios que informaram, no momento não ser possível pois as unidades "ainda estariam em obras".[32] O mesmo jornal também mostrou que usaram imagens genéricas de "fazendas de mineração" encontradas na internet para supostamente provar sua atividade de mineração.[33]

Também em agosto, o Ministério Público Federal encaminhou a Polícia Federal inquérito sobre o modelo de negócio comandado pela Minerworld, sob possível golpe de pirâmide financeira, que está em análise na Coordenadoria Criminal da Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul.[18][34][35] O negócio não possui aprovação do Banco Central do Brasil e não é assegurado por nenhuma instituição financeira ou Fundo Garantidor de Créditos. Após uma matéria publicada, o Procon alertou: “Os riscos são enormes, e quem lucra são os donos, que se sustentam pelos investimentos dos mais fracos. Enriquecem do suor, da enganação de quem tentou investir”.[4]

Em setembro de 2017 ocorreu uma audiência pública da Comissão Especial sobre Moedas Virtuais da Câmara dos Deputados, para debater sobre crimes no mercado de moedas virtuais,[36][37] onde ocorreu a convocação de representantes do Ministério Público Federal responsáveis por investigar as empresas MinerWorld e D9.[36][37][38]

Em outubro de 2017, a empresa começou a atrasar os pagamentos devidos aos investidores em até 40 dias,[39] culpando o fork no Bitcoin (que não ocorreu), o feriado chinês e o mau tempo no Paraguai.[40]

Em novembro de 2017 anunciaram a criação de uma nova criptomoeda própria, semelhante ao esquema Kriptacoin, para pagar apenas os bônus de indicação.[41] As reclamações na página do Facebook da empresa e no Reclame Aqui começaram a aumentar consideravelmente, dado que o contrato previa o pagamento apenas em Bitcoin, uma moeda reconhecida, que possui valor de mercado.[42]

Em novembro de 2017 foi lançado o novo escritório virtual Miner360, no qual as pessoas suspeitaram de ser uma espécie de reinício, que é comum em esquemas piramidais.[43] Mesmo assim, a empresa não cumpriu nenhum dos prazos para pagamento que havia prometido aos clientes.[44]

Em janeiro de 2018, a empresa disse que não tinha caixa suficiente para pagar os investidores, sem indicar o motivo, e ofereceu alguns "planos de compensação", no qual os investidores podem escolher entre receber em Bitcoin, parcelado em 24 meses, ou metade em Bitcoin e metade na criptomoeda própria da empresa (MCash), com o valor em Bitcoin parcelado em 12 vezes, ou ainda apenas em MCash. Essa moeda não possui a rede descentralizada, não está listada em nenhuma exchange confiável e não tem nenhum valor de mercado.[45] Também, no mesmo mês, a CVM emitiu um parecer confirmando que a Minerworld está cometendo crime contra a economia popular. Logo após o parecer, a empresa lançou uma nova plataforma para "identificar os débitos" que possui com os clientes, chamada MinerID, transferindo todos os investidores para a nova plataforma, Miner360.[46]

Em março de 2018 a empresa lançou oficialmente a suposta criptomoeda na Suiça. Apesar de ter fornecido um whitepaper,[47] ele foi extremamente genérico, sem nenhum detalhamento técnico, mas com o suposto valor de 100 milhões de dólares divididos em 1 bilhão de unidades. De acordo com a empresa o valor dessa moeda é de aproximadamente R$0,10. Foi relatado que a empresa pagou uma agência para fabricar notícias em portais estrangeiros sobre a criptomoeda.[48]

Em abril de 2018 a empresa finalmente divulgou o motivo da inadimplência, emitindo um comunicado, que diz que ela perdeu aproximadamente 850 Bitcoins em um golpe pishing na exchange poloniex, e por isso está insolvente.[49][50]

Em abril de 2018, a empresa, e diversos endereços ligados a ela foram alvo de busca e apreensão pela Operação Lucro Facil, conduzida pela GAECO, nos quais foram apreendidos documentos e computadores.[51][52][53] Assim, a Segunda Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande bloqueou trezentos milhões em bens adquiridos pelas empresas Minerworld, Bitpago e BitOfertas Informática, e por sete pessoas investigadas. Também vetou a entrada de novos afiliados/investidores.[54]

Em maio de 2018, a empresa sofreu um bloqueio judicial no valor de R$300 milhões.[55] Um dos líderes deu um depoimento sobre como funcionava o esquema, dizendo que ela enganou por diversas vezes seus clientes.[56]

Em junho de 2018, alguns investidores entraram com ação judicial para tentar recuperar uma caminhonete que foi entregue a Minerworld para participarem do esquema.[57]

No fim de julho de 2018 a BitOfertas, pertencente a empresa, solicitou o desbloqueio do valor de R$1,3 milhão de reais[58], que foi negado em setembro do mesmo ano.[59]

Em setembro de 2018, a empresa solicitou a justiça que fosse liberado a criação de uma conta em uma exchange de criptomoedas para que os lucros das máquinas de mineração que ainda estavam operando fossem depositados aos clientes.[60] O pedido foi aceito pela justiça.[61]

Em outubro de 2018, surgiu uma comunidade que representa os interesses dos lesados no esquema, para tentar se organizar judicialmente contra a empresa, chamada Comunichain.[62] No mesmo mês, a BitOfertas supostamente permitiu o saque de Bitcoins para carteiras externas e pediram para que os clientes entrassem com ação judicial para tentar recuperar os valores em Reais.[63]

Em dezembro de 2018, a empresa disse que não tinha nenhum saldo à disposição para a justiça, devido a custos operacionais.[64]

Em janeiro de 2019, a empresa desligou as maquinas de mineração que possuía, alegando que o preço do Bitcoin e os altos custos não compensavam mais a continuidade da mineração.[65] Também no mesmo mês, o ex-diretor da Minerworld, Cícero, convidou os antigos investidores a participarem de uma nova plataforma da empresa, a M360.[66]

Em fevereiro de 2019, o juiz responsável pelo caso afirmou que uma sentença será dada apenas em 2020, devido a grande quantidade de processos.[67] Um dos antigos divulgadores da Minerworld passou a divulgar a Unick Forex, outro esquema.[68]

Em março de 2019, o advogado da Comunichain afirmou que a empresa não vai ressarcir os antigos clientes, já que não se sabe onde o dinheiro foi parar.[69]

Em abril de 2019, as vítimas denunciaram que Cícero, o ex-diretor, apesar de estar com os bens bloqueados pela justiça, estaria organizando um grande casamento de luxo, o que não faria sentido já que em nome do mesmo aparece apenas uma moto Honda e que seu advogado afirmou que ele estaria dependendo de ajuda da família para se sustentar.[70]

Em maio de 2019, o dinheiro de um dos supostos associados foi bloqueado pela justiça.[71] Também nesse mês, ex-diretor Cícero pediu a justiça a devolução de seu passaporte, as vésperas de seu casamento de luxo.[72] Um dos clientes afirmou que a empresa tenta esconder R$547.936.704,43 em Bitcoins da justiça.[73]

Em junho de 2019, a uma semana de seu casamento de luxo, seu passaporte foi devolvido pela justiça.[74]

No ParaguaiEditar

Em maio de 2017, a plataforma foi denunciada à Promotoria de Justiça de Ciudad del Este pela Comissão Nacional de Valores (CNV) do Paraguai, por suspeita de embuste e pirâmide financeira. Após dois meses de investigação, a CNV concluiu que as operações realizadas configuram-se como oferta pública de títulos não legalizada, por uma empresa sem registro jurídico, atuando à margem da lei.[75][4] Segundo a CNV, o esquema apresenta caraterísticas de pirâmide financeira, do tipo Ponzi, operado por uma empresa possivelmente fantasma com captação direta de recursos. A lei paraguaia prevê pena de seis meses a um ano de prisão a quem realizar este tipo de oferta não legalizada na CNV.[75][3] Na sequência da investigação dessa e outra empresa envolvidas em esquemas piramidais, o Banco Central del Paraguay emitiu um alerta sobre os riscos deste tipo de investimento.[76]

Em setembro de 2017, a Minerworld declarou em suas páginas nas redes sociais que recebeu o aval da CVN para sua operação no Paraguaí. Entretanto, uma nota oficial da CNV diz que as afirmações veiculadas pela empresa são falsas e que esta ainda não possui legalidade.[77][78] Em seguida a empresa publicou uma nota com um pedido de desculpas em seu blog, que posteriormente foi apagado.[79]

Segundo a própria empresa, a Minerworld estaria construindo uma mineradora no Paraguai desde 2017, não sendo concluída no prazo prometido para os investidores.[39] A mesma foi inaugurada apenas em janeiro de 2018[12], sem nenhum registro na CNV.[80][23]

Referências

  1. a b c Alexandre Garcia (3 de setembro de 2017). «Firma virtual promete dobrar grana, mas especialista alerta para golpe». R7 Notícias Economia. Record S.A. Consultado em 3 de setembro de 2017 
  2. Camacho, Adriana (6 de outubro de 2017). «Comisión de Valores de Paraguay acusa a Minerworld por fraude». Coincrispy. Notícias (em espanhol). Consultado em 24 de outubro de 2017 
  3. a b c Portal Ultima Hora (13 de maio de 2017). «Seprelad advierte eventuales estafas de D9 y MinerWorld» [Secretaria de Prevenção contra Lavagem de Dinheiro adverte sobre possíveis fraudes da D9 e MinerWorld]. Economia (em espanhol). Consultado em 20 de julho de 2017 
  4. a b c Malagolini, Anny (17 de agosto de 2017). «Empresa de Campo Grande suspeita de 'pirâmide' promete lucros com bitcoin». Notícias Cotidiano. Midiamax. Consultado em 22 de agosto de 2017 
  5. «Empresas brasileiras acusadas de fraude com bitcoins serão alvo de audiência na Câmara». COMPUTERWORLD. 8 de novembro de 2017 
  6. «Comissão discute fraudes no mercado de bitcoins». Portal Comunique-se. 8 de novembro de 2017 
  7. «Ministério Público de Campo Grande afirma: Minerworld é pirâmide - Guia do Bitcoin». Guia do Bitcoin. 20 de abril de 2018 
  8. «Minerworld: Após vendas de carros e desmonte de mineradora, MPE quer recolher bens dos réus | Jornal Midiamax». Jornal Midiamax. 3 de julho de 2018 
  9. «Minerworld: Para enfraquecer ação, defesas alegam inexistência de relação de consumo e citam até Telexfree | Jornal Midiamax». Jornal Midiamax. 22 de junho de 2018 
  10. «Defesa da Minerworld Cita Caso Telexfree e diz que Vítimas Eram Clientes que Sabiam do Risco - Portal do Bitcoin». Portal do Bitcoin. 24 de junho de 2018 
  11. «Lucro Fácil: Investigação contra Minerworld ganhou força após calotes». www.midiamax.com.br. Consultado em 17 de abril de 2018 
  12. a b c «Empresa inaugura novo parque de mineração no Paraguai | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 18 de maio de 2018 
  13. Noêmia Frazão (2 de setembro de 2016). «Evento da Minerworld reúne 250 pessoas na Capital». Notícias Capital. O Liberdade - Notícias de Campo Grande e região. Consultado em 20 de julho de 2017 
  14. a b Portal Dourados News. «Dourados entra na era digital e sedia evento sobre moeda Bitcoin». Oportunidades. Consultado em 25 de agosto de 2017 
  15. a b c d e «Bajo lupa de la Fiscalía están ya dos sistemas de inversión». ultimahora.com (em espanhol). Consultado em 20 de julho de 2017 
  16. a b Portal Dourados News. «Dourados entra na era digital e sedia evento sobre moeda Bitcoin». Oportunidades. Consultado em 25 de agosto de 2017 
  17. a b «Entrevista com o novo CEO da Minerworld sobre a empresa, polêmicas e bitcoin». Revista Sucesso Marketing (entrevista). 9 de novembro de 2017 
  18. a b c d e Alexandre Garcia (3 de setembro de 2017). «Minerworld já foi denunciada ao MPF por 'possível golpe de pirâmide'». Notícias - R7 Economia. Record S.A. Consultado em 3 de setembro de 2017 
  19. http://www.dothnews.com.br. «Suspeita de pirâmide, empresa de bitcoins atrasa pagamentos» 
  20. «Minerworld é Investigada no Brasil e Paraguai; Empresa Falou ao Portal do Bitcoin - Portal do Bitcoin». Portal do Bitcoin. 15 de abril de 2018 
  21. «Pirâmide financeira Minerworld diz ter sido "hackeada" e alega ter "perdido 851 bitcoins" na Poloniex». Guia do Bitcoin. 1 de abril de 2018 
  22. «Dados da empresa de exchange responsável pelos pagamentos». Consulta pública de Receita e CNPJ. Consultado em 14 de abril de 2018 
  23. a b c Kumanda. «CNV advierte ilegalidad de operaciones de Minerworld en el país (1'40'')». canalpro.com.py (em espanhol). Consultado em 30 de Outubro de 2017 
  24. Carvalho, Jonhnes (12 de novembro de 2017). «Claro que iremos lançar uma moeda». Jonhnes Carvalho. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  25. 2014-2017, The Badbitcoin Project. «Badbitcoin.org - The Badlist». www.badbitcoin.org. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  26. «Johnes Carvalho é um PIRAMIDEIRO conhecido. Já participou na fraude MULTICLICK.». Tenho Dívidas 
  27. Portal Dourados News. «Dourados entra na era digital e sedia evento sobre moeda Bitcoin». Oportunidades. Consultado em 25 de agosto de 2017 
  28. Malagolini, Anny (17 de agosto de 2017). «Empresa de Campo Grande suspeita de 'pirâmide' promete lucros com bitcoin». Notícias Cotidiano. Midiamax. Consultado em 22 de agosto de 2017 
  29. Noêmia Frazão (2 de setembro de 2016). «Evento da Minerworld reúne 250 pessoas na Capital». Notícias Capital. O Liberdade - Notícias de Campo Grande e região. Consultado em 20 de julho de 2017 
  30. «Pirâmide e criptomoeda: o que se sabe até agora sobre a empresa Minerworld». MidiaMax 
  31. «Johnes Carvalho é um PIRAMIDEIRO conhecido. Já participou na fraude MULTICLICK.». Tenho Dívidas 
  32. Portal Midiamax. «Donos da MinerWorld negam 'pirâmide', mas dizem que sede 'está em obras'». Consultado em 22 de agosto de 2017 
  33. Portal Midiamax. «PF investiga em MS empresa suspeita de usar bitcoins para mascarar pirâmide». Notícias Cotidiano. Consultado em 25 de agosto de 2017 
  34. «Donos da MinerWorld negam 'pirâmide', mas dizem que sede 'está em obras'». www.midiamax.com.br. Consultado em 28 de agosto de 2017 
  35. «Minerworld já foi denunciada ao MPF por 'possível golpe de pirâmide' - Notícias - R7 Economia». noticias.r7.com. Consultado em 3 de setembro de 2017 
  36. a b «Audiência pública discutiu mercados de moedas virtuais». Centro Internetlab. 2 de outubro de 2017. Consultado em 10 de outubro de 2017 
  37. a b «Câmara dos Deputados discutirá operações da MinerWorld, D9 e Kriptacoin - Criptomoedas Fácil». Criptomoedas Fácil. 27 de setembro de 2017 
  38. «MinerWorld na mira do Congresso: deputado requer a presença de representantes do MPF e Senacon para audiência pública sobre fraude com criptomoedas». Guia do Bitcoin. 2 de janeiro de 2017 
  39. a b «Suspeita de operar pirâmide, Minerworld atrasa pagamentos». www.midiamax.com.br. Consultado em 31 de outubro de 2017 
  40. «Entre ou cadastre-se para visualizar». www.facebook.com. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  41. Carvalho, Jonhnes (12 de novembro de 2017). «Claro que iremos lançar uma moeda». Jonhnes Carvalho. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  42. «Reclame Aqui - Minerworld». Reclame AQUI. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  43. «CVM indica crime em ação da Minerworld, que anuncia nova plataforma». MidiaMax 
  44. «Bitcoin: Minerworld segue com atrasos e temor entre clientes aumenta». www.midiamax.com.br. Consultado em 28 de dezembro de 2017 
  45. «Polêmica criptomoeda da Minerworld para pagar atrasados é lançada na Suiça». Midiamax. Consultado em 1 de abril de 2018 
  46. «CVM indica crime em ação da Minerworld, que anuncia nova plataforma de negócio». www.midiamax.com.br. Consultado em 1 de abril de 2018 
  47. «Whitepaper MCASH». Minerchain. 19 de maio de 2018 
  48. «PIRÂMIDE MINERWORLD pagou por notícias sobre shitcoin MCASH». Tenho Dívidas. 21 de março de 2018 
  49. «Comunicado Oficial - Minerworld» (PDF). Minerworld. 1 de abril de 2018. Consultado em 1 de abril de 2018 
  50. «Minerworld dá 'calote', muda plano e diz que hackers roubaram milhões em bitcoins». www.midiamax.com.br. Consultado em 3 de abril de 2018 
  51. «Gaeco cumpre mandados de busca em endereços ligados à Minerworld». Mídiamax. Consultado em 17 de abril de 2018 
  52. «MinerWorld, mineradora de bitcoins, é um dos alvos de operação do Gaeco». Campo Grande News 
  53. «Gaeco deflagra operação Lucro Fácil para cumprir 8 mandados de busca em Campo Grande e São Paulo». G1 
  54. Nucci, Renan. «Mineradoras de Bitcoins fizeram pelo menos 50 mil vítimas com pirâmide». Correio do Estado S/A. Consultado em 24 de maio de 2018 
  55. Riggs, Wagner (10 de maio de 2018). «Justiça Determina Bloqueio de R$ 300 milhões da Minerworld, BitOfertas e BitPago». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  56. Riggs, Wagner (23 de maio de 2018). «Ex-líder da Minerworld Depõe na Justiça e Detalha Operação do Esquema». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  57. «Minerworld é alvo de ações para devolver caminhonetes a investidores». www.correiodoestado.com.br. Consultado em 22 de junho de 2019 
  58. «Empresa ligada à Minerworld pede desbloqueio de R$ 1,3 milhão». www.correiodoestado.com.br. Consultado em 22 de junho de 2019 
  59. «Minerworld: Justiça duvida de 'repasse de lucros' e mantém bloqueio de R$ 1,3 milhão». Jornal Midiamax. 18 de setembro de 2018. Consultado em 22 de junho de 2019 
  60. «Minerworld conclui mudança de fazenda de mineração e pede nova autorização à Justiça». Jornal Midiamax. 14 de setembro de 2018. Consultado em 22 de junho de 2019 
  61. Riggs, Wagner (12 de novembro de 2018). «Justiça autoriza Minerworld a reabrir conta em corretora de criptomoedas». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  62. «Entrevista: Comunichain explica o caso MinerWorld». Webitcoin. 26 de outubro de 2018. Consultado em 22 de junho de 2019 
  63. «Caso MinerWorld: Exchange de criptomoedas BitOfertas libera saques». Webitcoin. 13 de outubro de 2018. Consultado em 22 de junho de 2019 
  64. «Investigada, Minerworld alega não ter saldo à Justiça». www.correiodoestado.com.br. Consultado em 22 de junho de 2019 
  65. «Sem dinheiro, empresa de bitcoins desativa "mineração" no Paraguai». Campo Grande News. Consultado em 22 de junho de 2019 
  66. «Réu no caso Minerworld, Cícero Saad reaparece e convoca 'miners' para nova plataforma». Jornal Midiamax. 3 de janeiro de 2019. Consultado em 22 de junho de 2019 
  67. Riggs, Wagner (10 de fevereiro de 2019). «Sentença do caso Minerworld pode sair somente em 2020». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  68. Alexandre Antunes (24 de fevereiro de 2019). «Famoso divulgador da Telexfree passa a "vender" Unick Forex». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  69. «Caso MinerWorld: Advogado da Comunichain afirma que a empresa não irá ressarcir usuários». Webitcoin. 9 de março de 2019. Consultado em 22 de junho de 2019 
  70. «Vítimas denunciam casamento de luxo de dono da Minerworld que está com bens bloqueados». Jornal Midiamax. 23 de abril de 2019. Consultado em 22 de junho de 2019 
  71. Alexandre Antunes (8 de maio de 2019). «Dinheiro ganho com Minerworld é bloqueado em contas na Caixa Econômica e no Santander». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  72. Riggs, Wagner (23 de maio de 2019). «Dono da Minerworld pede para Justiça devolver passaporte às vésperas do casamento». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  73. «Ex-miner acusa Minerworld de esconder da Justiça R$ 500 milhões em bitcoin». Jornal Midiamax. 20 de maio de 2019. Consultado em 22 de junho de 2019 
  74. Riggs, Wagner (12 de junho de 2019). «Justiça devolve passaporte a dono da Minerworld às vésperas de seu casamento». Portal do Bitcoin. Consultado em 22 de junho de 2019 
  75. a b ADN Paraguayo (12 de maio de 2017). «CNV denunció a dos "pirámides financieras"» [Comissão Nacional de Valores do Paraguai denuncia duas “pirámides financieras”]. Impreso (em espanhol). Consultado em 20 de julho de 2017 
  76. Portal La Nación (16 de maio de 2017). «El BCP alerta sobre el sistema piramidal» [O Banco Central do Paraguai alerta sobre o sistema piramidal]. Notícias Negócios (em espanhol). Consultado em 20 de julho de 2017 
  77. «CNV advierte ilegalidad de operaciones de Minerworld». Editorial El País S.A. Última Hora Economia (em espanhol). 4 de outubro de 2017. Consultado em 10 de outubro de 2017 
  78. «Nota oficial CNV, Circular 015/2017, sobre a falsa afirmação da Minerworld» (PDF) (em espanhol) 
  79. «Comunicado». Plataforma Minerworld. 6 de outubro de 2017. Consultado em 16 de outubro de 2017 
  80. «Minerworld inaugura fazenda de mineração e promete visitas guiadas». MidiaMax 

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar