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Onocentauro (do Grego antigo: Ονοκένταυροι - onokéntauroi = onos: asno + kéntauroi: centauro, através do Latim: onocentaurus) é um animal imaginário, com origem nos bestiários clássicos e medievais, semelhante a um centauro, com tronco de homem e corpo de asno. Como outros seres lendários híbridos, sua natureza reflete e caracteriza o conflito entre as características humanas e animais. O onocentauro, especialmente, é considerado um símbolo da luxúria masculina ou de hipocrisia.[1]

A primeira menção a um onocentauro parece remontar a Pitágoras, citado por Cláudio Aélio, em De Natura Animalium. Segundo Aélio, "seu corpo lembra o de um asno, de pelagem acinzentada, mas inclinando-se para o branco abaixo dos flancos. Tem peito de homem e rosto também humano, cercado de espessa cabeleira. Pode usar os braços para segurar objetos, mas também para correr. Tem um temperamento violento e não resiste ao cativeiro." [2]

Referências

  1. «Onocentauros». Fantastipedia > Onocentauros (em inglês). Consultado em 26 de dezembro de 2009 
  2. Claudio Aélio, De Natura Animalium VII 9; Cap. III, n. 6.