Abrir menu principal
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2009). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)


Pagano Sobrinho
Nome completo Fioravante Pagano Sobrinho
Nascimento 1910
São Paulo,  São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Morte 23 de outubro de 1972 (62 anos)
São Paulo,  São Paulo
Ocupação Ator

Pagano Sobrinho, nome artístico de Fioravante Pagano Sobrinho (São Paulo, 1910 - São Paulo, 23 de outubro de 1972) foi um ator e humorista brasileiro.

BiografiaEditar

Ele nasceu na cidade de São Paulo descendente de uma típica família italiana. Ator, humorista, comediante e apresentador de programas, teve uma carreira de mais de 30 anos no rádio, cinema e na TV.

No rádio alcançou o sucesso na década de 1950 com o programa de humor As Paganadas, e na década de 1960 chegou ao cinema e à televisão. No cinema brilhou em filmes como "A Estrada",[1] com o qual ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante do ano [carece de fontes?] Barnabé, Tu és Meu, no papel do homem do pirulito[2], Casei-me com um Xavante, "Vou Te Contá..." e "O Homem das Encrencas", de 1964, em que fez o papel do vizinho[3]. Seu papel mais conhecido foi no filme "O Bandido da Luz Vermelha".[4]

Na televisão ele apresentou por alguns anos o programa É Proibido Colar Cartazes, na TV Record, onde recebia calouros e contava piadas e causos. Pagano tinha sempre tiradas, frases e interjeições muito engraçadas.

Um de seus quadros mais hilariantes era o que ele apresentava na Praça da Alegria (TV Record), contracenando com a também hilária Maria Teresa. Nesse quadro, Pagano Sobrinho fazia o intérprete que traduzia para o Manuel da Nóbrega as perguntas que ele fazia para a Lady Grace Benedita, uma pseudomilionária inglesa de passagem pelo Brasil.

Foi parceiro de Adoniran Barbosa em algumas músicas, infelizmente perdidas.[5]

Ele morreu em São Paulo, de infarto, em 1972.

Referências

  1. Mugnaini Jr. (2002). Adoniran: dá licença de contar. [S.l.]: Editora 34. 239 páginas. 85-7326-253-2 
  2. Cinemateca Brasileira [em linha]
  3. Cinemateca Brasileira "O Homem das Encrencas" [em linha]
  4. Rogério Sganzerla (2008). O bandido da luz vermelha:argumento e roteiro. [S.l.]: Imprensa Oficial Do Estado. 130 páginas. 978-85-7060-669-3 
  5. Mugnaini Jr. (2002). Adoniran: dá licença de contar. [S.l.]: Editora 34. 48 páginas. 85-7326-253-2 

Ligações externasEditar