Casei-me com um Xavante

filme de 1957 dirigido por Alfredo Palácios

Casei-me com um Xavante é um filme brasileiro de comédia de 1957, dirigido por Alfredo Palácios para a Companhia Cinematográfica Maristela. Roteiro do diretor e de Luiz Sérgio Person (que também atua), da peça de Galeão Coutinho e Miroel Silveira. A música-tema é de Hervê Cordovil. Números musicais são interpretados por Luely Figueiró ("Rio, Ah!"), Henricão e seu conjunto, Heleninha Silveira, Titulares do Ritmo, Trio Verde com Risoleta e Orquestra de Orlando Ferri sendo que Agostinho dos Santos participa como componente de um dos grupos. O produtor Mário Marinho, creditado nos letreiros iniciais, era o nome artístico de Mário Boeris Audrá Júnior,[1] um dos proprietários da Maristela.

Casei-me com um xavante
 Brasil
1957 •  p&b •  88 min 
Direção Alfredo Palácios
Roteiro Alfredo Palácios
Luís Sérgio Person
Galeão Coutinho (peça)
Miroel Silveira (peça)
Elenco Pagano Sobrinho
Maria Vidal
Género comédia
musical
Idioma português

SinopseEditar

Depois de 15 anos do desaparecimento do marido num acidente de avião no Alto Xingu, Dona Leopoldina é convencida pela inescrupulosa dona de boate Madame Tânia a vender as terras dele para ela, sem saber que valerão muito dinheiro com a construção de Brasília nas proximidades. Mas quando está para concluir o negócio, Dona Leopoldina assiste a uma notícia na televisão sobre um "cacique branco" que vive com cinco índias numa aldeia xavante no Xingu. Ela reconhece o cacique como sendo seu marido desaparecido e pede ajuda ao proprietário do jornal "O Vibrante", que entra em contato com o Serviço de Proteção ao Índio para trazer o cacique até São Paulo. Madame Tânia não quer correr o risco de que o cacique seja de fato o marido desaparecido e planeja uma série de atentados contra ele com a ajuda de seus capangas e de um cientista maluco. O advogado de Tânia, Maurício, se apaixona pela filha adotiva do cacique, Yaci, e tenta avisá-la sobre os planos da vilã.

ElencoEditar

Referências