Abrir menu principal

Paulo César Saraceni

CarreiraEditar

Foi um dos mentores do movimento Cinema Novo, ao lado de Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos, entre outros.

Nos anos 1950, foi crítico de cinema e assistente de direção teatral. Começou a dirigir curta-metragens em 1957. Estudou no Centro Experimental de Cinema, em Roma. O Festival do Rio BR 2000 apresentou uma retrospectiva de sua obra e em 2001 Saraceni realizou três filmes para a televisão italiana RAI: Fórum Mundial de Porto Alegre, Movimento dos sem-terra e Garrincha.

Foi internado em outubro de 2011 após sofrer um acidente vascular cerebral, morrendo em abril de 2012 em decorrência de falência múltipla dos órgãos.[1]

FilmografiaEditar

 
No filme “Amor, Carnaval e Sonhos”.

PremiaçõesEditar

  • Candango de Melhor Filme, no Festival de Brasília, por "A Casa Assassinada" (1970).
  • Candango de Melhor Diretor, no Festival de Brasília, por "A Casa Assassinada" (1970).
  • Prêmio Especial do Júri, no Festival de Brasília, por "O Viajante" (1998).
  • Candango de Melhor Roteiro, no Festival de Brasília, por "Capitu" (1967).
  • Prêmio Especial do Júri, no Festival de Cinema Brasileiro de Miami, por "O Viajante" (1998).
  • Prêmio FIPRESCI, no Festival de Moscou, por "O Viajante" (1998).

Referências

 
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Paulo César Saraceni
  Este artigo sobre um cineasta é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.