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Pepi I
Nascimento Século XXIV a.C.
Morte 2280 a.C.
Cidadania Antigo Egito
Progenitores Pai:Teti
Filho(s) Merenrê I, Pepi II
Ocupação soberano
Título Faraó
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Pepi I foi o terceiro rei da VI dinastia egípcia.

Pepi era filho do rei Teti e de Iput, rainha que se pensa ter sido uma filha de Unas, o último rei da V dinastia. Uma vez que Pepi era demasiado novo quando ascendeu ao trono, a sua mãe exerceu a regência durante algum tempo. É provável que o antecessor de Pepi, Userkaré, tinha sido um usurpador que participou numa trama que levou à morte de Teti, sendo com Pepi restabelecida a legitimidade dinástica.

De acordo com o historiador Manetão, terá reinado durante cinquenta anos.

O seu prenome (nome de coroação) foi de início Nefersahor, mas Pepi alterou-o depois para Meriré, o que significa "Amado de Ré".

Teve três esposas, Ueretimtés, Ankhenesmeriré I e Ankhenesmeriré II. A primeira teria preparado uma conspiração contra Teti, como sugerem as alusões feitas por Uni, seu alto funcionário. Quanto às duas últimas, com as quais casou nos últimos anos da sua vida, eram filhas do funcionário provincial de Abido Khui, o que demonstra a crescente influência dos altos funcionários durante este período. Estas duas rainhas foram mães de Merenré I e de Pepi II respectivamente. Com Ankhenesmeriré I teve também uma filha, Neit.

Durante o seu reinado foram combatidas na região do Sinai e no Delta do Nilo as habituais incursões de povos estrangeiros ao Egito. O general Uni comandou mesmo uma expedição militar na região da Palestina com objectivos de pacificação.

O complexo funerário de Pepi I localiza-se em Sacará sul, apresentando uma estrutura semelhante à do complexo de Teti. À semelhança das pirâmides de Unas e de Teti, foram gravados nas paredes da estrutura os Textos da Pirâmides, fórmulas mágicas e religiosas funerárias. O monumento funerário recebeu o nome de Mennefer-Pepi ("É permanente a beleza de Pepi"), o que está na origem do nome moderno da cidade de Mênfis.

Precedido por
Userka-re
Faraó
VI dinastia egípcia
Sucedido por
Merenrê I