Abrir menu principal
Pinto Itamaraty
Senador pelo Maranhão
Período 5 de outubro de 2016
até 26 de janeiro de 2017
Deputado federal pelo Maranhão
Período 1 de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2015
Dados pessoais
Nome completo José Eleonildo Soares
Nascimento 10 de maio de 1960 (59 anos)
São Luís, MA
Partido PRB
Profissão Radialista

José Eleonildo Soares, conhecido no meio político como Pinto Itamaraty (São Luís, 10 de maio de 1960) é um radialista e político brasileiro. Filiado ao Partido Republicano Brasileiro,[1] foi vereador (2001–2007), deputado federal (2007–2015).[2] Assumiu o mandato de Senador da República em outubro de 2016, após licença do titular Roberto Rocha.

Antes de entrar na política em 2000, José Eleonildo Soares era sócio da radiola Itamaraty, ganhando inicialmente o nome de Pinto da Itamaraty. Em 2000, estreou na política como Pinto Itamaraty e sendo eleito vereador da capital maranhense à época pelo PAN. Reeleito em 2004 já pelo PTB, migrou para o PSDB onde foi eleito deputado federal em 2006 e reeleito em 2010.

Carreira políticaEditar

Começou a carreira política ao ser eleito vereador de São Luís em 2000, sendo reeleito em 2004. A seguir foi eleito deputado federal em 2006 e reeleito em 2010.

Foi eleito suplente de senador da República na chapa encabeçada por Roberto Rocha em 2014. Assumiu por três meses o cargo de senador da República. Foi a primeira vez em que o PSDB conquista o senado do Maranhão.

Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[3]

Deixou o PSDB em dezembro de 2017 ao lado do grupo do vice-governador Carlos Brandão, após o partido romper com o governador Flávio Dino (PCdoB). Ingressou no PRB juntamente com os demais.

Escândalo das passagens aéreasEditar

Em 2016 foi denunciado pela participação no Escândalo das passagens aéreas, ocorrido quando era deputado federal em 2009.[4] O escândalo consistia no repasse da cota de viagens aéreas a terceiros – o benefício, custeado com dinheiro público, é privilégio exclusivo de parlamentares.[5] Entre os 443 denunciados, foi o segundo que mais emitiu passagens: 388 bilhetes recebidos, o mesmo número do deputado Ilderlei Cordeiro, e uma movimentação financeira de R$ 179.370,52, tudo custeado pelo contribuinte.[5]

Referências

  1. «Pinto Itamaraty (2010)». UOL. Consultado em 17 de maio de 2016 
  2. Biografia de Pinto Itamaraty (PSDB)
  3. Bol (13 de dezembro de 2016). «Confira como votaram os senadores sobre a PEC do Teto de Gastos 155 Do UOL, em São Paulo». Consultado em 16 de outubro de 2017 
  4. «Procuradoria denuncia 443 por 'farra das passagens' na Câmara, diz site». Folha de S.Paulo. UOL. Consultado em 6 de novembro de 2016 
  5. a b Góis, Fábio (6 de novembro de 2016). «Menos da metade dos denunciados gastou 80% do total na farra das passagens». Congresso em Foco. UOL. Consultado em 19 de novembro de 2016