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Sérgio Estanislau do Amaral
Conhecido(a) por -pioneiro da Geologia no Brasil
-divulgação científica
Nascimento 1925
Morte 1996 (71 anos)
São Paulo, Brasil
Residência Brasil
Nacionalidade Brasil brasileiro
Alma mater Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras
Orientador(es) Francis John Pettijohn
Instituições Universidade de São Paulo
Campo(s) Geologia e petrografia
Tese Geologia e Petrologia da Formação Irati (Permiano) no Estado de São Paulo (livre-docência)

Sérgio Estanislau do Amaral (1925 - 1996) foi um geólogo brasileiro. Foi professor do corpo docente do curso de Geologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, USP em 1959. Após sua aposentadoria foi também professor de geociências nos cursos Geologia, Geografia, Biologia e Ecologia da Universidade Estadual Paulista, UNESP, em Rio Claro.

Teve carreira devotada ao ensino e divulgação das geociências no Brasil. Junto com Viktor Leinz, no início dos anos 60, foi autor do livro "Geologia Geral",[1] o primeiro compêndio moderno da área de geociências no Brasil, que até hoje está em uso. Ainda nessa área, traduziu "História Geológica da Vida".

Doutorou-se e pós-doutorou-se com o professor Francis John Pettijohn, da Universidade Johns Hopkins. Sua Tese de Livre-Docência chamou-se "Geologia e Petrologia da Formação Irati (Permiano) no Estado de São Paulo".

Os fósseis de répteis tetrápodes identificados em Marília, designados de Mariliasuchus amarali, foram assim batizados por Carvalho & Bertini (1999) em homenagem a Sérgio Estanislau do Amaral.[2] No pequeno Município de Mombuca, situado entre Capivari e Rio das Pedras, a Escola Municipal de Educação Infantil Dr. Sérgio Estanislau do Amaral é também homenagem a seu nome.

Vida pessoalEditar

Sérgio era filho de Milton Estanislau do Amaral, neto de José Estanislau Do Amaral e Lídia Dias De Aguiar, e sobrinho da pintora Tarsila do Amaral. Faleceu em São Paulo em 1996.

Referências

BibliografiaEditar

  • GOMES, Celso de Barros. Geologia USP — 50 anos. São Paulo: Instituto de Geociências da USP, 2007. p. 98-99