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Dois discursos tem o mesmo nome: O ataque proferido por Demóstenes e a defesa de Ésquines, ambos em Atenas no ano 343 a.C.

Contexto políticoEditar

Ésquines fora enviado em embaixada para Megalópolis, na Arcádia para preparar uma liga pan-helênica contra a Macedônia. O projeto fracassou, e Ésquines percebeu que Atenas ficaria isolada. Em vista disso, Ésquines procurou uma política de concessões. Em 346 a.C. foi encarregado de negociar a paz com os macedônios.

Em 345 a.C., Demóstenes e Timarco acusaram Ésquines de ter sido corrompido por Filipe[desambiguação necessária]. Através de brilhante oratória, no discurso Contra Timarco, Ésquines contra-argumentou que Timarco não tinha direito a voz devido à sua depravação. O argumento foi aceito e Timarco perdeu seus direitos políticos (atimia).

Em 343 a.C., Demóstenes novamente atacou Ésquines no discurso Sobre a Embaixada. Ésquines retrucou com outro discurso com o mesmo nome, e, novamente, foi absolvido.

Menções antigasEditar

EdiçõesEditar

Ver tambémEditar

  • Stechow, Aeschinis Oratoris vita (1841)
  • Marchand, Charakteristik des Redners Aschines (1876)
  • Castets, Eschine, l'Orateur (1875)
  • A. Holm, vol. iii (Tradução inglesa 1896); A. Schafer, Demosth. und seine Zeit (Leipzig, 1856-1858).

Ligações externasEditar

 
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